depois dessa copa do mundo eu quero que o messi se exploda
me cura saber que a próxima copa não vão ter ele e a argentina vai pro limbo que nunca devia ter saído
Não, o Projeto de Lei que criminaliza a misoginia não proíbe homens de falarem com mulheres.
Mas, se você é homem, e acha que esse Projeto vai te proibir de falar com mulheres, o problema está nas coisas que você diz mesmo.
E nos faça o favor: fique quieto desde já.
Uma menina de 17 anos foi violentada por 4 homens maiores de idade, um deles era seu ex-namorado.
Homens estupram outros homens, estupram bebês, idosas, mães parindo, mulheres na UTI, mortas em necrotérios, desenterram caixões para violar nossos corpos. Homem é uma praga, mata, agride e violenta por prazer, é o pior ser habitando a terra.
em menos de 10 dias
- menor de idade sendo estuprada coletivamente em Copacabana
- freira sendo estuprada e morta aos 82 anos de idade
- senhora de 71 anos é estuprada dentro do ônibus por motorista
É a naturalização do discurso misógino em rede social que não é regulamentada
Trabalhando em escola me impressiono como as crianças ricas são ocupadas. É dança, esporte, música... Mil atividades explorando os seus gostos e talentos desde cedo, enqto a gente q foi pobre pode ter habilidades que nunca nem vamos descobrir pq não foram incentivadas/exploradas
A verdade é que a pena de morte é uma sentença superestimada, e eu explico o porquê.
O indivíduo comete os piores crimes, destrói famílias, espalha dor… e a resposta do Estado é simplesmente executá-lo.
Mas pense: depois de tudo o que fez em vida, a punição é apenas deixar de existir?
Para mim, isso não é a pena máxima. A morte pode ser um fim rápido, até um alívio para o indivíduo que já não tem mais nada a perder.
A verdadeira punição é permanecer vivo. O pior castigo é a prisão da mente: agonizar dia após dia, lembrando daquilo que fez, sem qualquer chance de saída...
Acabei de assistir um vídeo que confirma uma certeza.
É arrogância não saber a hora de parar.
Está bilionário, sem voz, sem postura, sem paciência e ainda assim desfila arrogância. Finge que beija a rosa e, às vezes, nem isso. Para completar, ainda xinga um fã ou uma fã.
Catarina Kasten foi encontrada morta em 21 de novembro. Ela seguia para uma aula de natação. Os laudos apontam sinais de violência, estrangulamento e agressão sexual.
Na sexta-feira, Allane e Layse foram assassinadas enquanto trabalhavam.
Ontem, Thiago Schutz, o “Calvo do Campari”, tentou estuprar e agrediu a namorada. Foi preso em flagrante, e solto logo depois pela Justiça. É assim que o sistema se torna conivente com o feminicídio: facilitando a vida do agressor, garantindo a ele novas oportunidades para matar. Porque ele vai fazer de novo. Se não for com a mesma mulher, será com outra.
Casos como os de Catarina, Allane e Layse só crescem. E a resposta institucional continua sendo a mesma: impunidade, indiferença e abandono.
Agressor tem que ficar preso. A Justiça precisa parar de tratar violência contra mulheres como algo menor. E a sociedade precisa parar de naturalizar o horror cotidiano que vivemos. Não dá mais para apenas contar nossas mortas, lamentar e seguir em silêncio.
É hora de cobrar. É hora de reagir. É hora de proteger nossas vidas.