Sabe o que a seleção brasileira precisa? Parar de ser tão bajulada, eles são sustentados pelo status que a seleção do passado deixou, a seleção atual é um bando de subcelebridade cheia de ego que acham que tão fazendo um favor pro país
#BRAxMAR
Uma jovem de 21 anos animada para o rope jump. O noivo e os amigos a acompanhavam.
Pouco antes de ser arremessada, pessoas que assistiam gritaram para avisar que a corda não estava presa. Ninguém ouviu.
Um dos aspectos mais perturbadores dessa tragédia é que ela nos obriga a distinguir duas coisas completamente diferentes: risco e abandono.
Quem pratica um esporte de aventura aceita o risco inerente da atividade. Aceita a altura, a velocidade, a adrenalina. O que não aceita - e jamais poderia aceitar - é ser lançada ao vazio sem a única medida de segurança capaz de transformar uma queda livre em uma atividade esportiva.
Essa jovem de 21 anos caiu cerca de 40 metros após a equipe esquecer de conectar a corda de segurança. Se os fatos forem confirmados, não estamos diante de uma fatalidade da natureza nem de uma falha imprevisível do equipamento. Estamos diante da supressão da própria segurança que justificava a existência da atividade.
Juridicamente, a questão é grave. Para que alguém seja lançado de uma ponte sem estar conectado ao sistema de segurança, quantas barreiras falharam?
Quem equipou a vítima? Quem conferiu? Quem autorizou o salto? Quem realizou a checagem final? Quem supervisionava a operação?
Quanto maior o número de protocolos ignorados, mais difícil se torna enxergar o episódio como um simples lapso individual.
A vítima depositou confiança absoluta na equipe. Não tinha como verificar mosquetões, ancoragens ou sistemas de fixação. Sua vida estava literalmente nas mãos de terceiros.
Mas, para além do Direito, há algo profundamente doloroso nesse caso. Horas antes, ela fazia planos, registrava momentos, publicava nas redes sociais e vivia um dia de diversão. Em segundos, sem sequer compreender o que estava acontecendo, tudo acabou.
O Direito chamará isso de culpa, negligência ou talvez discutirá algo ainda mais grave. São categorias necessárias. Mas elas parecem pequenas diante da dimensão humana da perda.
O resumo da tragédia:
Ela não morreu porque praticava rope jump. Ela morreu porque a única coisa que transformava uma queda de quarenta metros em um esporte - a corda - não estava conectada.
Sem a corda, não existe esporte de aventura.
Existe apenas uma queda livre de quarenta metros.
Força à família da jovem.
Brasil x Marrocos:
- os laterais direitos são os piores da história do Brasil em Copas do Mundo;
- os esquerdos também;
- Paquetá não arma e não marca. Mas dança bem;
- Casemiro mais lento que internet na década de 90;
- Vini Jr fez o golaço e errou o resto;
- Raphinha “porrada neles” só deu porrada na bola;
- Igor Thiago é um bom zagueiro;
- Endrick, que deveria ser titular, nem entrou. Ou seja, absurdo;
- Carlo Ancelotti: o torcedor esperava bem mais.
Resumindo: Marrocos é muito mais time que o Brasil, por incrível que pareça.
“Ah, mas você só sabe criticar?”
Beleza, então vendo pelo lado positivo, jogando mal assim, podemos dizer que o empate da Seleção Brasileira foi heroico!! 😂😂😂
📸 Rafael Ribeiro/CBF
Seleção brasileira cheia de jogador cabaço e pipoqueiro
Paquetá e Raphinha errando TUDO que tenta
Ibanez perdido na lateral direita
Casemiro é morto nesse meio campo
Uber Thiago ….
O FRACO Marquinhos na zaga
Pra quem não sabe esse é o retrato dos crentes: ofendem todas minorias possíveis, são misóginos e elitistas, mas o que importa é que são aprovados por uma figura divina.
Se um dia fizerem uma edição só com mulheres, a Sarah aperta o botão de desistência porque não vai ter um macho pra ela defender e passar a mão na cabeça.