"Numa ditadura não daria pra fazer uma passeata pela Democracia. Na Democracia, você pode fazer uma passeata pedindo uma ditadura."
Mario Sergio Cortella
"Tivemos uma inflação atípica, então vamos reajustar o salário de 1,039 pra 1,045"
Puta que pariu, não dá pra acreditar que esse troço foi presidente desse país e que ele ainda tem apoiadores até hoje.
Na sabatina da GloboNews, tanto Caiado quanto renan e zema agiram como putinhas do bolsonaro, ninguém atacou a tentativa de golpe de estado que previa o assassinato do presidente eleito, seu vice e um ministro do STF. A Direita democrática morreu, restou o puxadinho do golpismo.
Porque Lulinha tá sendo investigado no STF se ele não tem foro privilegiado?
Seria apenas pra o Terrivelmente Suspeito ajudar seu amigo Rachadinha nas eleições?
E quem questiona é nada menos que Walter Mayerovich.
A conservadora espanhola Isabel Peralta reuniou a direita local, pregou ódio aos imigrantes marroquinos e meteu uma saudação nazista na cara de pau. Entendam, NÃO EXISTE DIREITA CONSERVADORA, a extrema direita atual é nazifascista, inclusive a do Brasil.
Não há uma única ideia, proposta, melhoria, expectativa oferecida pela extrema-direita ao país. Nada. É um vazio absoluto.
Tudo gira em torno de enfrentar Lula, bater em Lula, impedir Lula, demonizar Lula.
E a mídia subscreve direitinho. É parceira.
Na saúde? Acabar com Lula. Educação? Fim da era Lula. Economia: mudar o que fez Lula. Política externa? Se curvar a quem Lula não cedeu.
O destino de 200 milhões de brasileiros infectado por uma doença movida a ódio de classe e aversão à igualdade - o antilulismo.
É a tragédia do Brasil.
Fábio Luís Lula da Silva nunca foi chamado pelos seus familiares e amigos de "Lulinha". O suposto apelido foi criado pela mídia burguesa e é utilizado sempre que é investigado, simplesmente, por ser filho de Lula já que nunca se comprovou nada do que foi manchetado contra ele.
Desde 2006, em ano de eleição presidencial, em todos esses, tentaram usar Lulinha pra atingir Lula.
Em TODOS, os inquéritos foram arquivados por falta de provas ou ausência de fundamento fático.
2026 não tá diferente!
Quebraram o sigilo do filho do Lula e não acharam nada de ilegal. Tem áudio do filho do Bolsonaro pedindo dinheiro ao Vorcaro. Adivinha quem o André Mendonça vai investigar: o filho do Lula.
O problema é que a PF encontra um monte de coisa errada relacionada ao Flávio bolsonaro e nada contra o Lulinha. Aí o Mendonça, não satisfeito, manda investigar mais só para gerar manchete na mídia burguesa. A investigação contra Lulinha não passa de "pesca probatória".
TRUMP sobre Argentina de Milei: "A Argentina não tem dinheiro, não tem nada, estão morrendo".
Gente! A extrema-direita, a Globo, os economistas, o Mercado até ontem juravam que Milei é um sucesso, que a economia dos hermanos está voando... o que houve?🥴
Na convenção de Tarcísio junto com Flavio Bolsonaro não poderia faltar a bandeira de quem eles representam nessas eleições: os EUA. Perderam qualquer vergonha de ser lesa-pátria!
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post
As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico
Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.
Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.
Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.
Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.
Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.
No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.
Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.
A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.
Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.
A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.
Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.
O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.
Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.
Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.
As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.
Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Na sua milionésima capa contra o PT, a revista @Veja diz que a Direita segue competitiva por causa das "ideias ultrapassadas" do PT. Lendo a matéria de capa descobre-se que as "ideias ultrapassadas" do PT são, pasmem, as políticas de combate à desigualdade.