@PrimeiroFront Não será necessário votar no Renan. Espero que Flávio Bolsonaro leve no primeiro turno. Apesar desta turma que no " escondidinho" ajuda a gangue do Janjo.
“A África é o lugar mais pobre do mundo por causa do excesso de regulamentação.”
O que essa moça fala sobre a África também vale para o Brasil.
Seria impossível para Elon Musk fazer o que ele fez com a SpaceX no Brasil.
B R A S I L
@STF_oficial@FlavioDino - ministro comunista -
UMA VERGONHA PARA A IMPORTANTE INSTITUIÇÃO @STF_oficial TER UM MINISTRO COM ESSE PENSAMENTO DESTRUIDOR.
Os petistas travam uma guerra tão obstinada contra a realidade que às vezes fica difícil distinguir onde termina a desonestidade intelectual e onde começa o delírio. O deputado estadual gaúcho Claudio Branchieri, com uma calma quase pedagógica, expôs a fragilidade argumentativa de um deputado petista, desmontando suas alegações sem precisar elevar a voz nem recorrer a slogans. O contraste foi tão grande que a discussão pareceu menos um debate e mais uma aula particular de lógica.
Nos últimos meses, publicamos diversas reportagens em A Investigação sobre as engrenagens da mineração ilegal em Minas Gerais. Elas eram o pano de fundo e o contexto para esta reportagem sobre a tragédia de Brumadinho, que matou 272 pessoas em 25 de janeiro de 2019.
A Vale sempre afirmou que foi um acidente. Os documentos reunidos para esta reportagem mostram outra história.
As investigações da Polícia Federal e das CPIs já haviam demonstrado que os laudos que atestavam a estabilidade da barragem foram fraudados. Mas a fraude só ganha sentido quando se examina o negócio da New Steel.
Em 11 de dezembro de 2018, a Vale anunciou a compra da New Steel por cerca de R$ 2 bilhões. No mesmo dia, obteve autorização para explorar os rejeitos da própria B1 — o material que a barragem continha. A licença só foi possível porque a estrutura estava classificada como estável.
Quarenta e cinco dias depois, a barragem colapsou. A Vale sabia do risco. Mesmo assim, não retirou os funcionários.
A Polícia Federal concluiu que o gatilho do rompimento foi uma perfuração feita pela própria empresa, no mesmo dia, para coletar amostras do material que pretendia vender.
A Investigação teve acesso a um acordo secreto assinado pela Vale em julho de 2017, que revela que o interesse em explorar os rejeitos da B1 existia muito antes do desastre. A CPI de Brumadinho solicitou todos os contratos relacionados aos rejeitos da barragem, mas esse acordo nunca foi entregue.
Entre as empresas que assinaram o acordo estavam justamente as contratadas pela Vale para realizar a limpeza dos rejeitos após o rompimento. Essas mesmas empresas apareceriam anos depois em investigações sobre mineração ilegal na Serra do Curral.
Três anos após a compra, ao incorporar a New Steel, a Vale registrou seu valor em menos de R$ 80 milhões — cerca de 4% do que havia pago.
Há ainda uma contradição formal: em 2018, diante do Cade, a Vale afirmou que o valor da New Steel se justificava pela “rentabilidade futura dos rejeitos”. Em 2022, diante da CVM, declarou que rejeitos “não são ativo de nenhuma natureza”.
Sete anos depois, nenhum dos responsáveis centrais pelo rompimento de Brumadinho está preso. A Vale voltou a registrar lucros bilionários, enquanto as famílias das vítimas ainda aguardam na Justiça as compensações prometidas.
Leia a reportagem completa em A Investigação:
https://t.co/tu2cR9ObDS
Por mais de uma década, milhões de toneladas de minério foram extraídas de forma ilegal de uma área tombada em Belo Horizonte.
Por trás da operação estava uma estrutura sofisticada de empresas em camadas, diretores de fachada (“laranjas”) e um suposto controlador de fato conhecido como “o Gaúcho”.
Nova investigação revela documentos da PF, áudios, planilhas apreendidas e como o grupo sobreviveu a operações federais e agora migra para minerais críticos.
Leia a reportagem completa: https://t.co/AMu0NUVzOv