Achismo: você quer Tarcísio, Renan, Caiado, Cury ou Zema na presidência em 2030?
Pois saiba que isso só pode acontecer se Lula vencer agora. Porque se der Flávio, esqueça. O clã vai fazer de tudo pra ficar no poder e, daqui a 4 anos, será projeto de reeleição.
Se tiver eleição.
Mensagens da PF revelam que Luciano Huck foi sócio, amigo e conselheiro de Daniel Vorcaro. Apresentador se aproximou do banqueiro durante parceria de mídia que rendeu quase 100 milhões de reais. Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro revelam uma intensa relação de negócios com Huck, enquanto espionava e tramava atos violentos contra jornalistas do Grupo Globo que revelavam seus esquemas. Não há ilegalidades nas mensagens (veja)
O curioso caso do eleitor que se diz patriota, odeia bandido e se acha moralmente superior, mas pretende votar numa chapa na qual o candidato à presidente é investigado por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas e o vice deve responder por estupro de vulnerável.
🚨🚨URGENTE 🚨🚨
Vamos espalhar esse vídeo, em todas as redes.
Enquanto o escândalo se espalha, aparecem novas ligações, milhões em repasses e personagens cada vez mais próximos do poder. O vídeo resume uma sequência de fatos e investigações q o Brasil precisa acompanhar até o fim.
BRASIL PRECISA DO LULA
BRASIL SOBERANO
LULA NA ONU
LULA13
#Lula2026étetra
VOTE 13
Porchat não fez um documentário. Fez uma denúncia minuciosa e detalhada. E você não pode deixar de assistir a esse vídeo. É de suma importância. Compartilhe até cansar!
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.
O Instituto Iter, fundado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, e do qual ele e sua mulher eram cotistas, obteve, em pouco mais de dois anos, 28 contratos com órgãos públicos de todo o Brasil que totalizam R$ 10,7 milhões: https://t.co/ssCcFwvt0G
COMPARTILHA ESSA PORRA E QUEM QUISER CAMPANHA FOFA VAZA DAQUI! EU NÃO VOU DEIXAR O BOLSONARO VOLTAR AO PODER PRA MATAR E HUMILHAR O POVO!
PAGO O PREÇO QUE FOR MAS NÃO DEIXO ISSO ACONTECER!
Mais uma vez, o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, foi pego na mentira a respeito do dinheiro que o banqueiro Daniel Vorcaro deu supostamente para bancar o filme sobre o pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O senador havia declarado que os repasses de Vorcaro cessaram em maio de 2025, mas a revista piauí revelou que o banqueiro enviou mais US$ 1,666 milhão em setembro daquele ano para o Havengate Development Fund, o fundo americano que administrava o dinheiro do filme Dark Horse, conforme relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Há ainda mensagens que indicam outro pagamento em outubro.
Já se perdeu a conta de quantas vezes o candidato declara algo sobre esse assunto e é obrigado a se desdizer quando surgem evidências de que ele não falou a verdade. Definitivamente, não é o comportamento que se espera de um postulante à Presidência da República, que por definição deve ser honesto. Pode até ser que haja eleitores para os quais isso não importa, e as pesquisas de intenção de voto mostram que talvez eles sejam muitos, mas idealmente não se pode esperar que o governo do País seja entregue a alguém que é cronicamente incapaz de dizer a verdade. Nisso, aliás, puxou ao pai, que mentiu a mais não poder para chegar à Presidência e, depois, para governar. Deu no que deu.
Desde que sua relação com Vorcaro veio a público, Flávio não esclarece os fatos espontaneamente. Tem seguido um rito: nega enquanto pode e só admite o que uma nova prova o obriga a reconhecer.
Para piorar, o senador insiste em dizer que se tratava de “dinheiro privado” para “um filme privado”. Ora, chamar o dinheiro de Daniel Vorcaro de “privado” é uma falácia. Há cada vez mais indícios de que o caixa do Banco Master, de Vorcaro, era abastecido também por dinheiro descontado de aposentados em empréstimos que, segundo as investigações, eles nem sabiam que haviam contratado. Ou seja, estavam sendo roubados. Há, ainda, recursos de regimes de previdência de Estados e municípios e bilhões obtidos com a venda de carteiras suspeitas ao Banco de Brasília (BRB), um banco público.
O imperador Vespasiano dizia que pecunia non olet, isto é, que dinheiro não tem cheiro, razão pela qual, para efeitos tributários, pouco importa de onde ele veio. Flávio Bolsonaro espera que a mesma lógica sirva para justificar seus negócios com o banqueiro que protagonizou o maior golpe da história do sistema financeiro nacional. Mas o dinheiro de Vorcaro tinha cheiro, sim, e era muito ruim: foi fruto de fraude generalizada, que inclui dinheiro afanado de aposentados. Se Flávio Bolsonaro, na condição de candidato a presidente, acha que ninguém tem nada com isso porque o dinheiro de Vorcaro é supostamente “privado” e que não há nada de errado em se relacionar financeiramente com um criminoso, a quem tratou afetuosamente como “irmão”, está obviamente enganado.
Por isso, a história da dinheirama que Daniel Vorcaro despejou generosamente a título de financiar o projeto cinematográfico da família Bolsonaro ainda está muito longe de ser uma “página virada”, como deseja Flávio – sobretudo porque pairam no ar as suspeitas de que o dinheiro serviu não apenas para bancar o tal filme mequetrefe, mas também para sustentar a dolce vita do deputado cassado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos e para ser usado na campanha eleitoral deste ano, de forma obviamente irregular.
Tudo isso está sendo investigado pela Polícia Federal e, mais dia, menos dia, será esclarecido. Até lá, presume-se que Flávio Bolsonaro se manterá agarrado à palavra mágica “privado” para tentar encerrar o assunto e, ao mesmo tempo, continuará terceirizando responsabilidades, como faz quando atribui à produtora do filme a obrigação de prestar contas. Ora, foi ele quem pediu o dinheiro a Vorcaro, foi ele que cobrou os pagamentos e, portanto, é ele quem deve explicações. (editorial do Estadão)
Coragem, Renaults, coragem!
Os Cactos nesse mesmo momento foram com tudo pra cima do Gil sem dó, e vamos ser honestos: ele não fez nem metade do que a Milena está fazendo com a Ana Paula agora. Nem perto.
E tem mais: tá na cara que a Ana já não aguenta mais a Milena. Chegou no limite.
FORA MILENA 🚫
#BBB26
#TeamRenault