@Oruivo87@PaniniAmerica Não é esse ano, nas duas copas anteriores passei por esse perr3ngue. Dessa vez preferi não comprar na pre venda e não me arrependi
@profrafaelmaia Na verdade, pelo menos em vários casos, deveria não só ser imediato, como deveria haver devolução retroativa dos valores e ser aberta ação de improbidade contra os desembargadores e ministros responsáveis pela organização disso. O que aconteceu foi um verdadeiro descalabro.
“Atribuições” de ministros de Suprema Corte:
- Palestrar em eventos patrocinados por empresas interessadas em decisões da Corte, inclusive banco com esquema bilionário de fraude;
- Receber delas cachês sigilosos;
- Avalizar e vetar participantes desses eventos;
- Ter esposa com contrato de R$ 130 milhões com o banco;
- Conversar pelo WhatsApp com banqueiro investigado, inclusive no dia de sua prisão;
- Retaliar críticos com inquérito aberto de ofício há 7 anos, sem fato nem prazo definidos, muito menos sorteio de relator;
- Receber dividendos de empresa que faturou até R$ 35 milhões com fundo controlado por operador do banqueiro;
- Omitir relação comercial com familiar de alvo para garantir relatoria do caso;
- Receber empresários em resort familiar;
- Ressuscitar ação enterrada há 3 anos para blindar ministro aliado;
- Suspender a enésima votação de requerimentos em bloco, em CPI, se for para blindar filho do padrinho político;
- e por aí vai…
Mas querem que você acredite que está tudo normal na República e que toda desconfiança ou crítica configura ameaça ou ataque às instituições e à democracia.
Começou a Semana do Consumidor da lojinha do Jeff Bezos!
Já sabe como funciona né? Retuíta este post e vai lendo o fio que eu vou trazer as melhores ofertas!
A @madeleinelacsko está denunciando como o assédio judicial coordenado tem sido utilizado para censurar jornalistas e já te explico o que isso tem a ver com o Marco Civil da Internet (MCI).
Os jornalistas como pessoa física (e não os veículos de imprensa como pessoa jurídica) têm sido processado em "juizados de pequenas causas" em locais distantes para forçar o jornalista a viajar junto com advogado para comparecer às audiências. Quando chega-se lá, o reclamante não comparece de forma reiterada e a audiência é remarcada também de forma reiterada.
Só a @madeleinelacsko compareceu 9 vezes em audiências sobre o mesmo em que algumas delas o reclamante não compareceu. 9 diárias de advogado, 9 hotéis, 18 voos. Alta despesa e horas sem trabalhar. É possível fazer jornalismo assim?
Lembra que falei do MCI? Ué, se depois de 13 anos em vigor o STF legislou ao modificar o artigo 19 do Marco Civil tornando as plataformas civil e criminalmente responsáveis pelos conteúdos que nós usuários postamos aqui, por que é o CPF do jornalista e não o CNPJ do veículo de imprensa o responsável pela suposta injúria, difamação ou calúnia que um jornalista comete?
Por que mesmo existindo jurisprudência determinado que nos Juizados Especiais Cíveis jornalistas respondam em seu domicílio, juízes continuam intimando jornalistas no domicílio distante de reclamante por dano moral?
Se é a plataforma de que nós somos clientes passou a responder juridicamente pelo o que aqui escrevemos, por que veículos de imprensa que revisam, editorializam e publicam conteúdo não são responsáveis pelos conteúdos de seus jornalistas funcionários?
Esses dois pratos da balança estão realmente equilibrados por alguém vendado ou estão arbitrando como os convém? Vídeo da @madeleinelacsko explicando em detalhes a seguir:
Rodrigo Pimentel, em suas entrevistas, tem defendido que o Estado do Rio de Janeiro vive uma situação que se aproxima de um Conflito Armado Não Internacional. Isso não pode ser apenas um detalhe retórico.
A afirmação é incômoda porque desmonta o mito do orgulho federativo: mostra que há guerra dentro de um país que insiste em se declarar pacífico, democrático e soberano. Lula, até outro dia, estava arrotando soberania para os coleguinhas da ONU.
Se esse enquadramento fosse formalmente aceito, o Rio atuaria sob o Direito Internacional Humanitário, com obrigações formais de guerra interna. O governo federal petista, por sua vez, teria de admitir o que nega há décadas: a perda funcional de soberania sobre parte do território nacional. Um fracasso monumental de toda retórica petista do "amor venceu".
Se isso acontecesse, a força policial teria de se converter em força militar legítima; e o Estado, de agente de segurança, passaria a parte em guerra. A operação deixaria de ser “repressão ao crime” para se tornar "ato de imposição da paz interna" — como sustenta Rodrigo Pimentel.
O dilema é ou reconhecemos que o Rio enfrenta um poder armado paralelo (e, portanto, uma forma de guerra interna), ou continuamos fingindo que “bandidos” se combatem com boas intenções. O moralismo progressista prefere se apegar ao delírio pacifista.
Um pouco — só um pouco — de realismo não faria mal para o debate público. O problema é que a simples discussão a respeito da nomeação dos fatos fere o orgulho ideológico dos que vivem de mitos e fingem não ver que, no Brasil, já vivemos tomados pela tragédia da violência há muito tempo.
@JoaquinTeixeira Ok, acho q chegamos lá. A humanidade atingiu o fundo do poço. Daqui pra frente, só pra cima, pq não tem como piorar. Se isso não for o chão da civilidade, o que poderia ser?