Sem querer generalizar e já pedindo desculpas para alguns amigos, o inconformismo deles é mais ou menos assim:
- Faz concurso para ganhar brutos R$ 40 mil.
- Em pouco tempo, conseguem ganhar mais de 100 mil líquidos.
- Mas quando chegam ações de milhões para julgar, acham que o que ganham é um miserê.
- Ficam com dor de cotovelo quando vão arbitrar honorários de sucumbência.
- Indeferem os pedidos de justiça gratuita sem dó.
- Dano moral é quase tudo mero aborrecimento.
- Quando defere dano moral é de uns 2 mil, para não haver enriquecimento ilícito.
E por aí vai.... \0/
Mas na hora de conceder uma indenização por um dano terrível que um cidadão passa eles fixam o valor em R$ 4 mil reais para não ENRICAR indevidamente a vítima. R$ 40 mil não enrica, R$ 4 mil sim.
🇧🇷 Durante julgamento no STF sobre “penduricalhos”, ex-juíza reclama que magistrados sofrem “muita insegurança jurídica” por não saberem quanto vão receber e que precisam financiar o próprio carro e pagar combustível e café com o seu salário.
@comunadememes@rgerevinni Não sei se vc pensou antes de escrever, mas nesse exemplo infantil que vc deu o próprio executivo tinha o poder sobre a matéria.
@comunadememes@rgerevinni E ainda posta meme falando de amadurecimento kkkkk
Esse perfil deve ter se sentido tão inteligente postando isso diretamente do DCE
O Tribunal de Justiça de São Paulo acaba de recorrer da decisão de Flávio Dino que suspendeu os supersalários no serviço público.
É muito difícil pra essa gente viver sem esses privilégios imorais.
@bah_cm De fora tudo é nítido; por dentro, é neblina.
E há ciclos e traumas tão enraizados que nem a melhor ajuda desfaz, só o tempo, a coragem e à sabedoria.
Que nunca nos falte coragem e sabedoria.
@bah_cm O que assusta é isso: mesmo doendo, viramos reféns de teimosias e vícios (que nem parecem teimosia pra quem está dentro, porque a própria mente nos absolve).
Às vezes sabemos o q precisamos mudar e não conseguimos. Outras, são a soma das nossas falhas que, somadas, viram destino
Eu vi um concurseiro reclamar da decisão de Flávio Dino a respeito da limitação do teto do funcionalismo público.
Se quer enriquecer, vá para a iniciativa privada.
Se quer enriquecer às custas de um Estado em que a população passa fome, é melhor continuar fora dele.