BANDEIRA DE GRUPO TERRORISTA
NA MANIFESTAÇÃO DE LULA
Forças Guerrilheiras Internacionais e Revolucionárias: Anarquistas armados ligadas ao PKK (listado como organização terrorista internacional nos EUA, Turquia e UE). Foco: “espalhar guerra para todos os países após a Síria”…
As imagens do ato pró-Lula de domingo, na Avenida Paulista, deveriam constranger qualquer defensor da democracia; militantes encapuzados, uma bandeira dos Estados Unidos incendiada, pichações exaltando a revolução e gritos de “Fogo nos fascistas!”. É essa a liberdade que dizem defender?
Setores da esquerda, influenciados por movimentos marxistas-leninistas, falam em derrubar o “fascismo” enquanto defendem um projeto político que, somados os governos de Lula e Dilma, já ocupou o Planalto por quase duas décadas. Revolução para conservar Lula no poder? E quem discorda é rotulado de fascista, hostilizado e tratado como inimigo a ser eliminado - justamente com os métodos fascistas que dizem combater. O paradoxo é vergonhoso.
Queimam a bandeira americana enquanto um manifestante encapuzado ergue a da Palestina. Onde está a indignação contra o Hamas, que massacrou civis israelenses e reprime e mata palestinos? Onde ficam os direitos das mulheres e das pessoas LGBTQIA+ quando se trata de condenar o autoritarismo islamista?
E ainda esses mesmos revolucionários dizem temer a censura. Nada mais estarrecedor quando são eles que não defendem o direito de quem pensa diferente. A democracia que eles defendem exige concordância, pensamento hegemônico, sem alternância de poder, e cadeia e morte para a oposição. Gritar “Fogo nos fascistas!”, escondendo o rosto, é o típico ato de ditadores e tiranos que normalizam a intimidação, mergulhando a sociedade numa espiral de terror e medo.
Tucídides, ao relatar o golpe de Estado em Atenas, deixou uma advertência:
“E nenhum dos outros cidadãos, por medo, fazia mais oposição, vendo que os participantes da conspiração eram tantos; mas, se alguém se opunha, subitamente morria de maneira oportuna, e não se investigavam os suspeitos, nem eram punidos. O povo permanecia calmo e estava tão aterrorizado que aqueles que não sofreram violência já acreditavam estar ganhando, mesmo sendo forçados a permanecer em silêncio permanente…”
Nenhum desses manifestantes foi preso ou investigado. E isso diz muito….
Entendam q essa senhora é professora de uma tradicional universidade, dona de uma das maiores editoras do país e membro da ABL (a tal dos imortais). Entendam o abismo doutrinário e o tamanho da guerra cultural.
ÁUDIO VAZADO EXPONDO O PLANO DE FRAUDE MAS URNAS.
Aqui narra exatamente como tudo foi armado.
Bem, para nós não é surpresa. Sabemos que Lula, talvez, nunca tenha ganhado sequer uma eleição, já que começou a ganhar a partir da implantação das urnas.
O Peter fez um sisteminha pra verificar todas as seções eleitorais onde houve uma abstenção baixíssima muito fora do normal com votos depois das 17h e sem liberação pela digital
Vocês têm noção que isso aqui pode evitar milhares, talvez milhões de votos fraudados?
A solução é mandar fiscal pra essas seções
@plnacional_ ENTRE EM CONTATO COM O PETER
🚨MARINA SILVA vai pra cima das MENTIRAS de Lula e do PT.
Marina mostra como ela foi alvo das mesmas mentiras que inventam contra o Flávio, inclusive a mentira de Nossa Senhora.
Baixe o vídeo e mande no zap!
🚨 MASSIVE FIRES IN THE AMAZON!
Lula is doing NOTHING about it.
Back in 2019, when the Amazon was on fire (with some fires allegedly set deliberately), Leonardo DiCaprio and Mark Ruffalo, what did you have to say back then?
You blamed Jair Bolsonaro’s anti-environment policies, didn’t you?
So tell me, you brainless hypocrites: if Lula is doing NOTHING now, doesn’t that make him an environmental destroyer too? 😂
YOU ABSOLUTE CLOWNS. 🤡
@LeoDiCaprio@MarkRuffalo
"Gente, sério mesmo. Se o NUNES MARQUES tiver um SACO no meio das pernas, ele tem a OBRIGAÇÃO de derrubar esse CANAL DE FAKE NEWS mais uma vez.
Olha a quantidade de ABSURDOS que está saindo lá. É INACEITÁVEL que uma coisa assim continue acontecendo na reta final de uma eleição. Pqp!
@nunesmarquesk
Que mulher baixa, sem pudor!
🫣🫣🫣🫣🫣🫣
O irmão de Cleitinho EDUARDO AZEVEDO teve que vir nas redes sociais para desmentir a coordenadora digital do Lula "Ana Elisa, foi suja até para os padrões do próprio PT.
Que vergonha, Ana Elisa!
Que vergonhoso....
"Agora virou ZONA de vez. O ministro do LULA no TSE passou por cima do NUNES MARQUES e mandou reativar o grupo de FAKE NEWS do JANONES.
Se alguém ainda tinha dúvidas de que este país está completamente FODIDO, agora não tem mais. PQP...
É domingo, 11 de outubro, e o Amazonas continua queimando. Em Manaus, a fumaça tomou conta do ar, famílias tentando se proteger dentro de casa, aulas suspensas e bombeiros trabalhando até o limite.
Em um dos vídeos, um brigadista passa mal e precisa ser carregado pelos colegas. É difícil assistir a essas imagens e aceitar que tudo isso seja tratado como mais uma troca de notas entre governos.
No dia 18 de setembro, o Corpo de Bombeiros do Amazonas pediu reforço ao governo federal; quatro aeronaves para enfrentar as chamas, além de transporte e viaturas. No dia 1º de outubro, veio a resposta cruel da Secretaria Nacional de Segurança Pública, ligada ao governo Lula: “o pedido não poderia ser atendido naquele momento”. Está tudo documentado.
O governo Lula se escora na alegação de que o estado “dispensou” apoio, enquanto comemora 229 incêndios apagados e outros 20 ainda em combate. As aeronaves só começaram a chegar neste sábado, 10 de outubro, em meio à avalanche de denúncias nas redes sociais.
E onde está toda aquela comoção nacional de outros tempos? Em 2021, durante o governo Bolsonaro, artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Chico César emprestaram suas vozes à “Canção pra Amazônia”, do Greenpeace. Hoje, diante do sofrimento dos moradores e do esgotamento dos bombeiros, onde está a mesma mobilização?
Lula e o governo do Amazonas, ambos hipócritas, precisam prestar contas. Quem negou o quê? Quem dispensou ajuda? Quando os reforços chegaram, de fato, à linha de fogo? A Amazônia não precisa de campanhas tendenciosas, politizadas e enviesadas, promovidas apenas quando há conveniência política.
As vidas humanas e animais ameaçadas por essa fumaça valem infinitamente mais do que qualquer disputa política ou interesse de poder.
CARAIOOO QUE VÍDEO FODA!
NEGROS E GAYS dizendo que ninguém perdeu direito nenhum durante o governo Bolsonaro.
No vídeo, ainda dizem que o que a esquerda diz são narrativas, e na direita SÃO OS FATOS.
Esse vídeo TEM QUE RODAR todas as redes sociais.
A revista do establishment internacional traz a notícia que o lulopetismo jamais gostaria de ler: “Os Bolsonaro estão de volta”.
A frase aparece na capa da edição de 10 a 16 de outubro da The Economist, uma publicação que jamais escondeu suas críticas severas a Jair Bolsonaro. O editorial, da revista é inegável - “O Brasil é um país de direita agora”.
Não é uma declaração de apoio à família Bolsonaro; é o reconhecimento de uma transformação política que ultrapassa qualquer preferência editorial. Depois do primeiro turno, Flávio Bolsonaro chegou à disputa decisiva à frente de Lula, com cerca de 47% dos votos válidos contra 45%. A revista avalia que Flávio é o favorito para 25 de outubro e chega a projetar sua vitória. Uma previsão, vinda de quem vem, tem enorme significado político.
O editorial apontou a mudança no Congresso. O PL ampliou sua presença no Senado e na Câmara, enquanto a direita consolidou espaço nos maiores colégios eleitorais. A revista aponta ainda o desgaste de Lula: custo de vida, endividamento, dificuldades fiscais, escândalos e um discurso político cada vez menos capaz de convencer os jovens brasileiros. O PT já não consegue se apresentar como intérprete automático dos desejos de uma nação que demonstra estar cansada de promessas e exige resultados.
A The Economist não se converteu ao bolsonarismo, continua manifestando reservas e críticas à família Bolsonaro. Justamente por isso, seu diagnóstico reconhece que o centro de gravidade da política brasileira mudou. A hegemonia petista, construída durante décadas, enfrenta uma ruptura que já não pode ser atribuída simplesmente ao antipetismo ou à figura de Jair Bolsonaro.
Lula ainda disputa a Presidência, e as urnas darão a palavra final em 25 de outubro. Mas uma realidade já está escrita: a direita não é uma onda passageira nem um acidente eleitoral. O projeto de perpetuação política do lulopetismo acabou. Não foi a The Economist que trouxe os Bolsonaro de volta; foram os brasileiros, nas urnas.