Odeio favelado sem educação, tem tanta gente educada que vive em comunidade mas sempre tem um cabelinho de abacaxi que acha legal ficar ouvindo som alto sem fone no BRT.
Sou de esquerda e JAMAIS votaria em Jones Manoel, ele é a pessoa mais delulu possível. Há nomes bem mais fortes e melhor preparados como Camilo ou Erika.
O incel falando que agora vai mudar o Brasil e eu que aceite sem choro, TENHO 26 ANOS, CASA PRÓPRIA, FORMAÇÃO, 3 IDIOMAS, CURRÍCULO EM BANCO GRANDE E NAS 2 MAIORES EMPRESAS DE AVIAÇÃO DO PAÍS. ELE LAVA MOTO POR DEZ REAIS E QUER DAR AULA DE SUCESSO? Eu não fico sem emprego, já ele
Anitta dispara contra decisão do TSE para Douglas Ruas como governador do Rio de Janeiro:
"E vamos de mais um abuso contra a democracia! Parabéns Brasil, Parabéns Garotinho e Douglas, jogada de mestre. Agora os próprios políticos decidem quem ganha as eleições"
Há anos, eu e todas as pessoas ao meu redor, amigos e comunidade, sempre fomos contra qualquer tipo de violência discriminatória. Minha opinião política nunca foi mistério pra ninguém, e diariamente eu e meus familiares somos atacados e perseguidos por isso.
Mas eu também convivo diariamente com pessoas que tem sua existência questionada e ameaçada por ideologias completamente odiosas. O dia de ontem foi, honestamente, um choque e um presságio péssimo de algo que a gente não pode deixar acontecer de novo.
Uma comunidade grande inevitavelmente reúne pessoas que discordam ou simplesmente não conseguem compreender a proposta de uma obra ou trabalho, mas essas pessoas não representam o meu trabalho nem de todos ao meu redor.
Então, se ainda existe alguma dúvida, a resposta é simples: no segundo turno das eleições de 2026, dia 25, a única escolha é Lula 13. Nós não podemos permitir mais um Bolsonaro no poder.
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.
Meu voto será 13, porém não acho que vá ganhar depois disso. O futebol une todos — esquerda, direita, centro, crentes, ateus e tudo mais — e irritar esse vespeiro tem um preço. Lula errou ao proibir as bets.
🚨 URGENTE: Lula assinou MP que PROÍBE todas as bets no Brasil.
Os apostadores vão ter até o dia 5 de outubro para RETIRAR voluntariamente o dinheiro disponível nas plataformas.
Lula acaba de perder a eleição. A nove dias da votação, barrar as bets foi o maior tiro no pé, a maior burrice que já vi fazendo Flavio ganhar . Vou votar nele, mas não com tanta certeza de que vá vencer, já que aposta é problema. Por que não acaba com a loteria federal? Irônico.
🚨 🇧🇷 OFICIAL: Lula assina MP que PROÍBE as bets no Brasil após o próprio governo ter vendido, desde 2024, 35 outorgas de R$ 30 milhões, com autorização para explorar a atividade por 5 anos; medida tem vigência IMEDIATA.