A homenagem a José Mourinho no Dragão não nasceu do acaso.
Foi ideia de André Villas-Boas, que se mostrou sensibilizado ao ver o seu “professor” tão distante do que em tempos foi. Um gesto de respeito, mas também de tristeza: a imagem de um gigante acabado.
Os aplausos que recebeu foram reflexo disso mesmo compaixão de quem ainda reconhece o passado, mas percebeu que o presente já nada tem a ver com esse legado.
Mourinho não veio ao Dragão para anunciar a reforma, mas sim para preparar a mudança para a Luz. Villas-Boas, que já sabia do rumo, quis deixar-lhe uma última mensagem: nunca mais voltará a sentir o que viveu no Porto.
No próximo jogo no Dragão, terá o tratamento adequado.
Seremos.
É penalty sobre Taremi. O FC Porto foi prejudicado contra o FC Barcelona. Não tenho qualquer problema em o escrever ao contrário da esmagadora maioria dos portistas (99%) que se fartaram de gozar com os lances polémicos em Milão, contra o Benfica, e ao facto do SLB ter tido 1 penalty surripiado em cada 1 dos seus últimos 4 jogos nesta prova europeia.
Há uma proteção ridícula da arbitragem e da UEFA aos clubes que avançaram com a Superliga Europeia. Para não levantarem ondas, digamos assim. Se é para a Champions virar este circo mais vale irem os 10 meninos ricos para um canto e deixar esta linda a competição em paz. Acredito que os amantes do futebol saberão escolher que competição merece mais atenção.
Mas mais, se Portugal tivesse um Presidente da Federação Portuguesa de Futebol mais interessado no presente e menos interessado em 2030 e nos tachos que consegue sacar nas instituições de futebol talvez se conseguisse fazer alguma pressão. Mas Fernando Gomes está em modo múmia. Calado, orgulhosamente calado. Para não levantar ondas, digamos assim.
É penalty sobre Taremi. O FC Porto foi prejudicado contra o FC Barcelona. Não tenho qualquer problema em o escrever ao contrário da esmagadora maioria dos portistas (99%) que se fartaram de gozar com os lances polémicos em Milão, contra o Benfica, e ao facto do SLB ter tido 1 penalty surripiado em cada 1 dos seus últimos 4 jogos nesta prova europeia.
Há uma proteção ridícula da arbitragem e da UEFA aos clubes que avançaram com a Superliga Europeia. Para não levantarem ondas, digamos assim. Se é para a Champions virar este circo mais vale irem os 10 meninos ricos para um canto e deixar esta linda a competição em paz. Acredito que os amantes do futebol saberão escolher que competição merece mais atenção.
Mas mais, se Portugal tivesse um Presidente da Federação Portuguesa de Futebol mais interessado no presente e menos interessado em 2030 e nos tachos que consegue sacar nas instituições de futebol talvez se conseguisse fazer alguma pressão. Mas Fernando Gomes está em modo múmia. Calado, orgulhosamente calado. Para não levantar ondas, digamos assim.
Esta pode ser uma opinião bastante controversa, mas é preciso dar muitíssimo mérito a este jogo do FC Porto.
O Benfica chegou ao clássico, em sua casa, na máxima força. O FC Porto apresentou-se com quatro baixas, sendo duas delas os seus centrais titulares. Zaidu também está lesionado e costuma ser titular neste tipo de jogo.
Aos 19 minutos, vermelho direto para um central dos dragões que, além de ficarem reduzidos a 10, passaram a jogar no eixo da defesa com um rapaz que esteve encostado durante um ano e um jogador que nunca treinou com a equipa principal e tem como maior propósito acrescentar experiência à equipa B.
Neste cenário, o FC Porto aguentou-se com o marcador a zeros até aos 70 minutos.
Não há milagres, não se fazem omoletes sem ovos. Esta equipa tem todo o meu apoio, representa-me dentro e fora de campo. Hoje sou mais portista do que era ontem, e amanhã serei ainda mais do que sou hoje.
A minha opinião mantém-se. A malta que se queixa no twitter é a malta q vê o futebol de pala nos olhos. Se vissem os jogos e deixassem de reclamar as mrds, passariam a entender melhor o pq das coisas