Vamos tirar o elefante branco da sala: escala 6 por 1
A promessa é trabalhar menos sem ganhar menos. Falta explicar como manter o emprego e a operação de pé.
Por Mooska (@LagSignal)
O trabalhador quer descanso. O pequeno empresário também. A diferença é que, depois do anúncio, alguém precisa organizar a escala, atender o cliente e fechar a folha. É nesse balcão que a promessa encontra a conta.
O texto aprovado pela Câmara prevê reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, com dois dias de descanso. A transição chega às 40 horas depois de 14 meses da promulgação. O prazo está definido. A capacidade de cada negócio para absorver a mudança precisa ser demonstrada.
Mantido o custo mensal do empregado, a redução aumenta o custo por hora em 10%. Para compensensar as horas com a mesma equipe, seria necessário produzir 10% mais por hora num modelo em que a produção acompanha o tempo trabalhado. Quando esse ganho não aparece, manter o serviço exige outra solução.
Dez empregados de 44 horas oferecem 440 horas semanais. Com 40 horas, oferecem 400. Recuperar as 440 exclusivamente por contratação exige um décimo primeiro empregado, supondo que a escala aproveite todas as horas. A folha cresce 10%. Quem promete que isso será facilmente absorvido precisa mostrar em qual margem.
Considere uma empresa hipotética com faturamento de R$ 100 mil, folha afetada de R$ 30 mil, outras despesas de R$ 65 mil e lucro de R$ 5 mil. Acrescentar R$ 3 mil à folha, sem mudar receita e demais custos, reduz o lucro para R$ 2 mil. Uma despesa adicional de 3% do faturamento consome 60% do lucro.
Esse é o elefante na sala. A conta pode parecer pequena para quem olha a receita. Para quem depende do que sobra, ela ocupa quase tudo.
A CNI estima despesas adicionais entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões anuais para repor horas por contratação ou horas extras. São projeções condicionadas, não perdas já ocorridas. O Ipea apresenta uma leitura mais favorável à capacidade de absorção, mas também identifica setores e pequenos negócios que exigem atenção. A cobrança permanece: quanto cada atividade consegue absorver sem comprometer sua operação?
Eliminar tarefas desnecessárias pode liberar horas num escritório. Num comércio, o atendimento precisa acompanhar a chegada dos clientes. Na vigilância, os postos precisam estar cobertos. Na fábrica, turnos e máquinas exigem coordenação. “Aumentar a produtividade” só responde ao problema quando vem acompanhado de um mecanismo viável, um custo e um prazo.
A mudança também chega a um calendário que já contém férias, descanso semanal e feriados nacionais e locais. Essas interrupções exigem planejamento e, em certas operações, cobertura adicional. Por isso, o custo precisa ser calculado sobre a rotina efetiva de cada negócio.
Mais descanso é um benefício real para o empregado. O risco surge quando a adaptação retorna em preços, redução de vagas ou fechamento de operações. Esses efeitos não são inevitáveis. São possibilidades suficientemente relevantes para exigir respostas antes de tratar a proposta como uma vitória sem contrapartida.
A própria previsão de regras transitórias para pequenos negócios reconhece que as condições são diferentes. Mas remeter parte da solução a uma lei futura não demonstra que ela será suficiente. Quem defende a implementação precisa apresentar como proteger os estabelecimentos com margem estreita, folha elevada e pouca capacidade de reorganização.
A promessa já tem número de horas, dias de descanso e prazo. Sua sustentação precisa ter o mesmo grau de precisão. Qual ganho de produtividade é esperado? Onde será necessário contratar? Como ficará a empresa que não consegue aumentar preços nem reduzir mais a margem?
"O político anuncia a folga. O pequeno negócio recebe o boleto."
-Mooska
Obs. Mooska é funcionário.
#Mooska #Escala6x1 #FimDaEscala6x1 #JornadaDeTrabalho #EconomiaBrasileira #PequenosNegócios #Emprego #Produtividade #QuemPagaAConta
BRASILEIROS!
Ajam como os Americanos!
Aqui nos Estados Unidos, a opinião de artistas e isso de um modo geral, não vale um pedaço de merda para os Americanos, porque aqui todo mundo sabe que eles apoiam o partido democrata socialista/comunista, porque estão pensando somente em si mesmos e nunca no bem estar do povo! Isso acontece também no Brasil!
Constatem isso no vídeo anexo, onde um desses “artistas” é desmascarado na mentira que tenta fomentar:
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🚨URGENTE! Ex-presidente da Força Sindical e do Sindicato dos Metalúrgicos de SP, Luiz Antônio de Medeiros, desmente e rejeita mentiras da campanha de Lula:
@Alexmorettibr Vão usar a menina ...igual aquelas pessoas que subiram a rampa com o Lula coitados, e depois ela vai ser cuspida.
Vcs acham q a Gleise e JANJA, Boulos...Tabata vão aceitar essa menina que chegou ontem sentar na janela? Kkkk
@ArleteCaetum@FlavioBolsonaro Essa aí fica só cavando falta, se eu sou o @FlavioBolsonaro, meto logo um processo forte, pra ela ficar esperta. Tá se achando a última bolacha do pacote!!!
Policiais urinaram em cima de bolsonarista na prisão. Passaram a menstruação no rosto dela, eram acordadas com jato de água fria…
Alexandre de Moraes DEVE ser punido assim como esses agentes. Não vamos esquecer q Hitler não era ninguém sem a SS.
ATENÇÃO BRASILEIROS !
VAMOS DESMENTIR MAIS ESSA MENTIRA DESCARADA EM RELAÇÃO AOS AUTISTAS DO BRASIL, ESPALHADA NAS REDES PELO EXTREMISTA DE ESQUERDA FELIPE NETO!
ISSO É CRIME!!!!
@_mapeoficial
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Depois de Lula soar o "apito de jumento" para ataques de seus extremistas radicais, denominados como "pseudo-estudantes", eles tomaram as ruas e fizeram isso aqui, em vários estados e com vários carros estacionados por onde passavam.
Espalhe este vídeo para que todos saibam, como o PT "vira voto" pro Lula.