usar uma galinha como argumento pra defender escala 6x1 talvez seja uma das formas mais honestas que a elite encontrou de admitir que não vê trabalhador como ser humano
Ex-Flamengo, Berrío fala sobre filha torcedora fanática pelo clube: 'Eu saí do Flamengo, mas o Flamengo não saiu de mim'.
“Eu desenvolvi um amor pelo Flamengo, pelo que vivi no clube. Tem pessoas que nascem sendo torcedoras e outras que viram. Eu virei por tudo que vivi no clube, o bom e o ruim. Via as críticas de maneira construtiva. Tudo que vivi me ajudou a começar a entender o que significa essa raça, amor e paixão que é o Flamengo. E ganhar aquela Libertadores (em 2019) foi catapultar esse amor. Até porque minha filha pequena é brasileira, carioca e torcedora mesmo. 'Papai, quando joga o Flamengo?' E coloca o seu manto. Quando perdeu a Recopa para o Lanús, ela estava chorando. Para ter ideia, quando jogam Brasil e Colômbia, ela torce pelo Brasil. Acho que está no DNA.”
“Quando decidi ir para o Flamengo, eu tinha várias propostas, uma para Turquia com o dobro do salário e ainda mais dinheiro para o Atlético Nacional, mas eu quis o Flamengo. Eu sentia que o Flamengo era um clube muito grande e iria me ajudar a crescer ainda mais. Já sabia que era grande, mas quando cheguei aquilo que achava que era grande ficou ainda maior. Não tem comparação com nenhum clube da Colômbia, está a nível mundial. E aquele time de 2019, a gente já sabia que iria ganhar, só não sabia de quanto. Não era soberba, mas pela qualidade dos jogadores e do Mister Jesus, que fez nos tornarmos um time ganhador. Ter feito parte desse crescimento do clube dá mais orgulho.”
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📸 Reprodução
Trabalhar num emprego comum sem pretensões grandiosas, voltar pra casa ao fim do dia, cuidar de quem você ama, ler um livro, cozinhar com calma, dormir bem, ficar em silêncio e ir à Igreja.
Uma vida simples não é fracasso.
Eu nunca tinha visto o nome/escudo do Flamengo tão retratado no universo das fofocas internacionais, milhões de posts com engajamento absurdo. Protagonista em todas as bolhas, o clube do caos é inevitável.
De um jeito ou de outro, internacionalização da marca…
Ricardo, você tem razão em alguns pontos desse teu texto aí, que inclusive reforça o pq de nós sermos prepotentes e arrogantes com o Brasil inteiro.
Mas fato de você ser botafoguense mostra exatamente o pq de tu não entender como a banda toca no Flamengo
Em 1983 o Flamengo demitiu o Carpegiani após o mesmo ter sido campeão da Libertadores 81, Mundial 81 e do Brasileirão 82 por conta de resultados ruins no Carioca, contratamos Carlos Alberto Torres e vencemos o Brasileirão 83 em cima do Santos.
Isso não é de agora como tu tenta pintar nesse texto que tu fez. A régua aqui sempre foi mais alta que nos outros clubes.