No episódio desta semana do Eu Explico, convidámos Diogo Ferreira Leite para nos explicar como é que os partidos podem cativar a participação dos jovens na política. https://t.co/H3DDWslHGr
@Alexandrarfl Totalmente FALSO.
Para quem é candidata à CML revela um preocupante desconhecimento da gestão de uma autarquia.
Não existe nenhuma retirada de verbas de programas de habitação. E sobre contrato da WebSummit, sim, resulta do assinado pelo seu camarada Fernando Medina.
@donocooperativa Porque?
Ainda perguntas porque?
Então quem é o presidente da câmara? Quem é o responsável máximo da Carris? É o Costa? É a esquerda como tu dizes?
Quem tirou dinheiro à Carris para dar a Websmit?
🪙🪙🪙 Defender Carlos Moedas do acidente no elevador da Glória começa por perceber uma coisa simples. A Carris não foi invenção sua nem lhe caiu nas mãos em estado imaculado. Em 2017 foi o governo do Costa e da GERINGONÇA que decidiu transferir a empresa para a câmara municipal de Lisboa. A operação foi validada e aplaudida pela maioria de esquerda que dominava a câmara. Desde essa data todas as decisões de peso sobre transportes, investimentos e orçamentos ficaram dependentes dessa maioria. O presidente da câmara preside mas não governa sozinho. E muito menos abre cofres ou define prioridades sem a bênção de quem hoje se indigna com tanto fervor. Convém lembrar que a maioria na CML é de esquerda. Aquela esquerda que nas assembleias municipais está mais preocupada com a Palestina do que com a segurança dos munícipes.
Depois há a questão da manutenção. Os elevadores estão sob alçada da Carris e não da câmara diretamente. A manutenção foi entregue a empresas externas há mais de uma década, contra o parecer dos próprios trabalhadores que alertavam para problemas técnicos. Só que esses mesmos trabalhadores, quando param serviços, raramente o fazem por razões de segurança. As greves que vimos nos últimos anos pediam aumentos salariais, redução do horário semanal, integração de precários e até passes gratuitos para familiares. Tudo legítimo na lógica sindical, mas a segurança das condições de trabalho nos elevadores e demais meios de transporte nunca foi a bandeira. É sempre depois da tragédia que já tinham alertado, mas nada que os levasse a fazer greve por isso. É mais fácil exigir subsídios e regalias do que discutir o estado dos cabos que puxam o Glória montanha acima.
E chegamos ao orçamento. A câmara só pode gastar aquilo que é aprovado em reunião e ratificado pela maioria. Essa maioria continua a ser de esquerda. Mesmo que Moedas quisesse tirar os milhões da Carris, teria de passar pelo carimbo dos mesmos que agora posam como carpideiras políticas. A regra é simples. Governam a régua e esquadro, aprovam o que lhes convém, depois atiram a culpa ao vizinho da cadeira do lado.
O que sobra é a caricatura habitual. Moedas não desenhou o elevador, não contratou a empresa que aperta ou desaperta cabos, não decide o orçamento sem validação alheia e não foi ele que em 2017 resolveu municipalizar a Carris. Herdou um sistema cheio de vícios e contradições. O Glória é tratado como peça de museu que todos gostam de mostrar, mas ninguém, sim, ninguém, nem mesmo os vereadores da opsição que tanto falam da Palestina nas AG da CML, alguma vez levaram para a agenda o tema da segurança nos funiculares. Nunca!
Nem o vereador Rui Tavares, que tem ampla visibilidade mediática, escreveu uma linha sobre este tema antes da tragédia.
A tragédia não traz a assinatura de Moedas. É filha de anos de gestão partilhada, de conveniências políticas e de um vício nacional que nunca falha.
o dono da cooperativa
nota: é impressionante como todos os caminhos vão sempre dar ao Costa, nem que seja por portas e travessas.
No caso de Portugal significa investir mais em Defesa do que em educação (atualmente 4.7% do PIB), habitação e infraestruturas (cerca de 0.5%), Desporto e Cultura (cerca de 0.9%) e segurança e proteção civil (1.6%). Uma Europa a ficar com as prioridades ao contrário.
O compromisso do Secretário-Geral da NATO em atingir 5% de investimento dos membros da aliança em Defesa é um total absurdo e uma demonstração de vassalagem total à agenda desta administração dos EUA
Em reunião de Conselho Geral aprovamos os novos estatutos da Universidade de Lisboa, formalizando a entrada da ESEL na Universidade e consagrando, sob proposta dos nossos Senadores discentes, um reforço representativo dos estudantes no Senado. Um grande dia para a nossa Academia.
📊 O recente inquérito conduzido pela @aaulisboa - Associação Académica da Universidade de Lisboa revelou desafios significativos enfrentados pelos estudantes em áreas como apoio financeiro, alojamento, saúde mental e mobilidade: https://t.co/4ufxj4Kc4g
É ano de autárquicas e Diogo Ferreira Leite escreve que “Lisboa tem todas as condições para se tornar numa cidade que não acolhe apenas estudantes, mas que aprende com eles" https://t.co/kwnqk9Nne4
@tmsousasantos Em segundo, porque o "reforço de financiamento" conseguido com este descongelamento (se for o mesmo que foi equacionado para o OE25) e consequente aumento não seria suficiente para se traduzir em nenhum reforço considerável na Ação Social Escolar.
Ano novo, a mesma discussão. O descongelamento das propinas do Ensino Superior não é, não pode, nem deve ser a solução para colmatar o sub-financiamento das nossas Instituições. A política de dar com um mão e depois tirar com a outra não pode continuar.
@tmsousasantos Por várias ordens de razão. Em primeiro lugar o sub-financiamento das IES deve ser colmatado através do reforço do seu financiamento por parte do Estado. Portugal continua a ser dos países da União Europeia que menos investe por estudante do Ensino Superior.
Foi aprovada na discussão para o OE25 a antecipação nos prazos de atribuição de bolsas de estudo no Ensino Superior, medida que a AAUL defendeu com os partidos com representação parlamentar. Estaremos atentos para garantir que a medida seja, desta vez, efetivamente implementada.