Fachin autorizou a AGU a defender Moraes na ação movida pela Rumble contra o ministro.
Ou seja: Moraes pratica um ato considerado ilegal, é processado, e quem paga a defesa somos nós, com dinheiro público.
Pior: a autorização veio de Fachin, o ministro que se considera o pai do Código de Ética da Corte
Este é o STF
Sou professor de Direito Processual Penal há 40 anos. Fui promotor do tribunal do júri no Rio de Janeiro por cerca de 20 anos.
Nunca havia visto uma barbaridade dessas.
“Misoginia” e “cultura patriarcal”: argumentos usados para perdoar uma mãe que mata o próprio filho.
É a justiça transformada em militância identitária.
Que nojo! 🤢
Is Brazil losing its freedom? Brazilian Senator @FlavioBolsonaro explains why the country's political crisis should concern everyone in the West.
00:00 - Could Flávio Bolsonaro Be Brazil's Next President?
02:00 - The Legacy of Jair Bolsonaro
07:00 - Why Is Bolsonaro in Prison?
13:00 - Brazil's January 8th vs America's January 6th
17:00 - Energy, Natural Resources, and China's Interest in Brazil
22:00 - Election Integrity and Electronic Voting Machines
24:00 - Elon Musk, X, and Free Speech in Brazil
28:00 - Crime, Cartels, and the Bukele Model
32:00 - BRICS, Iran, and Brazil's Foreign Policy
34:00 - Israel, the Abraham Accords, and the Isaac Accords
36:00 - Trump, Tariffs, and the U.S.-Brazil Relationship
41:00 - What Happens If the Election Is Stolen?
49:00 - Faith, Family, and the Future of Brazil
52:00 - The Spiritual Battle for the West
🚨🇧🇷🇨🇳🇺🇸
A Câmara dos EUA publicou um relatório classificando o Brasil como peça de uma rede global de espionagem militar chinesa. O governo Lula fez silêncio. Você precisa saber o que está em jogo.
O documento se chama Pulling Latin America into China's Orbit e foi produzido pelo Comitê Especial da Câmara dos Representantes dos EUA sobre o Partido Comunista Chinês. Data: 26 de fevereiro de 2026. Não é especulação. É um relatório oficial do Congresso americano, com fontes primárias, imagens de satélite e documentos governamentais chineses.
A tese central é esta: a China construiu, ao longo de décadas, uma rede de 11 instalações espaciais na América Latina — apresentadas como projetos científicos ou comerciais — que formam, na prática, uma infraestrutura militar de duplo uso integrada ao Exército de Libertação Popular (PLA). O Brasil aparece nominalmente como hospedeiro de duas dessas instalações.
Por que a América Latina?
Porque a China tem um problema geométrico. Estações terrestres só se comunicam com satélites quando estes estão na linha de visão direta. Sem bases no hemisfério ocidental, o PLA teria pontos cegos enormes nas órbitas de seus satélites militares — incluindo os de reconhecimento e os de guia terminal para mísseis hipersônicos e ICBMs. A América Latina resolve esse problema. O Brasil, especificamente, resolve o ponto cego equatorial.
O que está no Brasil
Duas instalações são detalhadas no relatório:
A primeira é a Tucano Ground Station, na Bahia — fruto de um acordo de 2020 entre a startup brasileira Ayla Nanosatellites e a chinesa Beijing Tianlian Space Technology, empresa vinculada à China Academy of Space Technology e à China Aerospace Science and Technology Corporation, ambas com ligações diretas ao PLA. O acordo prevê armazenamento e troca de dados operacionais entre as redes de antenas das duas empresas. O relatório aponta que esse arranjo pode, na prática, aprimorar precisão de rastreamento, consciência situacional espacial e resiliência de comando em ativos civis e militares.
O detalhe que mais deveria incomodar qualquer brasileiro: a Ayla assinou também um memorando com o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da Força Aérea Brasileira, incluindo treinamento de militares em simulação orbital e uso de antenas da FAB como estrutura de backup da estação de Tucano. O comitê americano conclui que esse arranjo fornece à China um canal para observar e influenciar a doutrina espacial militar brasileira — enquanto estabelece presença permanente numa região que os EUA consideram vital para sua segurança nacional.
A segunda instalação é o China-Brazil Joint Laboratory for Radio Astronomy Technology, na Serra do Urubu, na Paraíba — formalizado em 2025 entre o CESTNCRI (20º Instituto de Pesquisa do CETC, profundamente integrado à base industrial de defesa da China) e as universidades federais da Paraíba e de Campina Grande. O projeto ancora-se no telescópio BINGO, atualmente em construção em São Paulo. O relatório aponta que os algoritmos de filtragem de interferência de radiofrequência do sistema — usados pelos astrônomos para "limpar" o sinal do cosmos — poderiam ser capazes de interceptar, classificar e isolar pulsos de radar militares, telemetria de satélites e atividade de guerra eletrônica com extrema sensibilidade.
O que o relatório revela sobre a doutrina chinesa
A China opera sob Military-Civil Fusion (MCF): empresas aeroespaciais são legalmente obrigadas a incluir estruturas do PCCh com autoridade de supervisão. A distinção civil/militar simplesmente não existe no direito chinês da forma que existe no ocidental. Toda cooperação espacial com entidades chinesas é, por definição legal, potencialmente acessível ao PLA.
O objetivo estratégico é a Space Domain Awareness (SDA): detectar, rastrear e caracterizar todos os objetos em órbita — satélites adversários, detritos, sistemas de armas — para alimentar o que o PLA chama de "guerra informacionalizada". O órgão que centraliza esses dados é a PLA Base 37, que recebe informações de toda a rede global, inclusive da América Latina.
O que outros países fizeram
Argentina encerrou o projeto CART de radiotelescópio chinês em 2025, sob pressão da administração Trump e do governo Milei. Chile cancelou o data center sino-chileno no Atacama após o embaixador americano levantar formalmente o tema. Suécia encerrou contratos de compartilhamento de antenas com a China em 2020, após sua agência de defesa concluir que o acesso poderia ser usado para inteligência militar.
O Brasil não fez nada.
O silêncio que fala
O relatório foi publicado em fevereiro. A imprensa brasileira só o repercutiu em junho — e de forma fragmentada. O governo Lula não emitiu nota. A FAB não se pronunciou. O Itamaraty ficou em silêncio.
Enquanto isso, o mesmo Congresso americano cita decisões do ministro Toffoli como justificativa para tarifar o Brasil. A percepção em Washington não é a de um aliado confiável — é a de um país cuja soberania foi progressivamente alugada a Pequim, com ou sem o conhecimento de suas próprias instituições militares.
A pergunta que ninguém no governo quer responder é simples: a FAB sabia que as antenas que cedeu à Ayla podiam servir de nó de uma rede de espionagem militar chinesa? E se sabia, quem autorizou?
Soberania não se proclama em discurso. Ela se defende — ou se perde em silêncio.
Leia o relatório no link: (https://t.co/1jVtegWLqq)
O juiz que decide em 20 dias se Bolsonaro volta pra cela não tá em Brasília estudando o processo.
Tá jantando em Lisboa. Com a esposa. A mesma Viviane Barci cujo escritório fechou contrato de R$129 milhões com o Banco Master. O mesmo banco cujo dono está preso. O mesmo banco que quase derrubou o sistema financeiro.
Bolsonaro: tornozeleira em casa. 190 dias preso. Quase morreu de broncopneumonia na Papuda.
Moraes: restaurante fino em Lisboa. Empresário do lado. Lobista do outro.
Mesmo processo. Mesmo país.
Em outubro a gente lembra quem ficou calado e quem falou. Quem festejou em Portugal e quem apodreceu na cela por ter sido presidente.
Comenta VINHO OU TORNOZELEIRA 👇
Siga @paulomansur_ — aqui você vê o que não vai pra TV.
#MoraesEmLisboa #PauloMansur #STF #Bolsonaro #AliadoDeBolsonaro Gilmarpalooza BancoMaster
Se petista lesse, saberia: a culpa das novas ameaças de tarifas dos EUA sobre o Brasil são a corrupção do governo Lula e a censura do STF.
Soberania no governo do PT? Só se for a do tráfico sobre grandes partes do território. E Lula ainda chama de "nossos criminosos" e acha ruim que sejam chamados de terroristas.
CONSTRANGEDOR! Paulo Figueiredo @pfigueiredo08 diz que todo mundo no Departamento de Estado dos EUA ficou impressionado com o tamanho da força que aquelas duas facções têm no governo Lula.