O senhor Miguel Nogueira tem sangue nas mãos.
Num lance igual, não é parecido, é igual, toma decisões diferentes. Este jogo foi a 29/07, há menos de dois meses.
Dúvidas houvesse, o Contumil tem os árbitros todos controlados e condicionados.
Bem-vindos ao Apito Dourado 2.0.
De todos os lances este é o que mais me impressiona:
- uma besta a bater num colega de profissão
- uma equipa de arbitragem que aceita este comportamento
- um estádio que aplaude estas atitudes
Isto não é aceitável e nojento 🤮
Grande jogo do Bah 💪🔴⚪️
Se vendermos o Lukebakio vamos comprar o Arribas?
Apesar de estar mais preocupado com o Trubin e o seu substituto.
Não há notícias de guarda-redes para o Benfica.
Quem está a financiar o FC Porto?
É uma pergunta que André Villas-Boas ainda terá de explicar muito bem.
Quando chegou à presidência do FC Porto, disse ter encontrado o clube numa situação “quase de calamidade, com uma rotura total de liquidez”. Chegou mesmo a afirmar que havia apenas 8 mil euros nas contas e que era necessário arranjar 12 milhões em duas semanas.
Tudo bem. Aceitemos a descrição.
Mas então surge uma pergunta simples:
Como é que um clube que estava numa “rotura total de liquidez” passou, pouco tempo depois, a investir dezenas e dezenas de milhões de euros em jogadores?
A resposta não pode ser simplesmente “vendemos jogadores”. A questão é saber quanto desse dinheiro veio de vendas, quanto veio de financiamento, quanto corresponde a pagamentos faseados, quanto resulta da antecipação de receitas e quanto era, efectivamente, dinheiro disponível.
Não estou a dizer que contratar jogadores, quando se está quase falido, seja ilegal. Nem que exista necessariamente alguma irregularidade.
Estou a fazer uma pergunta muito mais simples — e talvez mais incómoda:
Sendo a FC Porto SAD uma sociedade cotada, com investidores e obrigações de transparência, como é que se explica ao mercado de onde apareceu a capacidade financeira para este nível de investimento, quando a própria administração descreveu a situação encontrada como uma “rotura total de liquidez”?
Porque entre os “8 mil euros nas contas”, a “calamidade financeira” e os milhões entretanto investidos no plantel, alguma coisa mudou. E certamente não foi pela capacidade fantástica de geração de receitas de uma massa adepta que nem na cidade do Porto é maioritária.
A pergunta continua a ser a mesma:
O quê, como e à custa de quem? E que ligação terá isto à FPF?
O Sporting aproveitou um PdC decrépito e um Rui Costa banana para dominar o futebol português.
Pedro Proença, Fontanelas, Luciano Gonçalves, tudo ao serviço do Verdistão.
Agora apareceu Villas Boas que não vai permitir que isto continue.
A guerra está bem acesa.