Hoje (4), assinamos Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) para promover capacitação e geração de empregos de pessoas em situação de rua, egressos do sistema prisional, pessoas com deficiência e pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade social.
O desenvolvimento econômico exige que se coloque as pessoas em primeiro lugar. São as pessoas que, com a garantia estatal do acesso à educação, à profissionalização, à segurança alimentar e social, irão aprimorar a capacidade produtiva e possibilitar a soberania econômica do país. Em uma país com a nossa história, a proteção dos direitos humanos é uma das condições necessárias ao pleno desenvolvimento social e econômico do nosso país.
ORGULHO MÁXIMO! O Presidente Lula acaba de assinar o decreto que oficializa a criação da Política Nacional das Cozinhas Solidárias, primeiro Projeto de Lei que apresentei como deputado federal junto com o @pastorhenriquev.
Impossível não me emocionar vendo um projeto que criamos no auge da pandemia, para alimentar quem não podia sequer receber uma cesta básica, por não ter gás em casa para preparar os alimentos, se tornando um dos pilares do combate à fome no Brasil!
A política, para mim, só faz sentido se for para isso: garantir dignidade para quem mais precisa! Muito obrigado pela confiança no projeto das Cozinhas Solidárias, @LulaOficial!
Partindo para mais uma agenda de integração do Brasil com a nossa região. Estou chegando na Guiana, onde participo da sessão especial com Chefes de Governo da Comunidade do Caribe (CARICOM), reconstruindo pontes, projetos e mercados para o Brasil no Caribe, nosso vizinho ao norte. Dr. @geraldoalckmin assume a presidência até meu retorno.
📸 @ricardostuckert
Como que alguém começa a pedir anistia sem nem ser julgado ainda? Ainda está em uma fase de inquérito. Alguns poucos foram julgados pelos atos golpistas de 8 de janeiro, a maioria está sendo investigada ainda. Tem que terminar o processo. Pessoas precisam ser ouvidas e investigadas, quem financiou. Mas o cidadão está pedindo anistia antecipada. Eu quero que ele tenha a presunção de inocência que eu não tive. #LulaNaRedeTV
A razão da minha vitória foi a dedicação de cada um de vocês. Que acreditaram na liberdade e na possibilidade de recuperarmos o país para o povo brasileiro.
📸: @ricardostuckert
Nada, absolutamente nada, é mais importante do que interromper a escalada da violência e o ciclo de mortes que têm destroçado a vida, em especial, de pessoas inocentes, mulheres e crianças.
O governo brasileiro, sob a liderança do Presidente Lula, desde o primeiro momento condenou os ataques do Hamas (que sem meias palavras, classificou de "terroristas"), e clamou pela libertação incondicional de todos os reféns. No exercício da Presidência do Conselho de Segurança da ONU, foi o Brasil quem colocou em votação a proposta de um cessar-fogo imediato, infelizmente vetada pelos Estados Unidos.
Hoje, em Gaza, há milhares de crianças mortas e famílias desabrigadas, vivendo em condições desumanas e sendo forçadamente deslocadas. São pessoas sem acesso à saúde, à energia elétrica e à água potável e que, mesmo antes da guerra, já viviam há décadas sob a lógica do estado de sítio e do estado de exceção permanentes, característica do que se denominou de necropolítica. Repito: nada pode ser mais urgente do que interromper as manifestas violações ao direito humanitário e nada, absolutamente nada, pode nos indignar mais do que a situação pelas quais passam as pessoas - todas as pessoas, sem exceção - afetadas por esta violência.
Estive honrosamente ao lado do Presidente Lula em sua viagem à África e foi lá, naquele continente, onde as técnicas de vários genocídios passados e atuais foram testadas sobre as populações negras - inclusive os praticados em solo europeu -, que o Presidente Lula reiterou em seu discurso na 37ª Cúpula da União Africana o seu veemente repúdio aos atos terroristas do Hamas e ao morticínio promovido pelas incursões militares do governo de Israel. É importante que se frise o seguinte: é o governo extremista de Israel quem promove o massacre, e não a comunidade judaica, como os oportunistas e semeadores do ódio de dentro e de fora do Brasil tentam fazer parecer. Foi na Etiópia que o Presidente Lula, na esteira de posição histórica do Brasil e em observância ao princípio da autodeterminação dos povos, renovou seu compromisso com a existência de dois Estados e declarou seu apoio à inclusão da Palestina como membro pleno das Nações Unidas.
Estas foram as palavras do Presidente Lula em sua intervenção durante a Cúpula da União Africana:
“Ser humanista hoje implica condenar os ataques perpetrados pelo Hamas contra civis israelenses, e demandar a liberação imediata de todos os reféns. Ser humanista impõe igualmente o rechaço à resposta desproporcional de Israel, que vitimou quase 30 mil palestinos em Gaza – em sua ampla maioria mulheres e crianças – e provocou o deslocamento forçado de mais de 80% da população. A solução para essa crise só será duradoura se avançarmos rapidamente na criação de um Estado palestino. Um Estado palestino que seja reconhecido como membro pleno das Nações Unidas”.
O Presidente Lula, portanto, levanta sua voz e usa sua autoridade para que toda a comunidade internacional olhe pelo povo palestino no exato momento em que o governo israelense ameaça invadir a cidade de Rafah por terra, em prenúncio de uma tragédia sem precedentes para a Palestina e que certamente trará terríveis consequências para toda a humanidade.
Em nenhum momento o Presidente Lula manifestou-se contra o povo de Israel ou contra a comunidade judaica. Pelo contrário: Lula se indigna contra a ação desproporcional e assassina de um governo que, inclusive, passa a ser questionado por outros membros da comunidade internacional, que se unem ao Brasil na exigência pelo cessar-fogo diante do Conselho de Segurança da ONU.
A partir da próxima semana, o Brasil participará da 55a sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, como membro eleito, e na ocasião irá reiterar suas posições pela solução pacífica dos conflitos e pela reforma das instituições de governança global que, nas palavras do Presidente Lula, tem se mostrado incapazes de fazer valer suas decisões ou de produzir consensos entre os países.
Todos os meus passos profissionais têm a marca dos meus professores e professoras.
Em razão da proximidade da posse no STF, recebi duas belas mensagens de mestres muito queridos: Agostinho Ramalho Marques Neto, meu professor de Teoria Geral do Estado e Filosofia do Direito; e Emílio Moreira, meu sensei de Judô.
Na sexta-feira, visitei o estimado amigo Carvalho, que me ensinou História no ensino médio.
Mencionando esses três educadores essenciais em minha vida, agradeço a todos que tanto me ensinaram, desde a alfabetização até o mestrado em Direito. Recebam abraços, com gratidão e carinho.
É com grande alegria que volto à África, agora novamente como presidente do Brasil, para me dirigir aos líderes da União Africana. Venho para reafirmar a parceria e o vínculo do nosso país e do nosso povo com este continente irmão. A luta africana tem muito em comum com os desafios do Brasil. Nós, africanos e brasileiros, precisamos traçar nossos próprios caminhos na ordem internacional que surge. Precisamos criar uma nova governança global, capaz de enfrentar os desafios do nosso tempo. #BrasilNaUniãoAfricana
No começo era só um retalho de pano vermelho que a Marisa pegou e costurou uma estrela branca por cima. Mas por trás daquela bandeira improvisada havia uma determinação muito sólida: mudar a história deste país. E nós mudamos. O PT nasceu enfrentando a ditadura. E ajudou o Brasil a vencer a ditadura. O PT cresceu num momento em que o povo não tinha direitos. E com apenas oito anos de existência ajudou a gravar na Constituição os direitos do povo brasileiro.
O PT enfrentou o neoliberalismo. A ditadura do pensamento único. O fim da história. O fim do Estado. A crise financeira mundial de 2008. O golpe e as mentiras. A injustiça e o ódio das elites. E nunca se rendeu. Levamos 22 anos para chegar ao governo. E em apenas 13 anos no governo conseguimos o que nenhum outro partido, em qualquer momento da história, jamais foi capaz de realizar.
Fizemos o país crescer com inclusão social. Tiramos o Brasil do Mapa da Fome. Colocamos o povo pobre no orçamento, na universidade e na vida digna.
Aos 44 anos, temos que avançar ainda mais, mas sem esquecer de onde viemos. Retornar às nossas raízes, ao mesmo tempo em que nos renovamos para vencer novos desafios da era digital. É preciso percorrer de novo o Brasil, ocupar as ruas, conversar com as pessoas nos bairros, igrejas, locais de trabalho, movimentos sociais, universidades. Jamais perder de vista a sabedoria do povo brasileiro. Mas é preciso também promover o debate nas redes sociais. Combater o ódio, a desinformação e as fake news.
E assim mostrar àqueles que de tempos em tempos anunciam a morte do PT, que nós estamos mais vivos do que nunca. E cada vez mais jovens.
Viva o PT. E viva a extraordinária militância do PT.
O jovem Jefferson de Araújo Costa foi brutalmente assassinado na Maré, no Rio de Janeiro, por um policial militar. Desde ontem acionei a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos e determinei que acompanhe o caso junto às autoridades responsáveis pela apuração.
Eu converso com muitos prefeitos. Mas queria falar do @eduardopaes. O povo do Rio de Janeiro tem um ótimo prefeito. Não precisa gostar. Mas é preciso respeitar e reconhecer o trabalho do Eduardo Paes.
Daqui a mais ou menos 30 minutos, com honra e alegria, farei meu 1º discurso na Tribuna do Senado. Falarei sobre os 2 projetos de lei que já apresentei. Amanhã falarei sobre o papel do STF no Estado de Direito.
Com tristeza recebemos a notícia do falecimento de Aston Family Man Barrett. Baixista de Bob Marley, gravou com Gil algumas faixas do álbum Kaya N’Gan Daya e também a versão original de Vamos Fugir. Deixamos nossos sentimentos para familiares, amigos e fãs deste grande músico (+)
Com grande tristeza, eu soube que faleceu neste sábado (03/02), em Manaus, Paulo Dollis Barbosa da Silva, o Paulo Marubo, cuja vigorosa atuação em defesa de seu povo ficou conhecida muito além das fronteiras da Amazônia.
Seu trabalho como professor, coordenador da União dos Povos do Vale do Javari (Univaja) e fundador, ao lado do indigenista Bruno Pereira, na criação da Equipe de Vigilância da Univaja (EVU), foi fundamental na defesa da Terra Indígena do Vale do Javari, onde habita uma grande concentração de indígenas isolados.
Na ocasião do assassinato de Bruno Pereira, em junho de 2022, junto com o jornalista britânico Dom Phillips, a voz de Paulo Marubo se ergueu clamando por justiça e pela proteção dos indígenas do Vale do Javari. Ele será sempre lembrado pelo seu legado de luta e coragem. Que Deus console e sustente seus familiares, amigos, companheiros e companheiras de caminhada.
Foto: Alberto César Araújo/Acervo Amazônia Real 2016)
Nao é só a Volkswagen que está fazendo investimentos no Brasil. O setor automobilístico vai investir, junto, R$ 41 bilhões porque as pessoas voltaram a sonhar e melhorar de vida.