@RomeuZema Voto no Novo para presidente desde o início. A sua falta no debate me fez mudar de ideia. Vou de Caiado. Você não respeita seu próprio legado no governo de MG.
@VillaMarcovilla A análise baseada em uma única partida não é justa, é um olhar enviesado. Não me surpreende, já que, em minha opinião, o senhor faz o mesmo na análise política.
@madeleinelacsko Ninguém honesto de verdade deveria sequer cogitar voto em Lula ou Bolsonaro (qq um) no primeiro turno. Voto no Novo desde 2018, mas se continuar assim...
@WeiseFranklin Se olharmos o total de mortos por ano, independente de causa, tivemos aproximadamente 600k a mais de mortos comparando 2020 e 2021 com 2019 - mesmo considerando o crescimento histórico de 2% ao ano. Vale salientar que 2022 e 2023 os números ficaram acima 2019.
Não me conformei com o gráfico original do IBGE e decidi fazer minha versão:
1. O gradiente de cores original estava anti-intuitivo com marrom no topo. Decidi inverter (colocar o marrom nas piores taxas, por motivos óbvios😁)
2. Além disto, optei em usar uma escala divergente, com 3 tons em vez dos 2 tons originais. Usar 2 tons apenas não estava deixando óbvio o suficiente o que era bom e o que era ruim. É algo que não faço sempre, mas neste caso específico acho que cabe (o amarelo nos 50% é um bom parâmetro). E o azul obviamente é associado a água limpa.
3. Usei uma escala contínua em vez de categorias. Motivo: as categorias do gráfico do IBGE igualavam estados que tinham até 20% de diferença. Não é justo e não informa adequadamente.
4. O gráfico original tinha rótulos de dados com duas casas percentuais. Não é necessário, apenas ocupa espaço. Usar a taxa arredondada, sem casas decimais, informa tanto quanto e ainda deixa muito mais limpo e fácil de ler.
Contem-me o que acharam.
Todos que embarcaram nas narrativas do sistema contra a Lava Jato viram ontem que a reação a investigações que atinjam seus membros é sempre a mesma, não importa quem delas participe.
Os truques se repetem:
- eles omitem a gravidade dos fatos revelados;
- demonizam investigadores;
- fazem acusações genéricas sobre vazamentos sem provas específicas;
- fingem que eles são mais graves que os esquemas de corrupção, as relações íntimas e/ou comerciais entre magistrados, empresários e políticos, e a operação-abafa da qual participam;
- apontam a “espetacularização” promovida pela mídia e pelas redes sociais, como se a magnitude e a relevância dos crimes cometidos não produzissem um espetáculo repugnante por si;
- gritam, esperneiam e estrebucham, buscando pelo histrionismo a força de intimidação que falta aos argumentos técnicos e jurídicos;
- alteram a jurisprudência;
- posam de salvadores do Estado Democrático de Direito, como se ele não fosse solapado diariamente por agentes públicos que usam o chamariz do cargo para enriquecimento familiar;
- contam com seus porta-vozes no mercado da comunicação para legitimar suas posturas convenientes como se fossem técnicas, tentando convencer a sociedade de que há apenas coincidências, e/ou um eterno “conluio” contra os garantidores da democracia.
Quanto mais esses métodos se repetem, menos gente acredita, claro, mesmo que não reconheça a ingenuidade passada.
Mas eles vão conseguindo impedir ou adiar qualquer revés, na tentativa de manter tudo como está.
@madeleinelacsko A única coisa que importa são os fatos. E o único fato é que esse ser desprezível matou os filhos. Não consigo imaginar nada que justifique esse fato.