O cara humilhou esse racistas imbecil, tem que começar a botar fogo em racista por que não tem como um cara ter coragem de falar tanta merda em público e sair impune.
Rapaz, esse é, de longe, o melhor vídeo até agora! O deputado Dimas Gadelha comparou os preços com os da época do Bolsonaro, mostrou a evolução do salário mínimo no governo Lula e ainda desmascarou o Tariflávio com fatos.
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A tal raça superior que só é superior pra fazer baderna e não aceita uma derrota em um jogo de futebol, um esporte, não uma guerra. Ego tão frágil como um balão ou um castelo de cartas. Os argentinos conquistaram a antipatia do mundo todo não só por serem racistas, que é natural da cultura deles, mas por serem arruaceiros incivilizados.
Copa do Mundo do Marcelo Bechler:
-Levou invertida do CR7 e virou chacota mundial
-Menosprezou Pelé e levou hate dos próprios brasileiros
>Viu o Messi perder outra final
Estudantes brasileiros são ameaçados de morte na Argentina após torcerem para Espanha na final da Copa.
Perfis de estudantes brasileiros estão sendo expostos nas redes sociais e marcados com comentários com emojis de macacos, manifestação racista recorrente direcionada ao Brasil e outros povos latinos por parte da população argentina. Em algumas manifestações, usuários sugerem "lições" a serem aplicadas aos brasileiros "nas ruas".
Estudante de medicina da Fundação H. Barceló, conhecida por admitir um alto contingente de estudantes estrangeiros, especialmente brasileiros, o pernambucano Fernando Seabra, 31, disse que o cenário é de caça às bruxas, que os grupos estudantis foram tomados pela palavra "mono" (macaco, em espanhol) e que a situação mudou nas últimas semanas, enquanto havia "brasileiros atiçando de um lado, argentinos do outro".
"Quando eu te vir na universidade, pode ter certeza que você vai sofrer. Vou bater na sua cabeça com um martelo", dizia uma mensagem recebida pela paulistana Lays Bressane, de 23 anos. Logo depois, recebeu a foto de uma arma de fogo com a legenda: "Na Argentina não brincamos".
Os estudantes não formalizaram queixa na polícia. Na Argentina, a discriminação é regulada pela Lei 23.592, que abrange desde raça até ideias políticas ou orientação sexual, no entanto, a Lei Nacional Antidiscriminação não tem caráter criminal, como experiências no Brasil, tem penas menos pesadas por se voltar mais à reparação civil individual, exceto quando se tratam de ações que pregam superioridade da raça - nesse caso, limitada a poucos meses de detenção.
Via: @UOLEsporte
📷Divulgação
Além do papelão que fizeram em campo, quase sem chutes a gols ou domínio de bola, os jogadores da Argentina seguiram sendo pequenos na cerimônia. Vários deles ignoraram completamente a presidente do México, Claudia Sheinbaum.