🇧🇷 Carlos Alberto, the voice actor for Homer Simpson in Brazil, declares his support for Flávio Bolsonaro!
The Simpsons are always there at every event, no matter when you see it 🤣🤣🤣
Writer: Samuel
💔 Heroína que se foi: A soldado Isabella Gonzales, de 19 anos, do 1º Batalhão, 57º Regimento de Artilharia de Defesa Aérea, foi morta em um ataque iraniano à Base Aérea de Muwaffaq Salti, na Jordânia.
Ela aparece neste vídeo durante uma cerimônia militar. Que sua memória seja uma bênção. 🇺🇸🕊️
Jovens utilizam dinheiro do programa Pé de Meia do Lula para comprar drogas dos terroristas do Lula, desviando dinheiro público do povo para o PCC do Lula.
Acelera Brasil!... Geração de futuro lindo na mão da esquerda!!!🤡
PARA QUANDO FLÁVIO FOR PRESIDENTE
A humanidade sempre sofreu do mesmo delírio crônico: a ânsia de consertar o mundo enquanto a própria casa queima. Liev Tolstói já avisava, e os velhos estoicos concordariam: tentar dominar as massas e a política enquanto se é escravo das próprias falhas não passa de uma piada de mau gosto. Apenas trocamos a roupagem da opressão, mas a peça continua a mesma.
Na trincheira política atual, a direita alinha-se a toda sorte de aliados para vencer o jogo de forças: bons, maus e extremamente maus. É a brutalidade pragmática da guerra política, dirão muitos. Mas, quando a poeira das urnas abaixar, e tivermos Flávio Bolsonaro presidente, o espelho estará lá, implacável, esperando para cobrar a conta da nossa própria hipocrisia. Será o momento inevitável de reconstruir, a contragosto, uma pedagogia conservadora verdadeira.
Essa "pedagogia do espelho" é crua e não admite atalhos. Ela se ergue sobre quatro pedras fundamentais:
1) Engula as desculpas: Pare de terceirizar a culpa pelo caos. Se você exige um país limpo, mas fura a fila, trai no trânsito e tira vantagem na sombra, você é o próprio veneno que critica. A única revolução que não é pura hipocrisia acontece dentro do próprio peito.
2) Mate o malandro que existe em você: A velha "esperteza" de enganar o sistema para se dar bem é a mais profunda ignorância. O trapaceiro vive com medo da própria sombra, criando uma prisão de ilusões e trancando a porta por dentro.
3) O suicídio do desrespeito: Cuspir na dignidade e no tempo do outro é fragmentar o chão que você mesmo pisa. O respeito mútuo não é um favor humanitário, é o instinto de sobrevivência básico para não transformarmos o dia a dia em um inferno em vida.
4) O sermão da pele em risco: Se quer mudar um ambiente apodrecido pela mentira, guarde os discursos. Seja o sujeito que diz a verdade quando ela lhe custa caro, quando lhe arranca algo. O exemplo silencioso e íntegro rasga a escuridão alheia com uma lâmina muito mais afiada do que qualquer lição de moral.
Erguer esses quatro pilares não fará descer nenhuma Jerusalém celeste sobre nós. Mas quebra, de uma vez por todas, a engrenagem de violência na qual estamos afogados. No fim das contas, a equação é simples: uma sociedade de homens que respeitam o espaço do outro torna a coerção externa quase uma relíquia inútil. Quem tem pulso para governar a si mesmo não precisa de um mestre para lhe apontar o caminho. Alcança, finalmente, a verdadeira liberdade.
Em suma, o que se alcança com essa revolução comportamental é o mais difícil dos objetivos humanos: ela nos tira do papel passivo de "vítimas de um país quebrado" e nos devolve a dignidade de sermos autores soberanos da nossa própria paz. A mudança proposta por Tolstói é silenciosa, dolorosamente individual e sem atalhos, mas, uma vez iniciada de dentro para fora, é a única que nenhuma crise política pode corromper.
@FlaviaMSoares76 DEUS o recompensará por todo o mal que estão fazendo a este homem de valores inabaláveis. General Heleno,vc tem todo o meu respeito.obrigado por todo seu esforço
Flávio Bolsonaro desceu em Brasília vindo de uma viagem aos Estados Unidos que se coroou de êxito retumbante, e foi recebido por uma multidão que enchia o aeroporto como se a cidade, subitamente, tivesse recobrado o pulso e a memória. Vê-lo assim, cercado de fãs antigos, de admiradores recentes e de eleitores de última hora, é como assistir ao reaparecimento de uma chama antiga. Aquela mesma chama que, em 2017, envolvia o pai, Jair Messias, com o fervor quase religioso dos que ainda ousavam ter esperança num país entregue à mediocridade e ao cinismo.
Para os que duvidam dele, para os que torcem contra, com o esgar superior de quem espera sempre “outro candidato dos sonhos”, o recado é brutal e inequívoco: o bolsonarismo voltou. Nunca havia desaparecido, é certo; dormitava, ferido, mas vivo, nas entranhas do país. Agora, porém, reassumiu a forma que sempre aterrorizou o sistema: a da rua tomada, da motociata rugindo, da multidão que enche a Avenida Paulista, Copacabana ou o Eixo Monumental.
Dois fenômenos o reacendem: o encanto pessoal de Flávio, que seduz onde o pai por vezes intimidava, e a lenta e inexorável substituição do medo pela esperança.
Aos que ainda acalentavam a ilusão da terceira via, só resta o gosto amargo de engolir a própria presunção. Essa miragem só funciona, com efeito, na cabeça daqueles que perderam todo contato com a realidade brasileira. Uma realidade que não se deixa enganar por fórmulas de gabinete nem por candidatos fabricados em laboratórios de marketing de grandes canais do Youtube. O grito que ecoa agora é direto, áspero, inconfundível: Flávio Bolsonaro. E o sistema, que fingia tê-lo sepultado, sente novamente o chão tremer sob os pés.
O bolsonarismo voltou.