O povo já está entendendo: Se Flávio Bolsonaro vence, o povo PERDE…
Perde o Bolsa Família;
Perde o Minha Casa Minha Vida;
Perde o Mais Médicos;
Perde o Luz para Todos;
Perde o Pé-de-Meia
Perde o Prouni e o Fies;
Perde o Farmácia Popular;
Perde Direitos Trabalhistas;
Perde liberdade;
Perde a vida;
Contra as perdas de um eventual governo Bolsonarista…
… Dia 25 é 13 🚩⭐️
#EXÉRCITODOLULACONTRACENSURA
GENTE!!!!!!!!!!
"Não sei se começo minha fala dizendo ‘companheiros e companheiras’, ou eu começo dizendo ‘FANDOMS do Brasil, obrigado pela iniciativa de vocês!’ 😭
#FandomsComLula#FandomsNaMASP
Aos eleitores que ainda tentam defender Flávio Bolsonaro por aqui:
Não… não sou petista. Aliás, já critiquei muito o partido - e o próprio Lula - abertamente. Mas isso não importa. Porque este 2º turno não é entre esquerda e direita. Não é entre PT e PL.
É entre democracia e autoritarismo. Civilidade e barbárie. Liberdade e opressão. Vacina e arma. Cultura e ignorância. Trabalhador e bilionário.
Entendo quem queira Lula fora da presidência, mas votar num clã com essa ficha e com essa origem é autossabotagem. Sobretudo para quem alega querer “alternância de poder”. Porque eles podem se perpetuar.
Se você é de direita, tenha consciência: o bolsonarismo não te representa. Fosse Zema contra os Bolsonaro, eu e você estaríamos na mesma trincheira, mas de polo laranja e comendo banana com casca na campanha do mineiro.
Entenderam o tamanho do problema?
Imagino como estariam esta rede, as capas dos jornais e os portais se, hoje, tivessem descoberto que o Lula teria uma CONTA CONJUNTA com o cara que desviou bilhões do INSS e se o PT tivesse publicado uma arte do Lula homenageando Hugo Chávez e depois apagasse.
Não fez 72 horas o fim do 1º turno da eleição e o grupo do Flávio já falou em mudar a Constituição, enterrar o fim da escala 6x1, liberar 16 horas de trabalho diário, fazer impeachment de Ministro do STF, cortar R$ 300 bilhões em investimentos, aumentar idade de aposentadoria.
Bom… esta derrota de Lula para o filho de Jair Bolsonaro no 1º turno joga luz sobre problemas que cercam o atual presidente há décadas. Sem exagero.
Para começar, a péssima comunicação. O campo progressista perdeu-se na autossuficiência. Enquanto a direita assimilava a linguagem do TikTok e surfava nas redes, a campanha da esquerda seguiu apostando na cirandinha de chamar artistas milionários (gente até com problema na Justiça que, se não fosse da patota, estaria cancelada) para fazer clipe bonitinho. Artificio que era tendência lá em 1985.
Depois, mais presunção. Houve tempo de sobra para construir outra liderança, mas todas as possibilidades foram sufocadas. Dino foi empurrado pro STF, Haddad deslocado para segurar as buchas, Boulos ficou em banho-maria e as mulheres… bem… que mulheres? Os machistas elegeram mais senadoras que os feministas. Curioso, não?
Ah! E isso tudo tapando o sol da rejeição ao lulopetismo com uma peneira. A síndrome do protagonista parece ser mais contagiosa que a tal vontade de lutar pela democracia.
Aí, tome desconexão com a realidade! Desta vez, com o trabalho informal. Muita lacração e poucas ideias para motoristas de aplicativo, pequenos empresários, autônomos, influenciadores e motoboys. Prova disso foi a maneira atabalhoada com a qual jogou no ventilador a MP das BETs. Poderia dialogar, planejar, estipular um prazo ou ir em cima só de cassinos, mas preferiu tratorar e subestimar outra paixão do brasileiro: o futebol. Incomodou você? Bem… você e a torcida do Flamengo. Flamengo, Corinthians, Santos, Vasco e outros… literalmente. Bastava ler a repercussão aqui para ter a medida.
Na real, dá para resumir tudo aí em cima em uma palavra: vaidade.
Enfim… dá tempo de consertar? Algumas coisas? Sim. A eleição tá perdida? Não. Dá para virar. São dois turnos e só acaba quando termina. E mais: este pleito tá provando que o improvável tá bem distante do impossível. E todas… absolutamente todas as pesquisas erraram. Cravar o que vai acontecer não é um exercício fácil.
Resta saber se, em três semanas, a imprensa, a opinião pública, políticos, instituições e o eleitor brasileiro estão mesmo a fim de um país que, segundo notícias e rumores, poderia acabar com o Pix, soltar Vorcaro, liberar o Tigrinho, empoderar Igrejas Evangélicas, manter a escala 6 por 1, queimar mais florestas, privatizar praia, dominar o STF, virar quintal de Trump etc.
Quem viver verá.