O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta terça-feira (19), em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, que o BC descumpriu a meta de inflação em quatro dos últimos seis anos. A fala ocorreu durante sessão que também teve embates políticos e questionamentos sobre o caso Banco Master.
Galípolo disse que, entre 2020 e 2025, apenas em 2020 e 2023 não houve necessidade de carta aberta para justificar o estouro da meta. A declaração expõe um problema direto: mesmo com a Selic em patamar elevado, o Brasil segue com dificuldade para levar a inflação ao centro da meta.
Desde 2025, o país passou a adotar o sistema de meta contínua de inflação, criado pelo Decreto nº 12.079/2024. Pela regra, o Banco Central precisa prestar contas quando o IPCA fica fora da faixa de tolerância por seis meses consecutivos.
Na prática, Galípolo sinalizou que uma nova carta aberta pode entrar no radar caso a inflação continue resistente. O centro da meta definido pelo Conselho Monetário Nacional é de 3%, com intervalo de tolerância.
O recado é pesado: juros altos não estão resolvendo tudo, a inflação segue pressionando o bolso do brasileiro e o próprio Banco Central admite que o histórico recente é ruim.
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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta terça-feira (19), em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, que o BC descumpriu a meta de inflação em quatro dos últimos seis anos. A fala ocorreu durante sessão que também teve embates políticos e questionamentos sobre o caso Banco Master.
Galípolo disse que, entre 2020 e 2025, apenas em 2020 e 2023 não houve necessidade de carta aberta para justificar o estouro da meta. A declaração expõe um problema direto: mesmo com a Selic em patamar elevado, o Brasil segue com dificuldade para levar a inflação ao centro da meta.
Desde 2025, o país passou a adotar o sistema de meta contínua de inflação, criado pelo Decreto nº 12.079/2024. Pela regra, o Banco Central precisa prestar contas quando o IPCA fica fora da faixa de tolerância por seis meses consecutivos.
Na prática, Galípolo sinalizou que uma nova carta aberta pode entrar no radar caso a inflação continue resistente. O centro da meta definido pelo Conselho Monetário Nacional é de 3%, com intervalo de tolerância.
O recado é pesado: juros altos não estão resolvendo tudo, a inflação segue pressionando o bolso do brasileiro e o próprio Banco Central admite que o histórico recente é ruim.
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Em mais um capítulo da novela de interferências e blindagens que marca o governo Lula, a Polícia Federal decidiu, nesta sexta-feira (15), trocar o comando das investigações sobre as fraudes bilionárias no INSS.
O delegado Guilherme Figueiredo Silva, responsável pela Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários e autor do pedido de quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente, foi removido do caso.
A nova equipe, transferida para a Coordenação de Inquéritos nos Tribunais Superiores (Cinq), foi apresentada ao ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça, relator do caso.
Em vez de aplaudir a “rotina administrativa”, como quer fazer crer a PF, Mendonça ficou visivelmente irritado com a falta de comunicação prévia e cobrou explicações formais.
O esquema no INSS, batizado de Operação Sem Desconto, envolve supostas fraudes que teriam desviado recursos públicos em escala industrial.
Lulinha apareceu no radar após indícios de ligação com lobistas como Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. O delegado trocado foi justamente quem avançou nessas linhas, pedindo prisões e quebras de sigilo.
Trocar o responsável no meio do jogo, especialmente quando o filho do presidente é citado, não é “reestruturação”. É clássico movimento para esfriar o caldo.
A PF tentou justificar a mudança como busca por “maior eficiência”, mas a timing é no mínimo suspeita. Enquanto o governo posa de combatente da corrupção, o filho do mandatário ganha um “reforço” no time de investigadores.
Lembrando que o mesmo Lula que prometia “nunca antes na história deste país” tanto combate à corrupção agora assiste a família ser blindada em tempo real.
A sociedade merece saber: até quando a PF vai servir de escudo para os Lula em vez de investigar sem medo?
Enquanto aposentados são prejudicados por fraudes, o governo Lula mexe peças para proteger os seus. Velho estilo, nova gestão. O povo paga a conta.
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Compartilhem antes que vire “fake News”
Ex Ministro da Economia, Fernando Haddad, explicando que tinha determinação política no governo Bolsonaro para não taxar as compras da SHEIN. Hoje o governo se pinta de bonzinho, mas a internet não vai deixar eles reescreverem a história.