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Sumário do livro:
Parte 1 — Crescimento Econômico
Capítulo 1 — Entenda o básico sobre crescimento econômico (Lucas Favaro)
Capítulo 2 — Por que a Inglaterra foi a pioneira na Revolução Industrial? (Gabriel Ferraz)
Capítulo 3 — Malthus, Ricardo e Romer: 3 regimes de crescimento (Lucas Favaro)
Capítulo 4 — O mito do capital como motor da prosperidade (Lucas Favaro & Alex da Matta)
Parte 2 — Economia Brasileira
Capítulo 5 — A Nova Matriz Econômica e seus efeitos (Gabriel Ferraz & Lucas Favaro)
Capítulo 6 — Se você se preocupa com a desigualdade, deveria se preocupar com o nosso funcionalismo (Pedro Colangelo)
Capítulo 7 — Por que a frase "desigualdade não importa, só pobreza importa" não faz sentido no contexto brasileiro? (Lucas Favaro, Alex da Matta & Gabriel Nunes)
Capítulo 8 — Por que os salários no Brasil são baixos? O problema está na produtividade (Alex da Matta & Lucas Favaro)
Capítulo 9 — O milagre econômico brasileiro: limites e consequências (Caio Vioto)
Parte 3 — Metodologia Econômica
Capítulo 10 — Em defesa do formalismo na economia (Lucas Favaro)
Capítulo 11 — Modelar é preciso (Alex da Matta)
Capítulo 12 — Sobre homo economicus, racionalidade e egoísmo: refutando alguns mitos (Lucas Favaro)
Capítulo 13 — Vício racional: um estudo de caso de um "modelo irrealista" (Lucas Favaro)
Parte 4 — História do Pensamento Econômico
Capítulo 14 — Como um filósofo criou a economia contemporânea (Sávio Coelho)
Capítulo 15 — Uma breve história da microeconomia (Lucas Favaro)
Capítulo 16 — Função Cobb-Douglas: uma história (Rodrigo Placido)
Capítulo 17 — A Nova Economia Institucional e a Cliometria (Gabriel Ferraz)
Capítulo 18 — Public Choice: microeconomia aplicada à política (Pedro Ruas)
Capítulo 19 — O arquimago: o legado de Harry Markowitz (Sávio Coelho)
Parte 5 — Miscelânea
Capítulo 20 — O que a vestimenta de Átila, o Huno e os gastos excessivos em medicamentos têm em comum? Conheça a teoria da sinalização (Lucas Favaro)
Capítulo 21 — Impactos de longo prazo da escravidão e do racismo (Pedro Ruas)
Capítulo 22 — Não há responsabilidade social sem responsabilidade fiscal (Pedro Colangelo)
Capítulo 23 — A explicação ortodoxa da Grande Depressão (Alex da Matta)
Capítulo 24 — Qual o custo da discriminação? (Pedro Ruas)
Capítulo 25 — Economia da Saúde: entre avanços e dilemas (Luis Guilherme Rodrigues)
Capítulo 26 — Sobre a importância de um Banco Central autônomo atuando sob regras claras (Lucas Favaro)
Novo "guia" para estudantes de história econômica, a partir de uma aula da pós em que mostro a alunos de economia como a área se desenvolveu no Brasil.
Faltou considerar: (i) impacto econômico negativo do crime, como desvio de recursos p/ combatê-lo; (ii) custo de oportunidade dos recursos usados no crime; (iii) perda de bem-estar não contabilizada no PIB, como perda de vidas humanas.
É loucura argumentar que crime aumenta PIB.
Não, se a gente seguir as estimativas da UNODC, que eu acho conservadoras, estamos falando de 4% do PIB de receita só de exportação de cocaína pelos portos internacionais. Para vocês terem uma ideia, é o mesmo que a Petrobras aporta no Brasil. Esse dinheiro tem que ser lavado e distribuído, virando consumo no fim do dia, de forma que tem um enorme efeito multiplicador. E isso porque estamos falando apenas de um tipo de crime organizado.
Querem outro exemplo? Hoje, uma das principais fontes de renda das facções e milícias do Rio é extração ilegal de areia. Para onde vocês acham que vai essa areia (Dica: cimento usa areia)?
Outro exemplo fundamental: grilagem de terra, endêmico na fronteira do agro. Outro exemplo, roubo de carga e contrabando para mercados informais (e formais). Outro exemplo, proteção de negócios, mercado enorme em capitais.
E por aí vai. O crime é elemento constitutivo de uma sociedade, não existe “economia paralela”, é uma atividade como outra qualquer e tem um impacto gigantesco no PIB nacional sim.
Esse dado que o senhor Krepe trouxe não é o dado de remuneração, sinceramente não sei de onde ele tirou.
O relatório Government at a Glance não trás dado de remuneração de servidores como % do PIB.
O dado que ele provavelmente usou foi da Tabela 11.11 do relatório de 2023 (não sei pq não usou o de 2025...) onde bate o percentual OCDE de 20.1% e Brasil de 19.2%....
Todavia, o que ele não observou, é que isso é % da Despesa Pública Total e não do PIB...
Trecho do vídeo que publiquei agora há pouco sobre o ministro @gilmarmendes.
"Gilmar Mendes, o homem mais poderoso do Brasil".
Na íntegra aqui:
https://t.co/rbGDGKg1yA
Okay, I have read this paper and it is horrible. The obvious reply, that many economists have made, is that there is no causality in there.
The problem is that I have not seen many replies that cite actual empirical research, so let me plug this in. On five grounds.
A new paper shows that neoliberal austerity policies implemented by the World Bank and the IMF in Sub-Saharan Africa in the 1980s and 1990s were associated with a *20% decline in real incomes.*
The destruction caused by these organisations across the Global South is staggering.
🎙️ Entrevista com o Prof. Peter Boettke
📅 Dia 27, às 14h
Conversaremos sobre Price Theory, Hayek e economia austríaca.
💬 Perguntas do público: a partir de R$ 5(PIX na live) e 3 R$ para membros do @EconoMainstream.
🔴 Assista: https://t.co/Pt7dSKaUjd
I just tell Claude my desired conclusions and it makes me a mathematical model that supports those conclusions, and calibrates that model to whatever.
Claude has fully replaced Acemoglu's job
@leonardo1opes@folha Ora, simples: pq eles sabem que ele jamais teria condições de implementar suas ideias na prática. Sua crítica à Folha não afeta em nada a Folha. No fim, a Folha sai ganhando: mostra que é tão "democrática" que é capaz de publicar críticas pesadas à ela. Ela se promove com isso.
O Brasil é uma das economias mais fechadas do mundo, mesmo considerando o tamanho da sua economia ou população. Pelos dados do Banco Mundial, somos a segunda economia mais fechada do mundo - atrás do Sudão do Sul.
OPINIÃO | 📊 ECONOMETRIA FÁCIL | Máscaras matam? Um estudo publicado na BMC Public Health encontrou correlação positiva entre uso de máscaras e mortalidade excessiva em 24 países europeus. O resultado viralizou, virou munição política e manchete de jornal. Mas o que acontece quando você respeita a estrutura temporal dos dados? O sinal inverte. Neste vídeo, mostro como a agregação temporal pode fabricar resultados — e por que olhar o método importa mais do que olhar a conclusão.
Referências ⬇️
📌 Tausk, D. V., & Spira, B. (2025). Does mask usage correlate with excess mortality? Findings from 24 European countries. BMC Public Health, 25(1), 913.
📌 Rangel, V. (2026). Masking the Identification Problem: How Time Aggregation Manufactures Cross-Country Evidence — A Comment on Tausk & Spira (2025). Available at SSRN: https://t.co/Nh0GUqa1Dc
📌 Gualano, B. & Hallal, P. (2026). Máscaras, ciência e política. Folha de São Paulo. https://t.co/LHS5aaEVGq
📊 Victor Rangel (@EconometriaFaci) é bacharel em economia e mestrando do Insper
Prezados (as) eu tive a imensa honra de conversar com Gabriel Ferraz sobre epistemologia, economia, filosofia da ciência e pouco sobre o @EconoMainstream
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