Deviam quebrar o sigilo das investigações sobre o “Dark Horse” e as fraudes no “INSS”
Ninguém protege ninguém! Vamos jogar luz em tudo que está no escuro !
A lógica do defensores do Moraes no STF é que só pode investigar o ministro se existirem provas. Mas provas só existem depois da investigação.
Antes da investigação só existem indícios que justificam a abertura sua abertura. Se o contrato com a esposa, a sociedade nos aviões e helicópteros, o cartão de crédito para os filhos e as trocas de mensagens vazando dados da investigação e sugerindo momento de sair do país não são indícios suficientes pra abertura das investigações, STF decidiu que seus ministros são livres pra cometer crimes e sequer podem ser investigados. Querem convencer a sociedade que tudo que foi revelado não existiu.
A gente só queria ter um STF contra o crime. Hoje sabemos que o crime compra o STF.
As aulas de direito na GV amanhã foram cancelas e os alunos vão assistir ao vivo a sessão do STF.
Imagina o que fica de lição se proibirem a investigação!
Alexandre de Moraes recebeu 200 milhões pra proteger um criminoso. Nenhum jornalista amigo discute isso. Isso pode.
O problema segundo eles é que descobriram esse crime de forma ilegal! E isso não pode.
2026 e tem gente achando que vai ter manifestação contra Moraes pelos bolsonaristas.
Nao vai. Vai ter comício eleitoral.
Vai ter locutor de rodeio, efeitos sonoros toscos, funk do Bolsonaro, Valdemar Costa Neto agradecendo por tornarem ele o politico com maior fundo eleitoral do país, um monte de fã de corrupto batendo palma pro responsável pelos super poderes do Xandao.
Só retardado e picareta vai nesse comício bolsonarista. Abraços.
E se a turma da Rockbridge, um coach engana trouxa, um representante carioca e uma campanha política vassala do trumpismo resolvem interferir nas eleições brasileiras, o que deve acontecer?
Pq diabos eles decidiram ME ATACAR?
Foi pq disse pra mídia externa que não vou dar terras raras pro Trump?
Tem muita coisa em jogo aí.
Isso tudo precisa ser revelado.
Recordar é viver!
Endossa o impeachment do Moraes?
Flávio: "Não acho que fazer impeachment de ministro vai resolver. Acredito em uma autorregulação do próprio Supremo."
O líder do PL no Senado e cabeça da campanha de Flávio não assinou o impeachment do Moraes.
Começou a autorregulação do próprio Supremo.
Quer dizer que o @rogeriosmarinho que é contra pautar o impeachment do AM, mas também é coordenador da campanha do Flávio que promete “aniquilar” o sistema…. Te bloqueou?
🤣🤣🤣🤣
Bom dia, @tallisgomes
É só uma pergunta, blz?
Tem como me apresentar o Pedro da Rockbridge?
Queria ser adulto também e ganhar comissãozinha trazendo grana gringa pra campanha aqui do Brasil.
Isso não é crime, né?
Delegados da Polícia Federal defendem impedimento de Paulo Gonet e apontam “efeito intimidatório” em ação do procurador-geral da República para apurar a conduta da PF na elaboração do relatório em que aparecem mensagens do PGR para Daniel Vorcaro e do dono do Banco Master para Alexandre de Moraes.
“O documento questionado foi produzido por determinação do Ministro então relator (André Mendonça) do feito no Supremo Tribunal Federal”, argumenta a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), que representa mais de 2.300 desses servidores.
A nota pública requer apuração “sem seletividade” e “sem receio de retaliação”.
Reproduzo o trecho final:
“Se a Procuradoria-Geral da República entende que a decisão determinante do relatório é irregular ou que deveria ter sido previamente comunicada, a via própria é o processo, perante o Supremo Tribunal Federal.
Dirigir o questionamento a quem cumpriu a ordem transfere aos executores uma controvérsia que não é deles e submete decisão de Ministro da Corte a escrutínio por via oblíqua, à margem da autorização do Plenário que a própria Procuradoria reconhece ainda pendente.
Acresce que o relatório cita nominalmente o Procurador-Geral da República.
O art. 258 do Código de Processo Penal estende aos órgãos do Ministério Público as regras de impedimento e suspeição dos juízes, pela mesma razão que veda a alguém decidir em causa própria.
Independentemente de qualquer juízo sobre intenções, que a ADPF não formula, o efeito objetivo da medida é intimidatório sobre os investigadores.
A ADPF requer
– que o Procurador-Geral da República se declare impedido e se abstenha de praticar atos, seja como fiscal da lei, seja como titular do controle externo, nos procedimentos relacionados aos fatos em que é citado;
– que o procedimento instaurado seja arquivado por ser via inadequada ao questionamento de ato do STF;
– e que os fatos que vieram à tona pela operação Compliance Zero sejam apurados em toda a sua extensão, sem seletividade quanto às autoridades envolvidas.
A associação prestará integral assistência aos associados alcançados por procedimentos instaurados nessas circunstâncias.
Assegurar que ninguém seja responsabilizado por cumprir ordem judicial não é defesa corporativa: é defesa da capacidade do Estado brasileiro de investigar sem receio de retaliação.”
Imagine um magistrado que determina devassa em endereço de jornalista incômodo, violando a garantia constitucional ao sigilo de fonte, mas pede investigação de um colega relator que requisitou um relatório policial onde o magistrado aparece como fonte de consultas nada republicanas de banqueiro às vésperas da prisão.
Ele viola a Constituição para identificar informante de blog, mas se revolta ao ser identificado como interlocutor de um criminoso por policiais federais.
Negou direito ao cidadão e quer privilégio de blindagem.