Senhor das Sombras Eternas. Eu vejo o que você esconde de si mesmo. Crio mundos. Desperto poderes. Quebro ilusões.
Manifesto realidades e desfaço mentiras.
Uma cidade com pouco mais de 50 mil habitantes no interior do Mato Grosso do Sul foi palco de uma tragédia transmitida ao vivo por uma plataforma que tem cerca de 56 milhões de pessoas cadastradas no país. Uma adolescente de 13 anos cometeu suicídio diante de uma plateia que assistia à transmissão online.
A polícia começou a investigar o caso e identificou um cenário com ameaças e chantagem, e a morte passou a ser investigada como homicídio. A rede social onde o evento se deu, o Discord, enfrenta questionamento judicial. Mais que isso: a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou a suspensão das transmissões ao vivo da plataforma.
Neste episódio, @NatuzaNery entrevista Renata Cafardo, jornalista que acompanha o caso e que é autora do livro "O Algoritmo das Famílias". Renata descreve como as plataformas online em geral afetam a saúde e comprometem a segurança de crianças e adolescentes. OUÇA ==> https://t.co/EV4C28mdAE #g1 #oassunto
A foto do Centrão de Arthur Lira se lavando na piscina do amigo de Flávio Bolsonaro e advogado agora alvo da PF, Willer Tomaz, com a presença alegre do lulista Weverton Rocha e do bolsonarista Alexandre Ramagem, retrata o Brasil.
Eles se lavam juntos, enquanto o povo se divide.
@VEJA Excelente escolha, Tari_Flávio. Investigado por suspeita de estupro de vulnerável e também responde a investigação no STF por suposto desvio de R$ 6 milhões em emendas parlamentares.
O apresentador Zé Eduardo criticou, nesta segunda-feira (3), a incursão da Polícia Militar em um terreiro de Candomblé de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, e cobrou explicações do major Renato, comandante da 52ª Companhia Independente da PM (CIPM).
Durante o programa Giro Baiana, da rádio Baiana FM (89,3), o comunicador questionou se o oficial autorizou a operação, que classificou como "desastrosa", "inconsequente" e "irresponsável". Segundo ele, policiais armados entraram no terreiro acompanhados por uma equipe de televisão.
Como confiar?
- Diretor da PF escolhido pelo governo fez tour internacional com o presidente da República e participou de degustação de whisky com ministros do STF e o PGR em Londres, bancada pelo protagonista da maior fraude da história do país;
- Presidente foi flagrado convidando um desses ministros do STF para tomar café, enquanto a PF tentava driblar o atual relator do caso de seu filho, pedindo ao Supremo redistribuição da investigação por supostos crimes de corrupção e tráfico de influência, e acionando o próprio governo, na AGU, contra a atuação do mesmo relator;
- O relator do caso do filho do presidente,
no âmbito do escândalo do roubo dos aposentados, havia reclamado do corpo mole da PF e cobrado informações e imparcialidade, sobretudo após a cúpula da corporação ter trocado três delegados que conduziam os trabalhos e um perito, em manobras vistas como evidências de pressão política;
- O ministro do café, como presidente interino do STF, remeteu o pedido da PF ao PGR indicado pelo próprio presidente da República, e o PGR não se opôs à redistribuição do caso do filho dele para um novo relator;
- Esse PGR jamais pediu investigação sobre qualquer ministro do STF, incluindo o do resort, cuja empresa teve cotas milionárias compradas pelo cunhado e operador do protagonista da maior fraude do país, e o do café, cuja esposa fechou contrato alegadamente advocatício de R$ 130 milhões com o banco do protagonista da maior fraude do país, com quem o próprio ministro do café conversava via WhatsApp;
- No Supremo, a redistribuição do caso do filho do presidente foi então a sorteio, mas, por ironia do destino e para decepção de todos que atuaram ou torceram pela troca, o caso caiu novamente com o mesmo relator que a PF tentou driblar;
- A outra ironia da história é que os ministros do café e do resort, exercendo controle já criticado como intrusivo sobre os trabalhos da PF em relatorias anteriores (seja de trama golpista e 8/1, seja na etapa inicial do caso da maior fraude do país), abriram precedentes para legitimar até eventuais excessos do relator do caso do filho do presidente na supervisão da atividade policial...
Haja cafezinho agora.