Quando não se tem capacidade militar de enfrentar o inimigo e não quer aceitar a derrota...
Agora, a população e instalações civis são alvos de uma potência decadente, corrupta, criminosa e governada por capachos de #Israel.
#geopolitica#Hormuz#EUA#USA
The US is now attacking food supplies in Iran.
The idea is to starve the people so that they will either die or rise against the government.
This is a new low for a proud country like America.
"Por que o Irã não ataca #Israel direto? Olha o meme genial do @MenchOsint 👀
Nos primeiros dias de guerra, a maioria dos mísseis e drones iranianos era derrubada sobre a Jordânia e pelos sistemas de defesa árabes (#Kuwait, #Qatar, #Bahrein, #Emirados, #Arábia Saudita...). Uma verdadeira 'parede árabe' protegendo o caminho para Israel.
Mas agora? Estratégia mudou, e parece inteligente pra caramba. Nas últimas horas, o #Irã lançou 5 mísseis balísticos contra a #Jordânia e acertou bases americanas no #Golfo, tudo em resposta aos bombardeios de 5h na costa sul iraniana, perto de #Ormuz .
Em vez de bater de frente e gastar munição em intercepções, o Irã tá mirando primeiro nessa 'parede'. Enfraquecer radares, esgotar defesas e limpar o campo pro ataque principal. Alguns mísseis já tiveram sucesso parcial na Jordânia desta vez.
♟️Jogo de xadrez no Oriente Médio: o tabuleiro cobre toda a região. Muitos blefes, xeques hilários, principalmente os dados por Trump, que talvez seja um enxadrista muito bom em campos de golfe, mas não no Golfo Pérsico.🏌️
O Irã acaba de derrubar várias peças importantes. O rei tá praticamente descoberto... e o xeque-mate pode estar mais perto do que se imagina.
👑O rei israelense pode cair, mas como consolo talvez sobre o Muro das Lamentações para o choro geral.🧱
"Why isn't Iran attacking Israel"
During the first days of war, most missile/drones were being intercepted over Jordan, due to ADs deployed there, Radars in Kuwait, Qatar, Bahrain, UAE, Saudi Arabia ...
So i believe taking down the "Arab wall" first is a better strategy.
📈 Tesouro Direto: as taxas estão nas alturas. IPCA+ 2032 pagando IPCA + 8,12%. Prefixado 2032 a 14,45%. Parece sonho, mas é preciso calma.
Muito se fala do #petróleo caro e da guerra no #Irã . De fato, petróleo nas alturas empurra a inflação, e o mercado sobe os juros para se proteger. Mas tem um índice que revela o verdadeiro motivo do estresse: o #CDS .
🤔 O que é CDS? Seguro-calote.
Sabe quando você faz seguro do carro? O CDS é o seguro que o investidor compra contra o risco de um país dar calote. Quanto maior o medo, mais cara a apólice.
Pois bem, o CDS do Brasil pra 5 anos está em 420 pontos-base. Traduzindo: pra segurar R$ 10 milhões em títulos públicos, o investidor paga 4,2% ao ano (US$ 420 mil). É caríssimo. É o mercado dizendo: "a chance de algo dar muito errado é real".
Esse medo não vem só do petróleo.
Vem do combo:
🔥 Guerra no Oriente Médio fechando a principal rota de petróleo do mundo.
💸 #Dólar a R$ 6,45, turbinando a inflação de tudo que é importado.
📉 Contas públicas frágeis, com o governo gastando mais pra segurar o preço dos combustíveis e aumentando a desconfiança sobre a capacidade de pagar a dívida.
Aí o investidor olha essa taxa do Tesouro #IPCA + e pensa: "vou garantir 8% ao ano acima da inflação até 2032!". Cuidado. Esses 8% não são um presente, são um prêmio de risco. Quem compra, precisa dormir tranquilo sabendo que, se o cenário piorar muito, esse papel pode derreter no curto prazo ou, no limite, ser afetado por uma reestruturação da dívida.
📅 Mas 420 pontos é muito ou pouco? Vamos viajar no tempo.
Para saber se é muito, a gente precisa olhar o retrovisor. E a história não mente.
🔹 2002 – O pico absoluto: ~2.400 pontos
Brasil na iminência de eleger #Lula pela primeira vez. Pânico total. O seguro custava 24% ao ano. O país era tratado como calote certo. Passado o susto, o CDS despencou.
🔹 2008 – Crise global: ~600 pontos
Quebra do #LehmanBrothers . Crise de confiança planetária. Na máxima, batemos 600 pontos. Depois, o CDS recuou rapidamente com a injeção de liquidez mundial.
🔹 2015-2016 – Crise fiscal e impeachment: ~450 pontos
Dilma, pedaladas, recessão e nota de crédito cortada para grau especulativo. Foi a última vez que vimos o índice rondar os 450 pontos de forma sustentada. O Brasil sangrou e o CDS só acalmou quando o ajuste fiscal entrou no radar.
🔹 2019-2021 – Juros baixos e calmaria: 120-200 pontos
Pré-pandemia, com #Selic em queda e contas externas em ordem, o CDS flutuava nessa faixa amena. Na crise da #Covid , até subiu, mas a inundação de liquidez segurou a barra.
🔹 2026 – Agora: 420 pontos e subindo
A leitura é cruel: estamos nos níveis de 2015, mas com agravantes globais que não existiam lá.
Em 2015, era uma crise doméstica, com dólar baixo e petróleo comportado.
Em 2026, é uma bomba doméstica (dívida/PIB crescendo) somada a uma bomba externa (guerra no Irã, petróleo a US$ 137, dólar nas alturas).
O CDS só esteve consistentemente acima de 400 pontos em dois tipos de situação: crise terminal de confiança (2002) ou risco real de insolvência (2015). Estamos de volta ao clube.
📌 Resumo da ópera:
As taxas do #TesouroDireto (IPCA+8%, Prefixado 14%) são um prêmio que grita: "o risco nunca esteve tão alto desde a quase-quebra de 2015".
Pode ser a oportunidade de uma década? Sim. Mas só para quem entende que está comprando um ativo com o risco de tempestade perfeita embutido no preço.
Conhecer o CDS é como ter um detector de fumaça na carteira. E agora ele está apitando sem parar!
#BolsaEMaturidade
Russian Ambassador to China:
"Russia and China are working together to address current challenges and threats, both across their shared continent and around the world."
🚨👇
👉 Operação Audaciosa do #Mossad: #Ahmadinejad como "cavalo de Troia" contra o regime iraniano
O que parecia roteiro de filme de espionagem virou realidade: segundo reportagem do #Haaretz (com ecos no New York Times), o Mossad montou um plano secreto pra recrutar o próprio Mahmoud Ahmadinejad, o ex-presidente linha-dura, negacionista do #Holocausto e inimigo declarado de Israel, como peça central pra derrubar o regime iraniano e colocá-lo de volta no poder em Teerã.
👉Contatos, viagens e o "Gato de Botas"
Tudo começou por volta de 2022, quando relatórios indicaram que Ahmadinejad havia mudado de tom nos bastidores: via o programa nuclear como fardo econômico insustentável e admitia que só uma intervenção externa forte poderia abrir caminho para seu retorno. #Israel viu oportunidade.
Os contatos foram feitos com discrição cirúrgica. Primeiro na #Guatemala (2023), em uma conferência ambiental, depois em #Budapeste (2025), onde o próprio chefe do Mossad, #DavidBarnea , se encontrou com ele. Israel bancou viagens, hospedagens e disfarces pra despistar a Guarda Revolucionária. A operação ganhou o codinome "Gato de Botas" e envolvia propaganda interna, apoio a curdos no Iraque, mobilização de minorias étnicas e até tentativa de envolver o Azerbaijão.
Em fevereiro de 2026, durante os primeiros ataques conjuntos EUA-Israel, forças especiais do Mossad fizeram uma incursão em Teerã pra "libertar" Ahmadinejad e levá-lo a local seguro.
👉 O fracasso e as rachaduras internas
O plano desmoronou por dentro. Ahmadinejad, depois de resgatado, se desiludiu com os termos e simplesmente abandonou o esconderijo. Hoje ele estaria sob prisão domiciliar rígida no Irã. Do lado israelense, a operação gerou forte divisão: chefes da Inteligência Militar e do Estado-Maior se opuseram ferrenhamente, levando à suspensão das ações principais.
No fim, o pragmatismo extremo de usar um antigo inimigo como aliado quase mudou o tabuleiro do Oriente Médio, mas esbarrou na desconfiança mútua e na resiliência do regime iraniano.
#geopolitica #IranWar
CENTCOM: U.S. forces carried out the first combat deployment of maritime drones, using three Corsair unmanned surface vessels to strike a submarine and naval maintenance facility at Iran’s Bandar Abbas naval base.
Recap brutal das montadoras alemãs na #China
(Q2 e H1/2026):
#Mercedes -30% no Q2
#BMW -30%
#Porsche -41%
#VW -36,6%
Todas com quedas acima de 20-30% no semestre. O "milagre alemão" do passado virou dependência perigosa da China, que agora devora o mercado com #byd , #Nio e companhia (EV barato + tecnologia).📉🇩🇪🇨🇳
#BolsaEMaturidade #Investimentos #China #Geopolitica
#EV #carros #geopolitic #Alemanha
Recap of German automakers sales performance in China Q2 and H1 2026:
Mercedes:
Q2: 98,600 ⬇️30%
H1: 210,200 ⬇️28%
BMW Group:
Q2: 117,815 ⬇️30.2%
H1: 261,773 ⬇️20.4%
Porsche:
Q2: 6,982, ⬇️41%
H1: 14,501 ⬇️32%
Volkswagen Group
Q2: 424,300 ⬇️36.6%
H1: 973,000 ⬇️25.9%
At least 30% down in Q2 and at least 20% down in H1 across all four.
#bloodbath
Oil up = inflation up = fear of rate hikes = precious metals down.
Today, the US can't fight inflation Volcker-style.
Back then, debt/GDP was around 30%.
Today, it's around 120%.
At today's debt levels, higher rates are more painful than inflation itself.
Imparáveis: Flávio Bolsonaro colhe o preço de subestimar Michelle
Programa analisa a nova força de Michelle que fraturou o bloco da direita radical após confronto com Flávio Bolsonaro
https://t.co/pbeaaWIbYB
Hasnain Kazim, escritor vivendo na Alemanha, acertou na mosca de novo. Ele critica uma dupla de jovens influencers que fazem ativismo ‘diplomado’ no #TikTok: tattoos, discurso sério, tom de quem vai salvar o mundo… mas tudo com cara de performance bem produzida para likes.
O que ele diz é simples: sua crítica anterior foi até leve demais. E faz sentido. Esse ativismo performático, instagramável, que vive batendo na mesma tecla identitária (gênero, raça, opressão cotidiana) tem um problema grave: ele distrai de temas mais profundos e estruturais.
Não que identidade não importe, claro que importa. Mas quando vira obsessão única, vira cortina de fumaça. Governos e elites adoram isso: enquanto todo mundo discute pronome, cancelamento e linguagem ‘inclusiva’, ficam livres pra avançar em vigilância digital, concentração de poder econômico, dependência externa e problemas reais que afetam a maioria da população (moradia, energia, emprego, segurança).
Os ativistas acabam, muitas vezes sem perceber, contribuindo para o que criticam. Ficam cegos para os problemas maiores porque o algoritmo e a bolha recompensam o que gera engajamento emocional rápido. Resultado? Debate raso, polarização infinita e pouca pressão real sobre quem manda de verdade.
Kazim, que já levou muita porrada por criticar extremismos dos dois lados, mostra o cansaço de muita gente comum: “chega de teatro, vamos falar do que realmente importa”.
E aí, Brasil? Estamos importando esse modelo ou ainda dá tempo de focar no essencial?
#AtivismoPerformatico #CulturaWoke #ReflexaoMature #LiberdadeDePensamento
Mir schreiben seit gestern viele Leute, überwiegend Ü50-Typen, die um Himmels willen keine alten Knacker sein wollen und „Ikkimel“ ganz „pfiffig“ finden und allen Ernstes darauf verweisen, sie habe doch einen „Bachelor“ (Wahnsinn! Eine quasi diplomierte Rapperin! Dann MUSS das ja gut sein!), ich sei ein „Karlheinz“ und „Boomer“ und meine Kritik sei unberechtigt. Jetzt sehe ich dieses Video und weiß: Meine Kritik war noch zu milde. Viel zu milde.
Angola dando mais um passo na direção da modernização digital com forte apoio chinês. Será que é o primeiro país africano a avançar nessa frente específica? Pelo que se vê, sim, em vários aspectos de integração financeira e tecnológica com a China. Outros países africanos como Nigéria, Quênia e Egito já têm iniciativas de #CBDC ou pagamentos digitais avançados, mas Angola tem se destacado pela velocidade e profundidade da parceria com #Pequim.
O que chama atenção: Angola não faz parte dos #BRICS, mas tomou a iniciativa. Aqui no Brasil, maior parceiro comercial da China nas Américas, com bilhões de dólares em financiamentos e dívidas originadas de Pequim (muito acima do que vem dos #EUA ), as condições, as conexões e os motivos parecem ainda mais fortes. Por que não avançaríamos também?
O mundo está se movendo rápido para moedas digitais, sistemas de pagamento alternativos e redução da dependência do #dólar . Enquanto isso, o Brasil segue discutindo, estudando e postergando. Angola mostra que, com vontade política e parceiro estratégico, dá pra andar mais rápido.
Isso pode ser sinal dos tempos: países emergentes buscando soberania financeira e alternativas ao sistema atual. Pra quem investe com visão de longo prazo, vale acompanhar de perto: geopolítica , comércio e #tecnologia estão cada vez mais entrelaçados.
O que você acha? O Brasil deve acelerar nessa direção ou tem razões pra ir mais devagar? Reflexão madura sempre ajuda.
#Geopolitica #DigitalFinance #ChinaBrasil #Angola #China
Angola’s🇦🇴 central bank has approved the yuan for banks’ foreign-currency reserve requirements.
The currency joins the U.S.🇺🇸 dollar, euro and South African🇿🇦 rand as eligible reserve currencies.
The move reflects Angola’s🇦🇴 deep trade and financial ties with China🇨🇳, its biggest oil customer and a major infrastructure lender.
It also supports Beijing’s broader push to expand the yuan’s role in global trade and finance.
https://t.co/nr20PAmjdJ
Esse short do #MarcVidal vale a pena assistir.
No meio da #Copa do Mundo, quando muita gente estava distraída com futebol e vários deputados não estavam no Parlamento Europeu, a #UE conseguiu aprovar, usando uma manobra no regimento, a extensão do famoso #ChatControl 1.0.
Sob o pretexto nobre de combater abuso sexual infantil (#CSAM ), a lei permite que plataformas como #Meta , #Google e outras escaneiem mensagens privadas em apps não criptografados de ponta a ponta. Não é uma obrigação total de ‘backdoor’ no #WhatsApp ou #Signal ainda, mas abre a porta para vigilância em massa ‘voluntária’ das #bigtechs.
No dia 9 de julho de 2026, 314 eurodeputados votaram contra a extensão, mas o regimento exigia maioria absoluta (361 votos) pra bloquear. Com quórum baixo, a medida passou e vale até abril de 2028. Chat Control 2.0 (a versão mais pesada, com client-side scanning) segue em negociação e pode voltar com tudo em setembro.
Isso não é novidade. Tentativas semelhantes já tinham sido barradas antes, mas o lobby da ‘segurança’ sempre volta. O risco é claro: hoje é pra combater pedofilia, amanhã pode virar ferramenta de controle político, censura ou vigilância generalizada. Privacidade digital vira luxo. #Criptografia forte, que protege #jornalistas, ativistas e cidadãos comuns, fica ameaçada indiretamente.
Na prática, estamos vendo mais um passo na direção de um modelo de ‘segurança’ que trata todo mundo como suspeito. Enquanto isso, dados vazam, governos autoritários crescem e as big techs ganham poder de gatekeeper.
Proteger crianças é essencial, mas sem destruir liberdades fundamentais no processo. Vigilância em massa raramente fica só no ‘bem’.
Fica o alerta pra quem valoriza privacidade e soberania individual.
#ChatControl #PrivacidadeDigital #Liberdade #UniaoEuropeia
Na #Coreia do Sul, um caso de beisebol colegial virou símbolo de debate sobre punição, liberdade e educação cívica. Em 29 de junho de 2026, no torneio nacional Cheongryonggi, jogadores do Baejae High School (#Seul) cantaram para o time adversário de #Gwangju : “Vamos, vamos, vamos ao #Starbucks” , com menção a “Tank Day”.
O grito ganhou peso pelo contexto histórico. Em maio de 2026, a Starbucks Coreia lançou promoção de copos “Tank” no dia 18 de maio — aniversário do 5·18, o Movimento de Democratização de Gwangju (1980). Estudantes e cidadãos protestaram contra a ditadura militar de Chun Doo-hwan e a lei marcial. A repressão com tanques e tropas resultou em centenas de mortos (estimativas oficiais ~200, estudiosos falam em até 2 mil). Hoje é símbolo da luta pela #democracia sul-coreana, especialmente sensível na região de Gwangju. A ação da Starbucks gerou boicotes, protestos, demissão de CEO e treinamento obrigatório de história nas lojas.
A federação de beisebol (#KBSA ) aplicou 6 meses de suspensão para o time inteiro de Baejae. Nos registros da comissão, o principal motivo foi o “impacto social” (사회적 파장), mais que uma infração técnica clara. A escola se desculpou, puniu internamente os alunos e recorreu da decisão.
Sim, gestos ou palavras que zombam de tragédias históricas ou evocam ódio merecem resposta firme. No Brasil, cantos racistas ou gestos nazistas em estádios são punidos pela #CBF, #STJD e leis antirracismo. Democracia não tolera tudo.
Mas o ideal é agir pelo Estado de Direito: leis claras, devido processo, proporcionalidade e viés educativo, especialmente com adolescentes. Punir coletivamente por meses baseado principalmente em “repercussão social” levanta dúvidas se foi medida técnica ou reação à pressão pública.
No fundo, esses casos expõem falha do Estado na educação cívica. Quando jovens não absorvem o peso da memória histórica, empatia e valores democráticos, a culpa não é só deles. Melhor caminho: cobrar currículos mais robustos, ensino crítico de história, debates sobre direitos humanos e cultura de respeito, sem cair no autoritarismo do “não pode falar nada”.
No Brasil já sentimos ecos: punições rápidas por repercussão, cancelamentos que extrapolam a lei e pressão social substituindo o devido processo. Leis contra #racismo e incitação existem e devem ser aplicadas. Mas quando “o barulho” vira o juiz principal, arriscamos uma sociedade mais controlada pela opinião do momento do que por princípios claros, e menos livre para errar, aprender e crescer.
Casos como Baejae servem de alerta: punir o errado é necessário, mas de forma proporcional e com educação de base forte. Sociedades maduras protegem a memória das vítimas sem transformar jovens em bodes expiatórios de falhas sistêmicas maiores.
#EstadoDeDireito #Democracia #LiberdadeDeExpressao #RuleOfLaw #CancelCulture #CivicEducation #사회적파장 #배재고 #5_18
Muita gente vai enxergar essa notícia apenas pelo prisma do conflito #Israel × #Catar. Mas ela revela algo muito maior.
O fundo soberano do Catar (#QIA ), um dos principais acionistas da #Volkswagen, teria se posicionado contra um acordo para produzir componentes ligados ao sistema #IronDome. Isso mostra que, no mundo atual, o poder acionário também é uma ferramenta de política internacional.
E esse está longe de ser um caso isolado.
A China já utilizou sua influência em cadeias de terras raras como instrumento geopolítico. Fundos soberanos de países do Golfo investem bilhões em bancos, portos, empresas de energia, tecnologia e indústria na Europa e nos #EstadosUnidos. A #Noruega, por meio do seu fundo soberano, frequentemente exerce influência em temas de governança e sustentabilidade nas empresas em que investe.
A lógica mudou.
Antes, muitos países projetavam poder principalmente por meio de bases militares ou sanções econômicas. Hoje, uma parcela desse poder passa também pelos conselhos de administração, pelas participações acionárias e pelo controle de ativos estratégicos.
Quem ainda acredita que ações representam apenas dividendos e valorização talvez esteja olhando apenas uma parte do tabuleiro.
Cada vez mais, ações representam influência. E influência é poder.
#Geopolitics #Geoeconomics #GlobalMarkets #Geopolítica #EconomiaGlobal #MercadoFinanceiro
NEW: 🇩🇪🇶🇦🇮🇱 Qatar is blocking German companies to sell military equipment to Israel, per Bild
Qatari sheikhs are endangering entire Volkswagen plants, as if the company’s crisis was not severe enough already.
Qatar’s sovereign wealth fund (QIA) is Volkswagen’s third-largest shareholder
Volkswagen and Israeli defence contractor Rafael signed a Letter of Intent in late April for the production of components for the Iron Dome air defence system at Volkswagen facilities.
The proposal was subsequently vetoed by QIA.
Hamburg-based shipping giant Hapag-Lloyd also suspended its planned acquisition of Israeli shipping company ZIM after it emerged that QIA holds a significant stake in Hapag-Lloyd.