Nesta segunda-feira, 24 de agosto, durante palestra magna no Congresso Nacional de Direito Público e Controle Externo, em São Paulo, o ministro Alexandre de Moraes atribuiu o descrédito do Jornal Nacional e da grande mídia a uma “lavagem cerebral” promovida por influenciadores.
A tese é conveniente - a velha mídia seria vítima inocente, enquanto o público seria incapaz de pensar sozinho. O que Moraes omite é que nenhum influenciador destruiu essa confiança; foi o próprio sistema político-midiático, com manchetes seletivas, silêncios calculados, dois pesos para fatos semelhantes, informações recortadas e opiniões vendidas como verdades.
A internet simplesmente abriu os arquivos e revelou vídeos completos, documentos, contradições e versões omitidas pela TV.
Moraes tenta desqualificar o comunicador digital, com ataque pessoal para fugir do conteúdo. Muitos são jornalistas, analistas e repórteres independentes que vivem de informação, apresentam documentos e entregam fatos sem o filtro das redações.
Alguns erram ou mentem? Claro, assim como emissoras erram, jornalistas manipulam e juízes falham. Na internet, porém, o cidadão confronta fontes, compara versões e forma seu juízo; o velho sistema exigia que aceitasse uma edição noturna como resumo autorizado da realidade.
A lavagem cerebral não está na multiplicação das vozes, mas na tentativa de monopolizar a informação, repetir enquadramentos, esconder o contraditório e carimbar como “fanático”, “extremista” ou “desinformado” quem rejeita a narrativa oficial.
Moraes não apontou uma mentira e a refutou; mostrou incômodo porque um influenciador alcançou mais audiência que o Jornal Nacional. O sistema destruiu a credibilidade e agora chama de “lavagem cerebral” a liberdade de quem aprendeu a viver sem sua tutela.
Nesta segunda-feira, 24 de agosto, durante palestra magna no Congresso Nacional de Direito Público e Controle Externo, em São Paulo, o ministro Alexandre de Moraes atribuiu o descrédito do Jornal Nacional e da grande mídia a uma “lavagem cerebral” promovida por influenciadores.
A tese é conveniente - a velha mídia seria vítima inocente, enquanto o público seria incapaz de pensar sozinho. O que Moraes omite é que nenhum influenciador destruiu essa confiança; foi o próprio sistema político-midiático, com manchetes seletivas, silêncios calculados, dois pesos para fatos semelhantes, informações recortadas e opiniões vendidas como verdades.
A internet simplesmente abriu os arquivos e revelou vídeos completos, documentos, contradições e versões omitidas pela TV.
Moraes tenta desqualificar o comunicador digital, com ataque pessoal para fugir do conteúdo. Muitos são jornalistas, analistas e repórteres independentes que vivem de informação, apresentam documentos e entregam fatos sem o filtro das redações.
Alguns erram ou mentem? Claro, assim como emissoras erram, jornalistas manipulam e juízes falham. Na internet, porém, o cidadão confronta fontes, compara versões e forma seu juízo; o velho sistema exigia que aceitasse uma edição noturna como resumo autorizado da realidade.
A lavagem cerebral não está na multiplicação das vozes, mas na tentativa de monopolizar a informação, repetir enquadramentos, esconder o contraditório e carimbar como “fanático”, “extremista” ou “desinformado” quem rejeita a narrativa oficial.
Moraes não apontou uma mentira e a refutou; mostrou incômodo porque um influenciador alcançou mais audiência que o Jornal Nacional. O sistema destruiu a credibilidade e agora chama de “lavagem cerebral” a liberdade de quem aprendeu a viver sem sua tutela.
Nesta segunda-feira, 24 de agosto, durante palestra magna no Congresso Nacional de Direito Público e Controle Externo, em São Paulo, o ministro Alexandre de Moraes atribuiu o descrédito do Jornal Nacional e da grande mídia a uma “lavagem cerebral” promovida por influenciadores.
A tese é conveniente - a velha mídia seria vítima inocente, enquanto o público seria incapaz de pensar sozinho. O que Moraes omite é que nenhum influenciador destruiu essa confiança; foi o próprio sistema político-midiático, com manchetes seletivas, silêncios calculados, dois pesos para fatos semelhantes, informações recortadas e opiniões vendidas como verdades.
A internet simplesmente abriu os arquivos e revelou vídeos completos, documentos, contradições e versões omitidas pela TV.
Moraes tenta desqualificar o comunicador digital, com ataque pessoal para fugir do conteúdo. Muitos são jornalistas, analistas e repórteres independentes que vivem de informação, apresentam documentos e entregam fatos sem o filtro das redações.
Alguns erram ou mentem? Claro, assim como emissoras erram, jornalistas manipulam e juízes falham. Na internet, porém, o cidadão confronta fontes, compara versões e forma seu juízo; o velho sistema exigia que aceitasse uma edição noturna como resumo autorizado da realidade.
A lavagem cerebral não está na multiplicação das vozes, mas na tentativa de monopolizar a informação, repetir enquadramentos, esconder o contraditório e carimbar como “fanático”, “extremista” ou “desinformado” quem rejeita a narrativa oficial.
Moraes não apontou uma mentira e a refutou; mostrou incômodo porque um influenciador alcançou mais audiência que o Jornal Nacional. O sistema destruiu a credibilidade e agora chama de “lavagem cerebral” a liberdade de quem aprendeu a viver sem sua tutela.
Nesta segunda-feira, 24 de agosto, durante palestra magna no Congresso Nacional de Direito Público e Controle Externo, em São Paulo, o ministro Alexandre de Moraes atribuiu o descrédito do Jornal Nacional e da grande mídia a uma “lavagem cerebral” promovida por influenciadores.
A tese é conveniente - a velha mídia seria vítima inocente, enquanto o público seria incapaz de pensar sozinho. O que Moraes omite é que nenhum influenciador destruiu essa confiança; foi o próprio sistema político-midiático, com manchetes seletivas, silêncios calculados, dois pesos para fatos semelhantes, informações recortadas e opiniões vendidas como verdades.
A internet simplesmente abriu os arquivos e revelou vídeos completos, documentos, contradições e versões omitidas pela TV.
Moraes tenta desqualificar o comunicador digital, com ataque pessoal para fugir do conteúdo. Muitos são jornalistas, analistas e repórteres independentes que vivem de informação, apresentam documentos e entregam fatos sem o filtro das redações.
Alguns erram ou mentem? Claro, assim como emissoras erram, jornalistas manipulam e juízes falham. Na internet, porém, o cidadão confronta fontes, compara versões e forma seu juízo; o velho sistema exigia que aceitasse uma edição noturna como resumo autorizado da realidade.
A lavagem cerebral não está na multiplicação das vozes, mas na tentativa de monopolizar a informação, repetir enquadramentos, esconder o contraditório e carimbar como “fanático”, “extremista” ou “desinformado” quem rejeita a narrativa oficial.
Moraes não apontou uma mentira e a refutou; mostrou incômodo porque um influenciador alcançou mais audiência que o Jornal Nacional. O sistema destruiu a credibilidade e agora chama de “lavagem cerebral” a liberdade de quem aprendeu a viver sem sua tutela.
@Maurormf O Flamengo perde "milhões" de gols nos jogos, aliás tem que cobrar dos jogadores e não somente do técnico e diretoria. Contra o Cruzeiro teve vários gols perdidos, fruto de chutes errados ao gol e passe errados (último passe).
Com meu comentário relacionando a doença de Creuz-Jacob que acometeu o Lito e o AVC do Pirula com as vacinas de mRNA eu tive a maior saída de pessoas desse perfil.
E a maior entrada, sendo o saldo extremamente positivo.
Isso significa menos flocos de neve e mais gente interessada na verdade.
Coisa boa essa depuração. Os que entraram agora, sejam bem-vindos. Idem velle, idem nolle.
LUC MONTAGNIER JÁ LIGAVA A DOENÇA DO LITO SOUSA COM VACINA COVID-19
Sobre o caso do Lito Sousa, acendeu o alerta de EFEITOS FUTUROS de cobaias que se submeteram aos experimentos genéticos disfarçados de “vacinas” da Covid-19.
Não sou eu que inventei isso, mas um estudo publicado por Luc Montagnier
em 2022.
2022!!!!
Nome do estudo: “Em direção ao surgimento de uma nova forma da doença neurodegenerativa de Creutzfeldt-Jakob: Vinte e seis casos de DCJ declarados poucos dias após a aplicação de uma "vacina" contra a COVID-19.”
Nesse estudo, Luc e outros cientistas falaram sobre a doença neurodegenerativa de Creutzfeldt-Jakob e sua ligação com os experimentos genéticos utilizados em vacinas, e que provocaram a doença.
Tá duvidando, zé roela?
Sou negacionista? Conspiracionista?
Leia então, cara-pálida!!!
https://t.co/K82nmfFcG1
LUC MONTAGNIER JÁ LIGAVA A DOENÇA DO LITO SOUSA COM VACINA COVID-19
Sobre o caso do Lito Sousa, acendeu o alerta de EFEITOS FUTUROS de cobaias que se submeteram aos experimentos genéticos disfarçados de “vacinas” da Covid-19.
Não sou eu que inventei isso, mas um estudo publicado por Luc Montagnier
em 2022.
2022!!!!
Nome do estudo: “Em direção ao surgimento de uma nova forma da doença neurodegenerativa de Creutzfeldt-Jakob: Vinte e seis casos de DCJ declarados poucos dias após a aplicação de uma "vacina" contra a COVID-19.”
Nesse estudo, Luc e outros cientistas falaram sobre a doença neurodegenerativa de Creutzfeldt-Jakob e sua ligação com os experimentos genéticos utilizados em vacinas, e que provocaram a doença.
Tá duvidando, zé roela?
Sou negacionista? Conspiracionista?
Leia então, cara-pálida!!!
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LUC MONTAGNIER JÁ LIGAVA A DOENÇA DO LITO SOUSA COM VACINA COVID-19
Sobre o caso do Lito Sousa, acendeu o alerta de EFEITOS FUTUROS de cobaias que se submeteram aos experimentos genéticos disfarçados de “vacinas” da Covid-19.
Não sou eu que inventei isso, mas um estudo publicado por Luc Montagnier
em 2022.
2022!!!!
Nome do estudo: “Em direção ao surgimento de uma nova forma da doença neurodegenerativa de Creutzfeldt-Jakob: Vinte e seis casos de DCJ declarados poucos dias após a aplicação de uma "vacina" contra a COVID-19.”
Nesse estudo, Luc e outros cientistas falaram sobre a doença neurodegenerativa de Creutzfeldt-Jakob e sua ligação com os experimentos genéticos utilizados em vacinas, e que provocaram a doença.
Tá duvidando, zé roela?
Sou negacionista? Conspiracionista?
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Novak Djokovic, o maior tenista de todos os tempos, enfrentou a ignorância científica dos juízes australianos, foi impedido de disputar o open australiano de 2021 e deportado por não ter o ridículo “passaporte vacinal”, mesmo estando imunizado por haver contraído a COVID! No ano seguinte foi novamente a Austrália, sem passaporte vacinal e venceu o open!
Djokovic é o maior atleta da história do Tênis e o maior exemplo de postura e coerência científica no mundo dos esportes, em relação a pandemia !
LUC MONTAGNIER JÁ LIGAVA A DOENÇA DO LITO SOUSA COM VACINA COVID-19
Sobre o caso do Lito Sousa, acendeu o alerta de EFEITOS FUTUROS de cobaias que se submeteram aos experimentos genéticos disfarçados de “vacinas” da Covid-19.
Não sou eu que inventei isso, mas um estudo publicado por Luc Montagnier
em 2022.
2022!!!!
Nome do estudo: “Em direção ao surgimento de uma nova forma da doença neurodegenerativa de Creutzfeldt-Jakob: Vinte e seis casos de DCJ declarados poucos dias após a aplicação de uma "vacina" contra a COVID-19.”
Nesse estudo, Luc e outros cientistas falaram sobre a doença neurodegenerativa de Creutzfeldt-Jakob e sua ligação com os experimentos genéticos utilizados em vacinas, e que provocaram a doença.
Tá duvidando, zé roela?
Sou negacionista? Conspiracionista?
Leia então, cara-pálida!!!
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