"CORONEL da reserva, CLÁUDIA ROMUALDO, de BH, se emociona e faz um apelo à MÍDIA BRASILEIRA para que parem de DEMONIZAR o trabalho da POLÍCIA.
Dá muita tristeza assistir a jornalistas romantizando o crime. Eles não sabem com que VIOLÊNCIA essas pessoas atuam.
14 Advogados de Políticos Visitavam Vorcaro.
Saibam quem eram alguns desses advogados: Engels Muniz, sócio do escritório do ex-chefe da Casa Civil do Ibaneis Rocha, ex-governador de Brasília. Outro era Ciro Soares, advogado ligado ao senador Otto Alencar do PSB da Bahia. Outro era Marcos Meira, ligado ao senador Ciro Nogueira do PP do Piauí e líder do Centrão. Eles visitavam Vorcaro na prisão todos os dias, apesar de não terem nada a ver com a delação. O que iam fazer lá?
A função desses advogados era moldar a delação e direcioná-la de determinada forma. Muito provavelmente, iam em nome de políticos que poderiam ser delatados para tentar impedir que a delação de Vorcaro fosse completa, com todos os nomes e grandes figurões da República. A Polícia Federal cortou isso ao rejeitar a delação. Quando foi rejeitada, o vai e vem de advogados que irritava o PT acabou. Isso mostra que buscavam seletividade, talvez para convencer Vorcaro a omitir fatos. Cada dia fica mais claro que Vorcaro não está ali para falar a verdade: sua estratégia de defesa é criar tumulto para alegar nulidade depois. Esses mesmos advogados atuaram na Lava Jato defendendo os réus.
🚨VEJA - Alexandre Garcia detona a nomeação da namorada de Toffoli por Nunes Marques e diz que isso não poderia existir jamais em um país civilizado
“Estão esperando que o Fachin apresente o Código de Ética porque antes dele não tem ética?”
Na semana passada, a PGR pediu a condenação de Tagliaferro por vazar informações sigilosas do gabinete de Moraes. Ocorre que as informações revelavam ilícitos praticados dentro do gabinete e, nesse contexto, seu dever funcional e moral era torná-las públicas.
Gonet simplesmente ignorou esse ponto.
Se estivesse em Nuremberg, provavelmente acolheria a tese dos réus que alegavam: “apenas obedecíamos ordens”.
Para Gonet, importa a ordem, não o conteúdo dela
Passei quase trinta anos olhando para dentro de esquemas de corrupção e de lavagem de dinheiro. Aprendi cedo uma coisa que a notícia desta semana só confirma: o dinheiro sempre deixa rastro, e é por esse rastro que o crime organizado se enfrenta de verdade.
Na quinta-feira, os Estados Unidos classificaram o PCC e o Comando Vermelho como terroristas. A imprensa noticiou como se fosse uma medida só. Não é. São duas, e a diferença entre elas é exatamente o que importa.
A primeira, via OFAC, é financeira: bloqueio de ativos e exposição de terceiros a sanções secundárias. A segunda, a designação como organização terrorista estrangeira, acrescenta o risco criminal por “apoio material” e estende o braço da lei americana para muito além do território dos EUA.
Quando eu analisava como o dinheiro do crime entrava na economia formal, o problema quase nunca era o criminoso óbvio. Era a empresa de fachada. Era o terceiro que transacionava sem saber com quem. Era a estrutura desenhada justamente para que ninguém precisasse perguntar a origem dos recursos. É aí que mora o risco, e é aí que a designação americana agora alcança, com a regra que trata como bloqueado até quem não aparece em lista.
Por isso afirmo, com a tranquilidade de quem viu esse filme muitas vezes: o eixo do enfrentamento deixou de ser apenas penal. Passou a ser financeiro. E o financeiro não respeita fronteira.
Se eu estivesse hoje numa sala de conselho de uma instituição exposta, não perguntaria “estamos em conformidade?”. Perguntaria outra coisa, bem mais incômoda: se amanhã aparecermos, ainda que por engano, vinculados a uma dessas facções, quem aqui está preparado para responder antes que o estrago reputacional se torne irreversível?
Quem hesita ao ouvir essa pergunta acabou de descobrir a própria vulnerabilidade.
Preso de manhã → solto na audiência de custódia à tarde → mata menino na praia à noite.
Juíz soltou o bandido 56 vezes. Isso não é falha do sistema. Isso é o sistema funcionando como militantes querem. Um Brasil sem justiça.
🚨 UMA AULA QUE DESTRÓI A BLINDAGEM DO CRIME NO BRASIL!
O "tecnicismo" da esquerda tenta a todo custo proteger facções criminosas da etiqueta de terroristas.
Thulio Nassa deu o papo: o terrorismo é um MEIO, não um fim. Se usam o pavor para dominar territórios e explodir a ordem, é TERRORISMO CRIMINAL!
É uma VERGONHA internacional que os EUA tenham que agir contra os cartéis brasileiros por pura omissão do atual governo federal. Parabéns ao Senador @FlavioBolsonaro por escancarar a realidade que o sistema tenta esconder. O Brasil quer ORDEM! 🇧🇷🔥
IMPRESSIONANTEMENTE SENTADO E SORRINDO
Segundo a imprensa militante Forum, Trump deve ter pouco apreço para com sua filha Ivanka Trump, seu marido Jared Kushner, bem como Cristiano Ronaldo, Messi, Elon Musk, McGregor, dentre tantos outros com quem ele tirou foto… sentado.
🚨 Querem sequestrar e diluir o Bolsonarismo!** A professora de Filosofia Bruna Torlay explica, com clareza cirúrgica, como certos políticos “conservadores de ocasião” tentam se aproximar do movimento para enfraquecê-lo por dentro. Não caia nessa armadilha. Bolsonarismo não é modismo nem cargo público: é **Deus, Pátria, Família e Liberdade** acima de tudo!
Quem é verdadeiro permanece firme. Quem quer diluir, mais cedo ou tarde se revela.
Estou avisando há algum tempo, como o o STF não pode evitar as delações e o julgamento, a Corte está se armando para anular o caso Master com o mesmo método usado para anular a Lava Jato: preparem-se.
O SISTEMA — banqueiros, JBS, Zema, Dória e Temer — que se reuniu em Nova York está TOTALMENTE DESESPERADO!!!
A quadrilha está tremendo!
O jornalista @claudio_dantas_ acaba de revelar que a pesquisa da AtlasIntel, utilizou um artifício inédito e altamente questionável para “manipular os resultados”.
Essa denúncia expõe uma tentativa grave de interferência no processo eleitoral e levanta sérias dúvidas sobre a lisura de institutos de pesquisa no Brasil.
A QUAEST QUER VALIDAR O ABSURDO DE QUALQUER JEITO! 🚨
Quem controla a pergunta, controla a resposta. Essa pesquisa de 52% contra a redução das penas do 8/01 é uma fraude narrativa para pressionar o Congresso contra o PL da Dosimetria. Por que não perguntam sobre os assassinos de crianças que saem da cadeia em 7 anos? O objetivo nunca foi justiça, sempre foi narrativa. Assistam ao Roberto Motta escancarar o teatro! 🎯
Jornalista Cláudio Dantas @claudio_dantas_
“O Lula aconselhou o Vorcaro a não vender o Banco Master ao BTG, o encontro como todos sabem foi intermediado pelo Guido Mantega e contou com a presença do Gabriel Galípolo…como todos sabem o Vorcaro esteve ao menos quatro vezes no Planalto..da mesma forma que não é segredo pra ninguém que o Presidente da República foi pessoalmente a MG inaugurar a planta da Farmacêutica BIOMM que tinha Vorcaro como principal acionista…”
Leiam o ótimo editorial da Gazeta do povo. 👇
“Se por um lado não é crime nem investir na produção de um filme, nem cobrar o dinheiro supostamente prometido para este patrocínio, por outro não se pode adotar um duplo padrão e minimizar o que as conversas mostram: a proximidade entre Vorcaro e o principal pré-candidato da direita à Presidência da República. Como já afirmamos em muitas outras oportunidades desde que estourou o escândalo do Master, Vorcaro estendeu sua teia até onde foi possível, sem nenhum tipo de preconceito político-ideológico, despejando dinheiro sobre autoridades do Executivo, do Legislativo e do Judiciário, na esquerda, na direita e no Centrão. Tentar fazer colar a crise em apenas um lado é, na melhor das hipóteses, oportunismo político e, na pior das hipóteses, hipocrisia pura.
O conteúdo obtido pelo Intercept, ao que tudo indica, veio de algum dos vários celulares de Vorcaro, apreendidos durante a Compliance Zero. E, com a campanha eleitoral se aproximando, a única providência aceitável da parte do ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF, é abrir completamente esses arquivos, de forma que todas as conversas entre Vorcaro e autoridades de todos os poderes, todos os partidos, todas as esferas de governo, sejam quem forem, cheguem ao conhecimento do país todo. Que se mantenha o sigilo apenas sobre aquilo que tenha proteção legal – para que não se viole, por exemplo, o sigilo da fonte jornalística ou o das conversas entre advogado e cliente, ou que exponham a intimidade dos envolvidos sem relação com o interesse público; de resto, não há mais motivo para a manutenção de qualquer tipo de segredo.
A razão é muito óbvia: vazamentos seletivos terão um efeito irremediável sobre a eleição que se aproxima, e não faltarão interessados em obter ou divulgar apenas o que beneficia um lado da disputa eleitoral e prejudica o outro. Por mais paradoxal que isso seja, a eleição só será limpa se a sujeira for conhecida pelo eleitor sem restrições: quem conversou com Vorcaro, em que termos, se houve dinheiro envolvido (e quanto), se houve contrapartidas (e quais), que presentes e outros mimos foram oferecidos, enfim, que ninguém seja blindado. Só assim haverá igualdade de condições para que o eleitor preocupado com as implicações do caso Master possa escolher ou rejeitar candidatos em outubro sem medo de estar sendo vítima de seletividades eleitoreiras.
Se “a luz do sol é o melhor desinfetante”, como afirmou certa vez o juiz da Suprema Corte norte-americana Louis Brandeis, o sol tem de brilhar para todos. Só a divulgação total das conversas de Vorcaro garantirá que a justiça seja feita – seja nas eleições, seja na possível responsabilização (por exemplo, em processos criminais ou por crimes de responsabilidade) nos casos em que isso se aplicar. Faltando menos de cinco meses para o primeiro turno das eleições, é preciso que os responsáveis pelas investigações providenciem o quanto antes a totalidade das informações, de forma que o brasileiro tenha tempo suficiente para depurá-las e fazer uma escolha mais consciente quando estiver diante da urna.”
Excelente análise do @deltanmd sobre o caso do Flávio com o filme: não há contrapartida, não há ilegalidade. Até agora, esses são os fatos, não suposições!
Depois do Estadão, hoje foi a vez da Folha denunciar o ESTADO DE EXCEÇÃO vigente no Brasil, com a transformação do Supremo num órgão de censura e perseguição política, dando como exemplo o caso aberto contra Malafaia, e a denúncia contra Zema, tudo no âmbito do chamado "inquérito" das "Fake News", com duração de SETE ANOS!!!
Ora, estamos há sete anos denunciando esse verdadeiro ATO INSTITUCIONAL que foi promulgado com o claro objetivo de PERSEGUIR a direita, força política mais crítica não apenas à atuação do Supremo, mas ao verdadeiro estado de anomia moral em Brasília, devidamente exposto pela Lava Jato, e agora novamente escancarado pelo escândalo do Banco Master, que atinge o próprio Supremo.
Nessa trajetória, MILHARES de pessoas foram censuradas, perseguidas e até presas, numa onda autoritária sem paralelos desde a chamada redemocratização.
A desculpa dada foi "proteger a democracia". Ora, como seria possível defender a democracia instituindo uma ditadura?
Não podemos esquecer que a imprensa, incluindo aí a Folha, teve papel FUNDAMENTAL na implementação do estado de exceção, ao justificar o mar de arbitrariedades cometidas, e dar apoio à descondenação de Lula, e sua alçada à presidência, coroando a gigantesca pizza em que se transformou a Lava Jato.
Reconhecer o erro com sete anos de atraso, no entanto, é apenas o começo. Cabe agora à imprensa pedir desculpas públicas à sociedade brasileira e exigir a anulação imediata de TODOS os processos abertos no âmbito desse inquérito espúrio e derivados. Não basta mea-culpa em editoriais isolados. É preciso reparação concreta: libertação dos presos, restituição das contas censuradas, reabilitação dos perseguidos.
Quando é que a Constituição voltará à vigência no Brasil?
Sorria, escravo: você está bancando "academia, práticas esportivas, fertilização in vitro e despesas de saúde" até de 'parentes por afinidade' de advogados da união.
O Brasil apresenta um sistema escravagista, em que uma parcela cada vez menor e mais explorada da sociedade sustenta o resto, seja através de bolsa de todo tipo, seja através de parte do funcionalismo público que vive uma vida nababesca.