AtlasIntel publica pesquisa de intenção de votos para governador do Ceará:
Estimulado (nomes dos candidatos apresentados):
🔴 Elmano de Freitas (PT): 48,5% (+3)
🔵 Ciro Gomes (PSDB): 48% (-0,4)
🔎 O levantamento ouviu 1.815 eleitores entre 15 e 20 de setembro, pelo método Atlas RDR, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
@Ricoricar1@Rodrigoxp71@valoreconomico Bolsonaro só abriu as portas do hospício, mostrou pra gente quem a nossa volta não presta e espalhou o crime organizado para dentro das instituições
Lula está enfrentando nessa eleição: Trump, Bolsonaro, a Globo, Veja, Folha, Estadão, as milícias, facções, os elitistas, sionistas, anti vacinas, racistas, machistas, os mercadores da fé, Bets, a Faria Lima, coaches, influencers, desmatadores, garimpeiros, agroboys...
@eixopolitico SP merece tudo de ruim que acontece lá, PL e PP estão no centro da corrupção na política desse pais a decadas mas mesmo assim consegue eleger figuras do seu partido, um inclusive criou uma PEC pra blindagem de bandidos
Atual ministra do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli dá um show desmascarando Flávio Bolsonaro. Vale à pena ver e compartilhar.
LULA NO PRIMEIRO TURNO
URGENTE 🚨🚨🚨 Acaba de VAZAR VÍDEO De FLÁVIO BOLSONARO com integrantes do COMANDO VERMELHO 🤯🤯🤯
ATENÇÃO campanha bolsonarista quer IMPEDIR que video seja compartilhado 🔥🔥🔥🔥
Quem vota no Lula, vota no time completo que já fez e vai fazer muito pelo povo do Ceará!
O Ceará forte e do lado certo é Lula 1️⃣3️⃣, Elmano 1️⃣3️⃣, Luizianne 1️⃣8️⃣0️⃣ e Cid 4️⃣0️⃣0️⃣ ✅
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Propaganda Eleitoral - Luizianne 180 - CNPJ 68.468.333/0001-83 | Coligação “CEARÁ FORTE, DO LADO CERTO” Federação Brasil da Esperança - Fé Brasil (PT/PCdoB/PV) • Federação Renovação Solidária (PRD/Solidariedade) • Federação PSOL REDE (PSOL/REDE) • Republicanos • PSD • MDB • PSB • PDT • PODEMOS • Mobiliza
Passando só pra lembrar que daqui 15 dias, EXATAMENTE neste horário, César Trali estará entrando ao vivo pra anunciar: “ Agora são 8 horas e 50 minutos e, atenção, com 87 % das urnas apuradas, Luiz Inácio Lula da Silva está reeleito presidente e, governará o Brasil pelos próximos 4 anos! Ele se torna o primeiro brasileiro a ser eleito 4 veces presidente do país”
Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪.
📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade
À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada.
Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet.
No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles.
Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca.
A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo.
É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital.
A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva.
A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados.
A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era.
Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão.
🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh