Intelectual crítico-reflexivo, com forte consciência estrutural, atuando em um contexto que desvaloriza essa racionalidade, gerando potência e tensão subjetiva.
Uma colher de mingau pode aliviar a fome, mas não acabar com ela.
Políticas assistenciais são necessárias, mas, quando apenas amenizam demandas sociais sem enfrentar suas causas, oferecem alívio imediato sem produzir transformações necessárias.
Quando a política absorve a lógica teológica, o adversário deixa de ser alguém que pensa diferente e passa a representar “O MAL”. O líder, por sua vez, assume a figura do “SALVADOR”.
Assim, a política deixa de ser debate sobre projetos e transforma-se em devoção, identidade e fé
Contra os extremos, desejo um Brasil mais igualitário e menos dividido, com oportunidades justas, democracia respeitada e direitos sociais garantidos.
Eleger um representante do povo é, acima de tudo, defender a dignidade de todos os seres humanos.
Eu até compreendo as limitações neurobiológicas do cérebro, mas, cada vez que tento ser um ser sociável, prefiro minha solitude, pelo simples fato de perceber que a racionalidade, a consciência e a empatia — justamente aquilo que nos torna humanos — parecem estar se extinguindo.
Nenhuma TPM se compara ao egocentrismo masculino.
Na minha experiência, amor verdadeiro, companheirismo e reciprocidade genuína ainda encontram na maioria das mulheres.
É preocupante quando a padronização normativa social perpassa o campo da indumentária, da corponormatividade… e alcança o senso crítico, racional e reflexivo das pessoas.
#OREMOS!
Vivemos uma era que, cientificamente, exige alta produtividade, pesquisas capazes de gerar impactos significativos para o desenvolvimento social. Entretanto, quando se trata de garantir o mérito e valorização a quem produz ciência, poucas nações demonstram a mesma disposição.
Infelizmente, nem todos os brasileiros têm educação financeira e senso crítico suficientes para compreender os riscos associados às apostas. O resultado é um problema que vai além do endividamento, até a vulnerabilidade econômica e o adoecimento de uma parcela da população.
Eu me pergunto o que faz alguém sentir atração, amar ou desejar… alguém que pensa, age, se comporta e racionaliza como todo mundo. — O que desperta o interesse quando não há uma forma de cognição complexa, uma perspectiva singular ou uma maneira diferente de interpretar o mundo?
O mundo é antiético na prática, mas hiperexigente na cobrança. Exige ética, mas nem sempre acolhe quem age eticamente. Um pequeno deslize pode fechar portas; uma grande incoerência, às vezes, passa despercebida. No fim, até a ética parece ter suas doses socialmente aceitáveis.
Minha vontade era ter você aqui comigo, sonhando, falando bobagens e sentindo você em meus braços… Ah, se não houvesse tantas barreiras entre nós. Talvez tudo fosse mais leve, suave, pleno e feliz.
Por isso, minha profunda admiração pelas mulheres, por tudo o que são, representam e simbolizam. Com elas, sinto-me acolhido, respeitado e verdadeiramente compreendido.
Deus, a Fonte Criadora, é feminina: é no feminino que a vida se manifesta, é gestada, nutrida e se multiplica. Há nessa capacidade de gerar e acolher a vida uma força profundamente criadora.
Eu mereço tudo aquilo que for leve, fluido, intenso e recíproco. No nível de consciência em que me encontro, não quero nutrir energias densas, crenças limitantes ou estruturas que aprisionam, adoecem e condenam à alma.
— Escolho o que expande, o que liberta.
Não é normal reprimir sentimentos, esconder o interesse, querer sempre ter razão, ser insensível, objetificar pessoas, agir com agressividade ou violência — e, em casos extremos, até matar — sob a crença de que o homem (o “macho”) precisa estar sempre por cima.
O egocentrismo masculino, em certos contextos, dialoga com o machismo e o patriarcado: sistemas que enaltecem o homem como superior, autossuficiente e emocionalmente insensível. O mais inquietante é a naturalização dessas características, como se fossem inerentes à masculinidade.