Funcionários da Cacau Show denunciam ao Ministério Público práticas de assédio na empresa, envolvendo suposto ritual místico.
Segundo o Metrópoles, o fundador da marca, Alê Costa, promove encontros em uma sala escura, iluminada apenas por velas, onde entoa cânticos e repete palavras. Os relatos também apontam que os colaboradores são pressionados a fazer tatuagens semelhantes às do CEO e que, ao recusarem participar dessas atividades, passam a ser alvo de perseguição interna.