You are not as special as you think.
You’re unique, yes. But so is everyone else. The universe doesn’t revolve around your dreams, your heartbreak, or your potential.
This may not be the night to say this, but I’ll say it anyway — I don’t care.
I’ve watched Mbappe all his career, but much closer in the last two years, where I’ve seen maybe 90% of his games. As good as he is, there are aspects of his game he can still work on.
He can, and scores a lot of difficult goals, but it still feels to me like he’s leaving another 10+ goals on the table + better efficiency.
I hate a culture where saying that a player has weaknesses to his game and can make improvements is seen as an attack on the player. But Mbappe will benefit from playing more off ball, reading the game, and arriving for easier goals. He’ll always have the quality to score the kind of goals he scored tonight.
Not exactly the same, but I held the same opinion about Benzema for long until he made adjustments…then he had 3 great seasons, including his POTY season.
If you didn’t watch Madrid the whole season best to shut up your mouth about the players. We saw how very shit they were on multiple occasions and complained. A good showing in the World Cup does not nullify this
O futebol é o esporte mais bonito já inventado. E pelos motivos mais loucos.
Em primeiro e mais importante lugar, porque decidiu contrariar o corpo humano.
Parece exagero, mas não é. A nossa espécie passou milênios se gabando das mãos. Polegar opositor, ferramenta, escrita, espada, bisturi, controle remoto, celular. Quase tudo o que fazemos bem passa por elas. A mão é a arrogância anatômica do ser humano.
O futebol olhou para isso e disse que não.
No futebol, a parte mais habilidosa do corpo é quase proibida. As mãos ficam ali, inúteis, penduradas, como se fossem um acessório constrangedor. Só um sujeito pode usá-las, justamente aquele colocado para impedir a alegria dos outros. O resto precisa resolver a vida com os pés, com a cabeça, com o peito, com o ombro, com o improviso e com uma dose generosa de erro.
Isso muda tudo.
Com as mãos, o corpo obedece. Basta ver um jogo de basquete para entender. A bola parece extensão natural do atleta. Ela vai, volta, quica, gira, entra. Há beleza nisso, claro. Mas há também uma certa obediência do mundo. A mão manda e a bola aceita.
Com os pés, a bola negocia.
Ela escapa meio metro. Ela bate na canela. Ela quica no gramado ruim. Ela trai o craque e humilha o perna de pau. Ela transforma um domínio simples em pequena tragédia. Ela permite que um passe fácil vire lateral e que um chute torto entre no ângulo.
Essa é uma parte enorme da graça. O futebol é difícil porque é jogado contra a própria anatomia. Um drible perfeito vale mais porque não deveria ser tão limpo. Um lançamento de quarenta metros vale mais porque saiu de uma parte do corpo que, em tese, foi feita para caminhar. Uma bicicleta vale mais porque desafia a física, o bom senso e a lombar.
Com as mãos, muita coisa parece possível. Com os pés, quase tudo parece improvável. O futebol nasce desse quase.
O segundo motivo é igualmente insano. O futebol é o único esporte em que tudo foi pensado para ter o mínimo possível de pontos ou gols. Foi desenhado para torná-lo raro.
O impedimento existe para atrapalhar o gol. O goleiro existe para atrapalhar o gol. A defesa existe para transformar o caminho até a rede em um labirinto de pernas, faltas, desvios, tropeços e gritos de “sobe”.
Sem goleiro e sem impedimento, o futebol seria outra coisa. Talvez um esporte de placar alto. Talvez mais palatável para quem precisa de pontuação constante para acreditar que algo está acontecendo. Mas seria menos futebol.
O futebol vive da espera.
Boa parte da partida é feita de aproximações. Um passe que não entra. Um cruzamento alto demais. Um atacante que sai um segundo antes. Uma bola na trave. Uma defesa impossível. O jogo vai acumulando tensão. A torcida sabe que o gol pode não vir. E justamente por isso, quando vem, ele rasga tudo.
O gol não é apenas um ponto. É uma explosão, uma libertação de toda a tensão acumulada.
É gente abraçando desconhecido. É pai lembrando do filho. É filho lembrando do pai. É cerveja voando e todos achando razoável. É arquibancada virando corpo coletivo por alguns segundos. Ninguém comemora uma cesta de três pontos como comemora um gol aos 43 do segundo tempo. Não há equivalência possível. O gol é raro demais para ser tratado com educação.
Por isso o futebol incomoda tanto aqueles que se acostumaram a muitos pontos. Ele não entrega recompensa em intervalos regulares. Ele não promete justiça proporcional. Um time pode ter a bola o jogo inteiro, criar quinze chances, chutar na trave, obrigar o goleiro adversário a fazer a melhor partida da carreira e perder de um a zero em um escanteio mal defendido.
Isso não é falha do futebol.
É futebol.
A retranca pode ser feia, mas pode funcionar. A posse de bola pode ser elegante, mas nem sempre resolve. O time inferior pode se fechar, sofrer, gastar tempo, buscar uma falta lateral e achar um gol chorado no fim. O empate pode ser grande resultado. O zero a zero pode ser uma operação de sobrevivência.
Resto em
https://t.co/6EHvIYqILP
Mbappe saliendose. Imparable con Francia.
Vinicius desatado. MVP cada partido que juega
Bellingham liderando a Inglaterra con dos goles en 3 partidos
Primer partido de temporada:
Madrid 1 vs 1 Getafe.
Doesn't matter how much talent you have. As long as you believe you don't have the right to be on the same pitch as your opposition, you're right. They ALL have a huge mental block that I've been watching for decades since my first world cup in 1994.
You can take Senegal or Nigeria with all their superstars and put them on that pitch against Uzbekistan and I promise you they will find a way to look like an inferior team next to Uzbekistan, even though that makes no sense.
I've seen one of the most absurdly stacked Nigeria teams of all time, where 7 of the starting 11 were starters in the Premier League or La Liga, and they found a way to not just lose to this shit Greece side, but also get completely dominated in the process, completely unable to move the ball and resorting to the usual long ball, hit and hope nonsense.
It makes no sense unless you realise that all African teams south of the Sahara suffer from a debilitating inferiority complex that has never been addressed. If you don't believe you can do something, you are correct.
World Cup Mbappe is the most frightening demonic entity in every sport I've ever watched. He's scarier than 2012 Messi, noodle hair Ronaldo, finals Jordan, 16 Bron, on his day Pogba and set 5 Djokovic put together. I'm lost for words
World Cup Mbappe is the most frightening demonic entity in every sport I've ever watched. He's scarier than 2012 Messi, noodle hair Ronaldo, finals Jordan, 16 Bron, on his day Pogba and set 5 Djokovic put together. I'm lost for words
Haaland is 25 years Old but stands inside the box for most of the game. He doesn't get criticised.
But when it's 41 years old Ronaldo, they expect him to support Mendes in left back and Vitinha in midfield.
Terrible people!