Conheço uma moça que jurava ser de esquerda. Militância raiz, discurso limpinho, estética alternativa. Aí veio o sucesso, porque influencer só cresce no choque, e o auge dela foi regar planta com a própria menstruação. Sim, isso mesmo. A gente achou estranho, bizarro, meio ritual da floresta urbana, mas ficou quieto. Afinal, era de esquerda, né, deixa a mana viver.
Só que o algoritmo paga boleto. Entrou um dinheirinho, uns trocados pingando, publi aqui, engajamento ali. Milagre capitalista. Hoje a mesma criatura acorda cedo pra falar mal do Lula, reclamar de governo e posar de iluminada sensata. A menstruação secou, a planta morreu e a ideologia evaporou.
No fim das contas, Lula tá certo. Influencer não é tendência, é praga. Come broto de esquerda e caga discurso de direita assim que o pix cai. Olha… o capitalismo faz cada fotossíntese estranha, meu amor.
Talvez depois de 111 anos, todos devemos concordar que é hora de deixar o #titanic permanecer e descansar no fundo do mar sem perturbar as almas que perderam suas vidas no trágico incidente em 1912, ⛴️💔 #submarino#OceanGate#implodiu
Quem, em sã consciência, despacharia numa viagem de avião, um objeto delicado como um notebook? A Gol queria que a pesquisadora da Fiocruz, Samantha Barbosa, fizesse isso no voo entre Salvador e São Paulo, no que ela naturalmente recusou.
Pobre de direita é aquele que vê o Lula reajustando salário mínimo, corrigindo tabela do imposto de renda, reajustando bolsas de estudo, baixando preço do diesel e lutando pra baixar juros pra melhorar a vida dele, e mesmo assim continua apoiando Bolsonaro que fez nada por ele.
Frequento um bar onde 90% dos fregueses são bolsonaristas e um deles me perguntou em tom de provocação: _ CADÊ A PICANHA? Olhei pra ele com um olhar de consolação e respondi: _Estamos prendendo, vacinando e marcando o gado. Logo após o abate, vem a picanha.
“Quem errou, responderá pelos seus erros, respeitado o direito de defesa, dentro do devido processo legal”. É o presidente Lula em discurso de posse. Assim deve sempre ser numa república democrática.
A maior prova que Marx está certo é que tem 50 dias que a burguesia está se manifestando e o país continua funcionando.
Se a classe operária para por 7 dias, o país deixa de existir.