Leonardo Nascimento Chaves, O PIOR FEMINICIDA NA HISTÓRIA DO ESTADO DO CEARÁ, neste século XXI.
De todos os feminicidas do CE, o Leonardo Nascimento Chaves, É O PIOR DE TODOS !!!
A Loira gata da Lais @laisdiasloira ❤️ com o celular 🤳📲 dela na mão no final desse vídeo 🤣 foi um dos melhores vídeos que eu vi nesse ano de 2026. 🥰
Simplesmente sensacional 👏🏼👏🏼👏🏼😍 amei, adorei. ❤️😊
Se por ventura o YouTuber @betoribeiroreal fizer a PARTE 3 do Caso Isabelle Caracristi (2026).
Tem que colocar essa parte do CASO ISABELLE, no vídeo PARTE 3. Família do João Munhoz (bacharel em Direito), COMETEU PERJÚRIO em ter dito que se comunicaram e NÃO SE COMUNICARAM !!! 🚫
João Munhoz Neto deixou o presídio de Aquiraz, na tarde desta quinta-feira (1º), após a Justiça determinar a revogação da prisão preventiva. O bacharel em Direito permaneceu dez dias detido enquanto é investigado pela morte da namorada, Isabelle Caracristi.
@futrikeiof a família do bacharel em Direito, cometeu PERJÚRIO, ao m3ntir em dizer que entrou em contato com a mãe da Isabelle Caracristi.
Segue o vídeo:
O caso Isabelle Caracristi virou teste de honestidade intelectual.
Se ela aplicou golpe, isso precisa ser dito. Processo no RS, áudios de “investimento”, aposta, dinheiro que some. Família nega. Justiça ainda não condenou. Mas fingir que isso não existe é propaganda, não solidariedade.
Se João controlava, ameaçava, isolava e cobrava dinheiro no dia da morte, isso também precisa ser dito. Áudio de despedida não vira fanfic porque a vítima tinha dívida.
Uma coisa não lava a outra.
Golpista pode ser vítima de violência.
Homem “inocente na internet” pode ser controlador na vida real.
Suicídio na perícia não encerra induzimento no Código Penal.
Quem precisa que ela seja santa para merecer investigação não está falando de justiça.
Quem precisa que ele seja monstro para ela ser inocente também não.
Separem o cadáver da narrativa.
Um professor bolsonarista cometeu feminicídio em 2023 e só foi preso em 2026.
O feminicídio é a expressão mais extrema de uma lógica de dominação: a ideia de que o homem pode controlar, possuir e decidir sobre a vida de uma mulher e, quando discursos políticos normalizam ou relativizam o machismo, eles ajudam a criar um ambiente cultural em que essas relações de poder podem ser reproduzidas.
Por isso, discutir feminicídio também é discutir machismo e discutir machismo exige olhar para os movimentos políticos que o legitimam, o relativizam ou atacam quem tenta combatê-lo.
O bolsonarismo não inventou o machismo, mas incorporou e fortaleceu discursos que atacam o feminismo, deslegitimam a luta das mulheres por igualdade e valorizam uma visão tradicional e hierárquica dos papéis de gênero. Não dá para denunciar o feminicídio enquanto se ignora, ou se relativiza, o machismo que o alimenta, assim como não dá para discutir o machismo na sociedade brasileira sem discutir também os discursos políticos que contribuem para normalizá-lo.
Rafaela Fernanda Lopes