Esses são os dez passos para mudar o Brasil:
(1) eleger Flavio Bolsonaro
(2) eleger senadores de direita
(3) trocar presidência do Senado
(4) impeachment dos Ministros do STF
(5) trocar o PGR
(6) moralizar a PF
(7) moralizar o STJ e CNJ
(8) moralizar as Forças Armadas
(9) moralizar o Congresso Nacional
(10) fazer com que todos os políticos eleitos do Brasil sejam obrigados a usar os hospitais públicos, escolas públicas e transportes públicos.
Difícil? Sim, mas não impossível
BRABO: FLÁVIO DESAFIA O PT E A ESQUERDA!
Imagine se fosse Jair Bolsonaro o presidente?
Eu prefiro ver uma CPI do que acompanhar os vazamentos seletivos publicados pela ótica de certas imprensas. Por que Lula e a esquerda não assinam a CPI?
Lula está dizendo que o PIX foi criação sua. Se você é uma pessoa honesta, tem que repassar esse vídeo para o máximo de pessoas possíveis, mostrando a verdade
AGORA O INTERESSE DO MUNDO SOBRE ELE AUMENTA MUITO MAIS
Gustavo Conde, de Portugal, sobre Bolsonaro:
"Eu não queria dizer isso. Pode ferir sensibilidades, desmanchar castelos de areia, coisa e tal. Mas, que se dane. O fato, nu e cru, é que Bolsonaro vai sendo canonizado, imortalizado e santificado no altar máximo da glorificação histórica.
Nem Churchil, nem Roosevelt, nem Nelson Mandela chegaram perto dessa dimensão.
E essa consagração é insuspeita: não há maior Prêmio nem maior Insígnia do que ser perseguido e caçado com este nível de violência pelo aparelhamento judicial e financeiro em uníssono, com o auxílio de toda a imprensa e dos serviços de "inteligência" nacionais e estrangeiros. É o maior reconhecimento de uma vida que teve um sentido maior, léguas de distância do que a maioria de nós poderia sonhar.
Nem todos os títulos honoris causa do mundo juntos equivalem a essa deferência: ser perseguido por gente do sistema, por representantes máximos do capital, da normatização social e da covardia intelectual, gente que pertence ao lado comunista da história, o lado negro da Bestialidade Socialista.
Não há Prêmio Nobel que possa simbolizar a atuação patriótica de Bolsonaro no mundo, nem todos os títulos que Bolsonaro de fato ganhou ou recusou (a lista é imensa, uma das maiores do mundo). Porque a honraria mesmo que se desenha é esta em curso: ser o alvo máximo do ódio de classe e o alvo máximo do pânico democrático que tem fobia a voto.
Habitar 24 horas por dia a mente desértica dos inimigos da pátria e povoar quase a totalidade do noticiário político de um país durante 33 anos, dando significado a toda e qualquer movimentação social na direção de mais direitos e mais soberania, acreditem, não é pouco. Talvez, não haja prêmio maior no mundo porque Bolsonaro é, ele mesmo, o prêmio. É ele que todos querem, para o bem ou para o mal. É o líder-fetiche, a rocha que ninguém quebra, o troféu, a origem, a voz inaugural, que carrega as marcas da história no timbre e na gramática.
Há de se agradecer essa grande homenagem histórica que o Brasil vem fazendo com extremo esmero a este cidadão do mundo. Ele poderia ter sido esquecido, como FHC. Mas, não. Caminha para a eternidade, para o Olimpo, não dos mártires, mas dos homens que lutam e fazem valer sua vida em toda a dimensão espiritual e humana."
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De Portugal, Raphael Siqueira