@SF_Moro APRENDA, sr. Moro, o que é um presidente interferir na PF! Quem bom que o sr está apoiando o Flávio, deveria também fazer uma retratação pública pela agitação desnecessária no governo Bolsonaro.
@NewsLiberdade MOLEQUES é o melhor enquadramento para esse tipo de figura! Capazes de tamanhas baixarias, e não se importam com as consequências disso na família dos outros. Demoníacos!
@Alexmorettibr Ninguém pode negar que, infelizmente, o Nick trairagem já tem muita influência Brasil a fora, graças ao Jair. Ele se revelou imaturo e traira, mas nem todos pensam assim.
@vamosdireita@nikolas_dm Está claro que o objetivo dele é ser presidente da República. Flávio é um impecilho, visto que os Bolsonaro tem muito mais experiência e bagagem na vida política. Se Flavio ganha, que chance tem o Nick em 2030?
São muitas as coisas que me causam estranhamento na política brasileira. Coisas que realmente me incomodam, no sentido mais visceral do termo. Tomemos, por exemplo, esse garoto que se fez deputado e agora percorre o país a fabricar bancada de novos eleitos. Isso me perturba. Senão, vejamos: no meu tempo, sair pelo Brasil afora a costurar bancada era privilégio de mandatários. Nada mais natural que um presidente percorresse o território nacional a recomendar votos em seus correligionários, de partido ou de ideologia. Ao baixo-clero cabia a mesma operação, porém em escala proporcional, ou seja, modesta, restrita a estados e municípios. O deputado Nikolas, contudo, subverteu essa ordem natural das coisas. Agora ele viaja o país indicando garotos imberbes como ele próprio e isso é perturbador: em primeiro lugar, porque Nikolas não está alinhado com o seu partido, que deveria reservar a atividade correligionária ao concorrente oficial ao cargo executivo máximo, isto é, Flávio. Em segundo lugar, porque rodar o Brasil custa caro, sobretudo para um jovem cujo salário é incompatível com tamanha mobilidade. Pergunta-se, então, quase por instinto: quem banca a aventura do mancebo? Em terceiro lugar, porque os indicados por ele não são os indicados pelo líder máximo da direita, Jair Bolsonaro, a quem o rapaz jura pertencer. Estranho, não? Mais estranho ainda é o fato de que o menino Nikolas só se engajou na campanha de Flávio nos últimos minutos do segundo tempo e, coincidentemente, seus protegidos não citam Flávio nas redes sociais.
O que verdadeiramente me inquieta é perceber que Nikolas, impulsionado por um poder econômico considerável, percorre o país estruturando, já agora, a sua própria campanha presidencial, prevista para daqui a quatro anos. Digo poder econômico porque, segundo a imprensa, ele tem viajado de jatinho particular. Isso custa caro, tão caro que nem mesmo Jair Bolsonaro se permitia tal luxo. Bolsonaro voava de carreira, vivia nos aeroportos, onde o povo o cercava para o abraço e o apoio. Não é o caso de Nikolas.
Politicamente, ele já integra uma elite bem privilegiada. É curioso, também, que o rapaz tenha saído de uma região pobre e hoje circule entre amigos e parentes abastados. Casou-se com mulher rica, dirão os biógrafos e os adoradores. Sim, é verdade. Logo, ele agora é rico. Mas o problema não está em ser rico; está em dever favores a grupos poderosos, porque isso termina, invariavelmente, em formação de oligarquia. Nikolas não amadureceu o tempo suficiente para resistir às três tentações do deserto. Entrou ontem na política e já faz parte de uma oligarquia. Não há nada de orgânico nessa ascensão meteórica e esse é o problema, pois o que não é orgânico costuma ser marionete. Abre o olho, Brasil.
@NewsLiberdade O jingle mostra a incrível história de um homem que nasceu na pobreza e que, após 3 mandatos como presidente, conseguiu tirar apenas a si mesmo desta condição. Parabéns, Lula! Você venceu na vida.
@OGloboPolitica Acho descabido a um presidente da república mostrar o dedo do meio ao povo a quem governa. Parece também não estar à altura do cargo que ocupa, dentre outras grandes ofensas.