Os que dizem querer regular as redes sociais para “combater as fake news” estão propagando fake news com a justificativa de que é o que está na rede social. Inacreditável.
Exclusivo:
Identificamos o paciente zero da campanha falsa que usou Nossa Senhora Aparecida contra Flávio Bolsonaro. É Jeferson Monteiro, criador do Dilma Bolada.
E tem mais. O “gabinete do amor” inteiro embarcou na mentira: jornalistas, comunicadores, advogados e operadores no estrangeiro. Todos engajados para eleger Lula.
A GloboNews pediu desculpas. O TSE mandou tirar milhares de posts. Eles continuam mentindo.
https://t.co/5dUW2bXy3z
O trabalho de arquivo audiovisual do @HenriqueSoldani é salutar. Aqui, Walfrido Warde, advogado que disse em mensagem que Lula estava grato pelo whisky do Vorcaro, usa a cantilena de sempre: "extremos" são os outros.
Jair Bolsonaro não pôde mostrar as imagens do dia 7 de setembro de 2022.
Michelle agora não pode mostrar as imagens do próprio marido.
E ainda tem gente que acha que não vivemos uma ditadura do judiciário e que a direita nao é perseguida.
Achei estranha aquela postagem, ontem, do Gilmar Mendes enaltecendo a Justiça Eleitoral. Sábado, tipo 19 hs, por qual razão um ministro do STF utiliza a rede assim?
A resposta veio em seguida: a pedido da petista Gleisi Hoffmann, o juiz Floriano Marques, do TSE, havia suspendido a campanha ao Senado de Deltan Dallagnol no Paraná. Se não foi jogo combinado, sou um trouxa.
O motivo? Pura perseguição política. Vendeta. O Sistema de Poder não engole a atuação do ex-procurador da República na operação Lava Jato, ao lado de Sergio Moro. Em 2023 inventaram uma preliminar e cassaram seu mandato de deputado federal. Agora, do nada, o colocam na berlinda novamente.
Como vimos naquela histórica reunião de terça-feira, do STF, os donos do Poder inventam "preliminares" e "questões de ordem" e decidem, na maior cara dura, dizendo bonito em juridiquês que estão salvando a República ou a democracia. Conversa fiada. Assim acharam um jeito de soltar Lula, descondenando-o por um, digamos, erro de endereço.
Só que estamos ficando mais espertos, sabemos melhor como agem, aprendemos a resistir. Eles, por sua vez, estão mais fracos, desmascarados por seus charutos, macallans e jatinhos, certo Alexandre de Moraes?!
Eram, ou pareciam, impolutos, agora estão desmoralizados. Mais sujos que pau-de-pato. Não passarão.
#SomosTodosDeltan
Eu sou a favor da diminuição da maioridade penal. Ela não.
Sou a favor da castração química para ped*fil@s e estupr@d*res. Ela não.
Sou a favor do fim da saidinha de presos. Ela não.
A cartilha da esquerda ensina que bandido é "vítima da sociedade". Na época de eleição, claro, eles escondem suas ideias. Por isso ela não responde. Eu não tenho nada a esconder. Lugar de bandido é na cadeia!
Agora é Marcel 300 e Sanderson 222!
Essa declaração de André Mendonça passou quase despercebida no caos da sessão de terça-feira - e esta foi uma das falas mais importantes e legítimas daquele plenário.
Quando apareceu no material do caso Master a história de que um advogado ligado a Daniel Vorcaro teria levado Mendonça a uma alfaiataria para fazer um terno, induzindo a opinião pública a pensar que as roupas pudessem ter sido custeadas por terceiros, o ministro não hesitou: apresentou a nota fiscal e foi buscar a fatura de seu cartão de crédito de dois anos atrás para provar que ele próprio havia pago pelas roupas.
Esse é o ponto.
Quando surgiu uma suspeita sobre seu nome, Mendonça respondeu com documentos: apresentou as provas e colocou os fatos à disposição para o devido escrutínio.
Alexandre de Moraes é o epicentro desse relatório, Paulo Gonet aparece dezenas de vezes no material, e Dias Toffoli também foi alcançado pelas revelações envolvendo o Banco Master. Até hoje permanecem questões sobre sua relação com o resort Tayayá. Mas nenhum deles teve a mesma atitude de André Mendonça.
Moraes nega as mensagens atribuídas a ele. Então, por que não colocar à disposição da investigação os elementos capazes de esclarecer definitivamente essa questão? Por que não disponibilizar, mediante os procedimentos legais cabíveis, seus aparelhos para uma perícia profunda que possa confirmar ou destruir, de uma vez por todas, aquilo que consta do material apreendido pela Polícia Federal?
Quem exerce cargo público - sobretudo no topo do Poder Judiciário e do Ministério Público - tem uma obrigação moral ainda maior de colocar seus atos sob escrutínio. Documentos, registros e, quando legalmente pertinente, aparelhos devem poder ser examinados e periciados para que os fatos sejam esclarecidos.
Mendonça fez isso diante de uma suspeita envolvendo um terno. Agora, diante de questões infinitamente mais graves, vimos ministros colaboracionistas tentando derrubar o relatório, questionar a investigação e impedir seu avanço.
É essa diferença de postura que esta declaração de André Mendonça demonstra. E esse deveria ter sido o centro daquela sessão.
Vocês acham que esse é o comportamento de uma pessoa normal? Estou falando sério.
Em 2021, um grupo de amigos conversava sobre política em uma mesa de bar no Clube Pinheiros, em São Paulo.
Um segurança particular de Moraes ouviu as críticas ao magistrado e abordou o grupo, que estava ali, na mesa, conversando entre si. Advertiu os frequentadores para que parassem de usar apelidos “ofensivos” contra o togado.
Segundo o B.O. registrado contra os frequentadores do clube, um dos quatro amigos foi conduzido pela polícia.
Sim. PELA POLÍCIA, por causa de uma conversa informal entre amigos.
Reportagens da época registraram que o publicitário precisou prestar esclarecimentos sobre suas opiniões na 14ª DP.
Essas coisas acontecem em lugares como a Coreia do Norte, onde comentar publicamente qualquer coisa negativa sobre Kim Jong-un é um crime impensável.