eu sou daquele tipo que as pessoas sempre procuram quando precisam de um conselho… e depois me agradecem por eles.
Enquanto isso, eu sigo sem saber o que fazer da minha própria vida 🤡
Seu cérebro tem enganado você durante toda a sua vida.
Este ganhador do Prêmio Nobel passou 40 anos provando isso.
Aqui estão as 10 armadilhas mentais que controlam cada decisão que você toma:
(salva para não esquecer)
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Eu disse à minha terapeuta:
“Sinto que estou ficando sem tempo para construir a vida que eu quero.”
Ela nem perguntou por quê.
Só olhou para mim com gentileza e disse:
Sabe o hábito de justificar demais as próprias escolhas, de se explicar demais quando nem foi questionado com detalhes?
Reconheça este hábito.
Quando sentir essa necessidade de explicar, não o faça. Seja breve, objetivo.
Uma senhora idosa organizou uma festa de aniversário para seu cachorro, mas, em vez de prestar atenção na comida, o cachorro ficou olhando para ela com carinho o tempo todo.
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Muita coisa legal aqui. Agora vc vai ter que correr por fora para pegar uma base mais técnica de matemática, o que com certeza será útil mais na frente. Recomendo demais.
Conselhos a jovens de todas as idades:
1. Aprenda inglês
2. Aprenda a programar
3. Aprenda matemática financeira
4. Aprenda a falar em público
5. Gaste menos do que ganha
6. Cuide do corpo, da mente e do espírito
7. Leia muitos livros bons
8. Desenvolva a capacidade de escrever bem
9. Nunca pare de aprender
10. Nunca se renda ao medo, à preguiça ou ao rancor
Mas se eu só pudesse ensinar uma única coisa aos meus filhos sobre sucesso, fracasso e felicidade, seria isso que disse o Presidente Americano Calvin Coolidge:
“Nada neste mundo pode substituir a persistência. O talento não pode; nada é mais comum do que homens talentosos e fracassados. A genialidade não pode; gênios não recompensados estão em todo lugar. A educação não pode; o mundo está cheio de gente instruída que não chegou a lugar algum. Persistência e determinação, apenas elas, são onipotentes”.
Se você é inteligente, mas se sente estagnado, creio que pode ser útil ler isso:
Um neurocientista coreano chamado Daeyeol Lee disse uma frase que explica por que algumas pessoas inteligentes travam na vida.
Ele disse: "Você se sente travado porque vive dentro da sua cabeça. Pessoas burras vivem no mundo.”
Todo mundo riu, até ele explicar a ciência por trás disso.
A maioria das pessoas inteligentes opera principalmente a partir do default mode network: a parte do cérebro responsável por analisar, prever, simular, relembrar, duvidar, pensar demais.
É brilhante, mas também pode ser uma prisão mental. Você é tão consciente de todos os riscos e consequências possíveis que o seu cérebro suprime a ação.
Porque a característica número um de pessoas inteligentes é serem boas em fazer predições da realidade. Esse maior nível cognitivo muitas vezes aumenta a complexidade da ação e pode se converter em hesitação.
Basicamente sua consciência vira um filtro implacável contra decisões que poderiam ser mais simples.
Enquanto isso, “pessoas burras” (palavras dele, não minhas) em tese, funcionariam mais pelo direct experience network. É o sistema usado para fazer, tentar, experimentar, falhar, prática… aprender na prática.
Esse tipo de pessoa não pensa muito sobre a vida, ela interage com ela. Elas não prevêem resultados, elas criam resultados.
E é por isso que pessoas com metade da sua inteligência podem “ultrapassar você na vida” como se você estivesse parado. Elas, possivelmente, não têm o atrito mental que você tem.
O cérebro delas não superaquece antes de dar um passo. Elas vivem em movimento e não em simulação.
Quanto mais inteligente a mente, melhores também são as armadilhas. Sua inteligência te dá um super poder de processamento incrível, mas esse mesmo poder é capaz de construir desculpas, perfeccionismos inatingíveis, medos e catástrofes incrivelmente convincentes.
Se esse for mesmo o seu caso, você não perde por não ser capaz. Você perde porque o seu default mode network te convence a não se mover.
E se mover requer humildade de parar de querer prever e analisar tudo, e se colocar verdadeiramente na arena. Se jogar, correr riscos…
Uma simples ação bem executada vale mais do que dezenas de planos “quase perfeitos” nunca colocados em prática (já que você não agia por aguardar a perfeição ou o momento certo).
Agora que você sabe disso… “nem pensa, só vai”. 😉