Quem é a Europa para dar lição de moral a Israel?
Nesta semana aconteceu algo raro. A Al Jazeera, mídia do qatar notoriamente hostil a Israel, e Bezalel Smotrich, ministro das Finanças israelense, concordaram. A construção no corredor E1, dizem os dois, “enterra de vez a ideia de um Estado palestino”.
A Europa promete sanções. O Brasil, como quase sempre, vai ouvir só um lado.
Aqui está o outro.
E1 são doze quilômetros quadrados de colinas entre Jerusalém e Ma’ale Adumim, cidade israelense de quase 40 mil habitantes. Sem essa faixa de terra, Ma’ale Adumim vira uma ilha. Isolada. Dependente de uma única estrada. Exatamente o que aconteceu com o Monte Scopus entre 1948 e 1967, quando o campus da Universidade Hebraica sobreviveu como enclave sitiado, abastecido por comboios sob supervisão da ONU.
Quem anexou E1 a Ma’ale Adumim pela primeira vez? Yitzhak Rabin, em abril de 1994, em plena negociação de Oslo. O primeiro-ministro mais querido da esquerda europeia temia que, sem continuidade urbana, aquela comunidade judaica ficasse refém da boa vontade alheia.
Shimon Peres. Ehud Barak. Ehud Olmert. Binyamin Netanyahu. Todo primeiro-ministro israelense depois de Rabin defendeu a mesma coisa, por segurança, por lógica urbana. Barak, o mesmo que ofereceu Jerusalém Oriental como capital palestina em Camp David, avisou: sem o corredor, Jerusalém vira cidade de fronteira e Ma’ale Adumim, uma ilha cercada.
Por três décadas o Ocidente respondeu sempre a mesma frase: não construam, isso mata a paz. Israel congelava. Todo mundo saía ganhando, menos a verdade. Os líderes israelenses pareciam duros em casa. Washington e Bruxelas saíam como salvadores do processo. Um teatro sofisticado. E funcionou, por trinta anos.
O único prédio de verdade em E1, até hoje, é um quartel da polícia. Sem rede de esgoto. De tempos em tempos um caminhão sobe a colina para esvaziar a fossa. Esse é o monumento erguido por trinta anos de pressão internacional.
Smotrich cansou do espetáculo. Aprovou 3.400 unidades habitacionais. Nesta semana Israel abriu licitação para as primeiras 1.234 casas, num bairro batizado Mevaseret Adumim.
A reação europeia foi imediata. O chanceler britânico Ed Miliband ameaçou sanções individuais contra israelenses envolvidos na expansão. Bruxelas prepara um pacote mais amplo: rotular todos os produtos israelenses, não só os da Cisjordânia, reduzir cooperação acadêmica e suspender laços de segurança e diplomáticos. A própria presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, chamou a licitação de inaceitável. A condição para o pacote entrar em vigor: a construção precisa de fato começar.
Israel respondeu na mesma moeda. Expulsou os representantes holandeses do centro internacional de coordenação para Gaza, em Kiryat Gat, depois que a Holanda aprovou uma lei banindo produtos dos assentamentos. A Holanda é o segundo país expulso do centro. A Espanha foi a primeira, em abril.
O chanceler Gideon Sa’ar resumiu o recado numa frase: quem agir contra Israel não vai ter mais espaço na região.
A mensagem é clara. Quem tenta isolar Israel também será isolado.
Agora, a parte que a narrativa oficial evita.
Doze quilômetros quadrados não são o que impede um Estado palestino.
O que impede é o que ficou evidente depois de 7 de outubro. Em pesquisa do PCPSR, o instituto de opinião pública mais respeitado da própria sociedade palestina, 59% dos entrevistados na Cisjordânia e em Gaza classificaram o ataque como “correto”. Em levantamentos anteriores do mesmo instituto, esse número chegou a 72%. Em outra pesquisa, quase 90% disseram não acreditar que o Hamas tenha matado mulheres e crianças ou cometido estupros em 7 de outubro, apesar da fartura de vídeos, áudios e depoimentos que documentam exatamente isso. Não é propaganda israelense. É a própria sociedade palestina, medida por pesquisadores palestinos. É também importante deixar claro que se hoje tivéssemos eleições livres na Cisjordania, o Hamas seria o vencedor.
Uma solução de dois Estados exige dois povos dispostos a viver lado a lado. Israel aceitou essa premissa há décadas, inclusive nas ofertas territoriais de Barak em 2000 e de Olmert em 2008. O outro lado, majoritariamente, ainda não aceitou. E depois de 7 de outubro, cresceu em Israel a convicção de que essa aceitação não vem tão cedo, se é que um dia vem. Agora, não são apenas os palestinos que não querem uma solução de 2 estados, Israel majoritariamente também não quer por razões cada vez mais óbvias. Não é possível a paz com um povo que abraça o jihadismo islâmico, nunca será possível.
A União Europeia segue acreditando que pode salvar Israel de si mesma. É o velho reflexo paternalista de quem já desenhou o mapa desta região com régua e compasso, sob mandato, e agora se ofende quando o povo judeu recusa devolver o lápis.
Afinal, quem são os europeus para dar lição de moral ao povo judeu?
Durante séculos a Europa foi o laboratório mais eficiente do ódio antijudaico. Expulsões em massa. Pogroms. Libelos de sangue. Guetos. Batismos forçados. Confisco de bens. Depois, o continente aperfeiçoou o método: trens no horário, listas nominais, câmaras, cinzas. Seis milhões. Em solo europeu. Com colaboração, silêncio administrativo e, em muitos lugares, a convicção de que o judeu era um problema a ser resolvido.
Quando os sobreviventes tentaram voltar às cidades de onde tinham sido arrancados, muitas portas já estavam fechadas. Foi então que um pedaço de terra pedregosa no Mediterrâneo deixou de ser teoria sionista e virou a única garantia concreta de que aquilo não se repetiria. Israel não nasceu de um capricho colonial. Nasceu do esgotamento de um continente.
E agora os herdeiros políticos daquele mesmo continente sobem ao palanque para explicar ao judeu onde ele pode construir uma casa. Qual colina é permitida. Qual estrada é “ilegal”. Qual continuidade urbana “mata a paz”. Ameaçam rotular o azeite, o software, o medicamento israelense. Cortar universidades. Suspender cooperação de segurança. Tudo por doze quilômetros de pedra entre Jerusalém e uma cidade de 40 mil judeus.
Enquanto isso, nas capitais europeias, sinagoga precisa de guarda armada. Judeu esconde o quipá no metrô. “Do rio ao mar” virou grito de campus e de avenida. E a memória de 7 de outubro já começa a ser relativizada, com a mesma pressa com que, no passado, se relativizou o que acontecia nos shtetls e nos trens.
Há uma insolência específica nisso. Não é só hipocrisia diplomática. É amnésia seletiva vestida de virtude. O continente que precisou de duas guerras mundiais e de um genocídio para descobrir o preço do ódio agora se apresenta como tutor moral de quem pagou essa conta.
Israel saiu da dança. Não por teimosia. Por memória.
A paz não morre por causa de concreto. Morre quando um lado ainda sonha com o desaparecimento do outro, e quando quem deveria conhecer o preço desse sonho finge que esqueceu.
Doze quilômetros de colina não vão mudar isso.
Judeus vêm da Judeia. Essa terra não é um favor da Europa. Não é um prêmio de consolação depois do horror. Não é um enclave provisório à espera de permissão alheia. É o nome de um povo gravado na própria terra, milênios antes de Bruxelas existir, séculos antes de quem hoje desenha linhas no mapa aprender a escrever.
Essa terra é nossa. Só nossa. Indivisível. Soberana. 100% Israel
El 95% de los profesores de historia son de izquierdas.
¿Por qué? Porque han estudiado a fondo las barbaridades que ha hecho la derecha a lo largo de los tiempos y no quieren que se vuelva a repetir.
@RichardjmLeon@AmoaHamlet ¡Ya han salido hace años! Son los llamados "incels" que propugnan el derecho a tener pareja porque sí, algo que el Estado les debe. Pero no son izquierdosos... ¡son muy pero que muy de derechas!
@AmoaHamlet El punto 1 se lo cuentas a Ayuso, los 4, 9 y 10 a los políticos del PP que por lo visto son los más proclives a creerlos, el 11 a la patronal, sobre todo PYMES y el 12, a los que critican a Puente por responder a sus insultos y bulos. Y los demás, no conozco a nadie q los crea.
No sabía que las residencias dependían de Ayuso
No sabía que las emergencias de la DANA dependían de Mazón
No sabía que la extinción de incendios dependía de Mañueco
No sabía que los cribados dependen de Bonilla
No sabe que un ático no es un local
- Dice Marchena,que llamar mafia judicial a los jueces,hace mucho daño!
- El mismo Marchena que acabó con la carrera del FGE Ortiz?
- Si,si! El mismo Marchena de libró de 10 años de cárcel a Miguel Bernal de Manos Limpias!
- Pero me hablas del mismo Marchena, del PP?... sigue
@WAY_VORTEX@EnricJuliana Si no he entendido mal, desde 1991 hasta 2025 no solo concedían la nacionalidad a los nietos, sino a biznietos, tatara...prácticamente a cualquiera q tuviera un ascendiente italiano reciente o remoto (vete tú a saber con qué rigor se acreditaba) En 2025 la restringieron a nietos.
@Defensa_Israel@KikeSifon Podría haber sido un gran aliado desde los años 90, cuando Gorvachov cambió de régimen e hincó la rodilla suplicando un plan Marshall. Pero no, prefirieron ver humillada y pobre a Rusia y cercarla con la OTAN. Y eso que había dejado de ser un país comunista dictatorial y malo.
@Defensa_Israel@BodeanLilian Como si la política internacional de EEUU no se hubiera basado en eso toda la vida, incluyendo su acercamiento en los 60 a Israel. Los desacuerdos surgen por si una determinada política concreta en un momento dado puede hacer peligrar ese principio o no.
@dsegoviaatienza Viendo el vídeo y las intervenciones precedentes a la escena, la verdad es que no veo motivos para la reacción de Marta Gómez. Si lo que sucede en la tertulia fuera un motivo plausible, todos (y algunxs con muchísima más causa), se irían de todas las tertulias llorando
@Defensa_Israel Las cláusulas sobre la continución del programa nuclear iraní y e cese de hostilidades en Líbano, solo están sujetos a "continuación de la implementación", pero excluidos de negociaciones del acuerdo final: Fatal. Pero se ha roto todo con los ataques a buques, afortunadamente.
@Defensa_Israel Me llama la atención lo de q "garantizará el paso seguro de buques comerciales, de forma gratuita, durante 60 días únicamente..." ¿Quiere eso decir a después de ese plazo podrá cobrar lo que considere oportuno?
¿Pero por qué en un país como #España se permite acosar (durante la presentación de su libro) al poeta y ensayista argentino-español Marcos-Ricardo Barnatán por el solo hecho de ser judío?
🇪🇸🏴
- ¿Cómo es posible esta conducta sistemática que lleva ya años y años dándose en España, y que solo tiene antecedentes en los tiempos de la Alemania nazi, sea tolerada y ocultada en los medios?
- Barnatán se disponía a presentar su poemario junto a su hijo, el también actor y escritor Jimmy Barnatán, cuando centenares de personas comenzaron a interrumpirlo al grito de sionista y boicot a #Israel.
- Señalar, rodear o intimidar a una persona en su espacio de trabajo no es buscar justicia social; es buscar la censura mediante el miedo.
- Ninguna causa política legítima se defiende rebajándose al acoso personal y el linchamiento de una persona por su religión.
- En fin. Vaya mi total solidaridad con la Familia Barnatán.
Am Israel Jai 🇮🇱
La subida inmediata de los precios de los carburantes, que venden ahora un producto comprado hace tres meses, es una golfería de los petroleros españoles, que pactan precios y provocan inflación de márgenes. No es extraño que Repsol suba en bolsa como la espuma, a costa de los sufridos consumidores. Se merecen un severo control de precios.
Cristianos queridos, NO APOYEN A ISRAEL 🇮🇱
Así dicen unos “Doctores muy sabios” en un texto que se vuelve viral en redes.
Aquí les dejo querido amigos mis respuestas:
1️⃣ “El sionismo es político y el cristianismo religioso.”
Es cierto que el Sionismo es un movimiento político nacional judío. Pero eso no significa que sea contrario a la fe cristiana. Muchos cristianos apoyan el derecho del pueblo judío a tener un Estado sin mezclarlo con su fe.
El Sionismo es la realización de las promesas bíblicas y por lo tanto es movimiento religioso también‼️
2️⃣ “El sionismo no nace de la Biblia sino de Herzl.”
El sionismo moderno fue organizado por Theodor Herzl, especialmente con su libro Der Judenstaat.
Pero la idea del retorno judío a Sion existe en la Biblia y en la tradición judía durante más de 2.000 años, mucho antes de Herzl.
El mismo nombre proviene de Sion, de la palabra bíblica y Hertzel no renovó nada en el convey sino en su realización‼️
3️⃣ “Es un proyecto colonial europeo.”
Muchos historiadores no lo consideran colonialismo porque los judíos no representaban a un imperio extranjero. Era un movimiento de un pueblo disperso que buscaba regresar a su tierra histórica.
Israel 🇮🇱 ocupa‼️ 0.4% del Medio Oriente y 0.05 del planeta con 22 países Arbes y 56 musulmanes alrededor, pero Israel es proyecto colonial 🤣🤣🤣🤦🏽
4️⃣ “El sionismo usa el Antiguo Testamento para justificar violencia.”
Ninguna política de Israel 🇮🇱 toma alguna inspiración de versículos bíblicos de violencia, más bien fue la Biblia el primer liner de ética en guerra y de leyes en el campo.
5️⃣ “Los sionistas buscan Armagedón y no siguen el amor cristiano.”
Esa idea viene de ciertas corrientes teológicas (especialmente algunas interpretaciones del Apocalipsis), pero no representa al sionismo en general ni a la mayoría de los judíos ni de los cristianos.
Lo contrario, ese libro NO entro a la Biblia Judía‼️
6️⃣ “Apoyar el sionismo contradice el Evangelio.”
Esto depende de la interpretación teológica. Muchos cristianos creen que apoyar la existencia de Israel no contradice las enseñanzas de Jesús sobre el amor y La Paz y lo contrario afirma el cumplimiento de las profecías‼️
7️⃣ “Se puede apoyar a Israel sin ser sionista.”
Sí. Una persona puede apoyar al país, a su cultura o a su derecho a existir sin identificarse ideológicamente con el sionismo.
Se puede también criticar a Israel 🇮🇱 pero NO se puede negar su derecho de ser nación también como fue mucho antes de cualquier otro pueblo.
🚨 ¿Israel 🇮🇱 hace genocidio a los palestinos?
⁃La población palestina se ha multiplicado X6 en los últimos 60 años.
🚨 ¿Israel es un país de Apartheid?
⁃En Israel 🇮🇱 viven más de 2,000,000 de árabes con los derechos (que no tienen en ningún otro país en Medio Oriente) trabajan y ocupan cargos importantes en Israel 🇮🇱 (jueces, parlamentarios y otros)
🚨 ¿Israel ocupa Gaza?
⁃Israel se retiró de toda Gaza en 2005 sacó 8,000 judíos de sus lindas casas y las entregaron a los palestinos que los transformaron en bases de terror.
🚨 ¿Israel no quiere paz?
⁃Desde 1936 en la comisión de Pell, 1947 en la ONU, 1967 después de la guerra, 1993 en Oslo, 1999 en Camp David, en 2005 con Sharon, 2007 con olmert y siempre Israel les ofreció de todo, y ellos contestaron en nada (con terror)
✅ Conclusión breve:
Ser doctor NO te salva de ignorancia total en un tema que se transforma en odio ciego‼️
Aquí estoy para aclarar los temas y estoy seguro que la luz de la realidad, eliminará la oscuridad de la ignorancia‼️
¿Que opinan?