Desde antes da Copa do Mundo, pessoas que convivem com Neymar o veem cansado do entorno do futebol.
Um dos focos é a relação com a imprensa. Neymar já reclamou a amigos da falta de reconhecimento de seus 15 anos a serviço da Seleção Brasileira.
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📸 Rafael Ribeiro/CBF
Mundial 2006: Seremos Hexa
Mundial 2010: Seremos Hexa
Mundial 2014: Seremos Hexa
Mundial 2018: Seremos Hexa
Mundial 2022: Seremos Hexa
Mundial 2026: Seremos Hexa
Tinham orgulho da frase "o império onde o sol nunca se põe"
Roubaram artefatos de vários países e botaram no museu britânico.
Colonizaram 1/4 das terras do mundo.
Tinham colônias na África até os anos 80
E tão reclamando de imigração?
Vão se foder.
Surgiu esse vídeo e eu, como adepto da cultura do futebol argentino do “alentar pase lo que pase”, quase gozei. Ver o estádio todo cantando mesmo com o time levando 4x0 é a essência do que eu entendo por futebol. Mas bastou abrir os comentários pra ver alguns comentários de torcedores com uma mentalidade típica de torcidas insossas, que apoiam só quando tudo vai bem, como se futebol fosse apenas o placar final.
O mais curioso é que boa parte desses comentários vem de quem não vive arquibancada, os famosos mistos, terceirizados e torcedores de sofá. A outra parte vem de torcedores medíocres mesmo, incapazes de compreender que futebol é muito mais do que resultado. Futebol é cultura. É identidade. É pertencimento. É cultura de arquibancada. E hoje, poucos ainda carregam isso de verdade.
Por isso eu digo: você pode ser o maior “torcedor” do mundo de um time que não é da sua cidade ou do seu estado, saber tudo sobre ele, acompanhar cada detalhe, mas se você não vive a arquibancada, você não passa de um telespectador, salvo raríssimas exceções. Viver o estádio é condição sine qua non para ser, de fato, torcedor.
🎥✨ A Netflix comprou a Warner, e isso acende um alerta enorme para quem acompanha Game of Thrones, House of the Dragon e todo o universo de Westeros. Pela primeira vez, existe o risco real de uma franquia construída com cuidado quase obsessivo acabar entrando em um modelo de produção acelerado, pensado para volume e não para profundidade.
A HBO sempre tratou Game of Thrones como um evento: episódios que pareciam cinema, anos de preparação, roteiros densos, política feita com calma, personagens complexos e tempo para respirar. Agora, com a mudança de controle, surge o medo de que tudo isso seja trocado por temporadas mais rápidas, menos ousadas e feitas para atender ao algoritmo, não à história.
E não é só Westeros que está em jogo.
Quando a HBO produz algo, ela coloca valor artístico acima de velocidade. Succession vive de diálogos afiados. The Last of Us funciona porque trata cada episódio como filme. True Detective depende de atmosfera. Euphoria existe graças à estética autoral. Chernobyl entrega precisão emocional quase documental. São séries que simplesmente não nasceriam em um modelo de linha de montagem.
A preocupação é simples: a Warner era um dos últimos lugares onde séries ainda eram feitas como arte. Se essa identidade se perder, não é só a qualidade que cai, é um padrão inteiro que pode desaparecer.