Tendo-se feito nosso irmão, o Filho de Deus olha para as pessoas, olha para a humanidade: vê a opressão que subjuga e a violência que tira as forças. Vê as feridas das guerras e o vazio do consumismo. Ele vê rostos reduzidos a máscaras, famílias destruídas pelo mal e jovens iludidos por falsos ideais. Jesus vê e ama. Ele ama e sofre por nós e conosco: a sua compaixão expressa não apenas proximidade fraterna, mas também a vontade de redenção. #EvangelhoDeHoje (Mt 9,36 – 10,8)
Em quem nossa fé nos transforma: em fariseus que classificam e excluem da mesa pela lei fria, ou em convivas que banqueteiam esperança hoje, e encantam com a experiência de misericórdia com que foram acolhidos? A cura é desdobramento, não condição primeira!
Ninguém é excluído do amor de Deus! Cada um de nós, com a sua história, os seus erros e sofrimentos, continua a ser precioso aos olhos do Senhor. Jesus revelou-nos isso em cada encontro, em cada gesto e em cada palavra. Ele amou-nos até ao fim, mostrando acreditar na possibilidade de que o amor possa transformar até o coração mais endurecido. #ViagemApostólica #GuinéEquatorial
"As paralelas se encontram no infinito". Os discípulos caminhavam como paralelos: solidão desiludida de um lado, e esperança madrugada do outro. Não se encontravam, discutiam! Só o Infinito é capaz de os unir. Na imensidão do Amor tudo se encontra, ganha sentido e faz caminhar.
A Igreja está presente onde quer que os seus filhos professem e testemunhem o Evangelho: no meio laboral, na sociedade civil e em todas as relações humanas, onde eles, com as suas escolhas, demonstram a beleza da vida cristã, que antecipa aqui e agora a justiça e a paz que serão plenas no Reino de Deus. #LumenGentium #AudiênciaGeral
Por meio do Mistério Pascal, o Senhor nos mostra que até mesmo as circunstâncias mais difíceis e desafiadoras podem ser transformadas por dentro pela força do amor. Talvez o sofrimento nem sempre possa ser evitado ou eliminado, mas é possível encontrar nele um significado redentor que não apenas devolve a dignidade perdida, mas também abre a porta para uma nova vida.
O EvangelhoDeHoje (Jo 9,1-41) narra a cura de um homem cego de nascença. Também nós, curados pelo amor de Cristo, somos chamados a viver um cristianismo “de olhos abertos”.
Quantas vezes nos encantamos com a glória do Senhor, e nos estagnamos diante dela; mas quando somos confrontados, pela obediência, a olharmos para a Cruz e os crucificados, nos assombramos. Aprendamos a ver como brilha a humanidade ferida quando encontra a misericórdia de Deus.
A Transfiguração antecipa a luz da Páscoa, evento de morte e de ressurreição, de trevas e de nova luz que Cristo irradia sobre todos os corpos flagelados pela violência, sobre os corpos crucificados pela dor, sobre os corpos abandonados na miséria. O Redentor transfigura assim as chagas da história, iluminando a nossa mente e o nosso coração. #EvangelhoDeHoje (Mt 17, 1-9)
Estou próximo da população do Estado brasileiro de Minas Gerais, atingida por violentas inundações. Rezo pelas vítimas, pelas famílias que perderam as suas casas e por todos aqueles que estão a trabalhar nas operações de socorro.
Herodes não é uma figura decorativa no Evangelho. É o lugar da maldade humana onde a estrela parou de brilhar. Já os magos são feitos de busca. Eles correm o risco da estrada atraídos pelo Deus da vida. Quem se encontra com a luz de Jesus nunca volta pelo caminho dos prepotentes.
Corremos o risco de celebrarmos as festas da Igreja achando que dizem do ontem apenas. A liturgia de hoje nos põe como protagonistas da história, podendo escolher entre dizer sim ao mal ou a Deus. Como a Virgem, escolhamos sempre o protagonismo da Graça, que nos preenche e envia!
Deus não se encontra depois das mesas de cobrança, dos cambistas ou dos vendilhões. Ele se deixa encontrar onde há vida, partilhada na fraternidade. Somos pedras vivas desse encontro!
Não sejamos apressados nem superficiais, é preciso esperar com #sabedoria!
O #PapaLeãoXIV presidiu neste domingo a #Missa na Basílica de São João de Latrão, em Roma, por ocasião da Festa da Catedral da Diocese de Roma e “mãe de todas as igrejas”
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O que significa a fé cristã? Para o Papa Leão, significa se fazer próximo dos pobres, pois são eles a carne de Cristo. A exortação Dilexi te, publicada hoje, traz uma mensagem inédita que exige reflexão profunda. Saiba mais:
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“Os pobres podem ser para nós como mestres silenciosos, reconduzindo o nosso orgulho e a nossa arrogância a uma conveniente humildade”, escreve Leão XIV em Dilexi te (Eu te amei), publicado hoje (9). https://t.co/pmzxfxzxDI
A globalização da indiferença, que o Papa Francisco denunciou, parece que hoje se transformou numa globalização da impotência. Estamos mais conscientes diante da injustiça e da dor inocente, mas corremos o risco de ficar parados, vencidos pela sensação de que não há nada a fazer. Ao invés, não: a história é salva pelos humildes, pelos justos, pelos mártires, nos quais o bem resplandece e a autêntica humanidade resiste e se renova.