Lenda do basquete mundial, Oscar Schmidt morre aos 68 anos. Após se sentir mal, Oscar foi encaminhado para o Hospital Municipal Santa Ana (HMSA), em São Paulo, onde recebeu atendimento médico, mas não resistiu. Que o Tadeu e a família tenham força. Que notícia devastadora.
Parabéns, Brasil.
Enquanto a gente rala de trabalhar, paga uma carga absurda de imposto para sustentar um monte de filho da putt@ em Brasília, o MC Ryan e a tropa dele lavavam R$ 260 bilhões (quase 3% do PIB).
*** DUZENTOS E SESSENTA FU*CKING BILHÕES DE REAIS, PORR@!!!!!! ***
É mais que 3% do PIB do país sendo girado por um esquema que mistura funk, gravadora, rifa digital, bet e PCC.
Eu faço tudo certinho. Não passo ninguém para trás, não dou golpe, cumpro prazos, não me endivido, pago quase 40% de imposto para sustentar essa merd@, tenho nome limpo, tenho visto meu poder de compra ser esfacelado e é escândalo atrás de escândalo. Tô cansado, desanimado, desiludido e tudo o que vocês podem imaginar.
Eu já aceitei que o atual modelo de país FRACASSOU. Aceitei que viramos um país onde narcotráfico, funk ostentação e operador de esquema viraram a elite econômica de fato. Aceitei que o resto de nós é só um bando de figurante pagando a conta de bandido.
ACORDA, PORRA!
Uma desgraça de país, em que uma criança morre por não ter um soro antiescorpiônico que é produzido no próprio país enquanto um bando de filha da p*** está enchendo o rabo com milhões de dinheiro do povo...
Se você não se revolta com isso, já está morto!
Vou trazer uma questão honesta: mulher não é só a genitália, mas mulher também não é só identificação, como querem convencer. Mulher é um conjunto. É um mundo biológico à parte, e só quem vive na pele sabe o quanto cada parte dele importa. Diluir essa realidade pra forçar inclusão é que não é honesto.
Como dizer que o susto de uma primeira menstruação, a cólica, a sensibilidade inata que temos e a pressão social pela maternidade não são o bastante para definir o que é mulher, sendo que essas pequenas coisas carregam um peso gigantesco no nosso dia a dia?
Como dizer a uma menina, que desde a infância aprendeu a cuidar, a baixar a voz, a ajudar na casa enquanto os irmãos brincam e sentiu a dor de ver os olhares mudando quando os seios cresceram, como dizer a ela que suas experiências (essas que a maior parte de nós passamos) não tem peso na hora de definir o que é uma mulher?
A realidade biológica tem muito peso na realidade social. Só quem passou por isso entende. Dizer que o fardo dessa experiência não é relevante na hora de definir o que é uma mulher dilui a sua essência, e não é honesto conosco.
Hoje, aos 57 anos, minha mãe consegue um trabalho sem ser de empregada doméstica. Será o primeiro emprego fora da casa dos outros e primeira vez que ela terá direito a plano de saúde. PARABÉNS MAINHA!