𝗖𝗼𝗺 𝘃𝗼𝗰𝗲̂𝘀... 𝗢 𝗡𝗢𝗩𝗢 𝗠𝗢𝗦𝗤𝗨𝗘𝗧𝗘𝗜𝗥𝗢 ⚔️🇪🇪 A torcida escolheu! O projeto de Pablo Conde recebeu 90% dos mais 30 mil votos da gremistada e foi o grande vencedor do #TraçoImortal. Inspirado na história das raízes do povo gaúcho e com o espírito Gremista, ele passa a representar a nova identidade do mascote do Tricolor.
Assim nasce o novo Mosqueteiro Imortal!
📲 Saiba mais em https://t.co/UvRdaSyGyi
MAIS DO QUE TINTA, É SENTIMENTO! 💙🖤🤍
Cada traço e detalhe carrega a paixão de milhões. A Arquibancada Norte, que nunca foi só concreto, é história, é paixão e a partir de agora: muito mais Grêmio.
🔵 Tintas Coral
🖌️ Lucas Villegas | Leo Barbosa
✈️ Du Drone
A grande mídia não é inocente, até mesmo os verbos e adjetivos selecionados para compor uma manchete são selecionados de forma a moldar sua percepção sobre o mundo. Com esse trabalho, a mídia é capaz, também, de legitimar ações e construir identidades, como ocorre no caso do histórico conflito entre Israel e Irã. Análises demonstram que a linguagem utilizada influencia diretamente quem é percebido como agressor ou defensor; racional ou impulsivo; legítimo ou provocador.
Na cobertura da mídia ocidental dos recentes episódios do conflito entre Israel e Irã, é possível observar um padrão recorrente: as ações israelenses costumam ser descritas com verbos ativos e diretos ("Israel ataca", "Israel atinge" e são acompanhadas de adjetivos que sugerem precisão, controle e defesa, como "preciso", "direcionado" e "defensivo". Esse enquadramento projeta a imagem de uma ação deliberada, racional e justificável.
Em contraste, as ações atribuídas ao Irã aparecem associadas, com frequência, a verbos e qualificativos que evocam desordem e agressividade: "bombardear", "desencadear", "hostil", "provocativo", ou são formuladas de modo a reduzir sua agência. O resultado é um enquadramento que apresenta o Irã como reativo, impulsivo, intrinsecamente ameaçador e um ator a não ser confiado.
Essa assimetria não se limita à escolha das palavras, se estendendo ao contexto oferecido pelas matérias. O uso recorrente de termos como "retaliação" ou a ênfase em "ameaça iraniana" tende a enquadrar as ações de Israel como sendo necessárias e defensivas, enquanto as causas, motivações ou antecedentes das ações iranianas são frequentemente omitidas ou tratadas de forma superficial.
Estudos sobre media framing indicam que diferentes veículos priorizam enquadramentos distintos conforme suas linhas editoriais e alinhamentos geopolíticos. Alguns enfatizam "escalada" e "tensão"; outros, "responsabilidade" e "legitimidade moral", quase sempre de forma desigual entre os atores envolvidos, dando razão a Israel. Esses padrões não apenas refletem posições políticas, como também as reforçam.
A análise do discurso demonstra que elementos como voz verbal, seleção lexical e estrutura narrativa afetam de maneira mensurável a forma como conflitos são compreendidos pelo público. Uma mesma ação pode ser percebida como defensiva ou agressiva apenas pela forma como é narrada, especialmente quando esse enquadramento é repetido de modo consistente.
Por isso, é essencial cautela ao ler e compartilhar textos sobre aqueles que não são os queridinhos da grande mídia. A linguagem não descreve apenas a realidade, sendo uma ferramenta de construção da mesma. Desenvolver um olhar crítico sobre coisas tão fundamentais como verbos, adjetivos, omissões e enquadramentos é essencial para não absorver interpretações simplificadas ou enviesadas de eventos complexos e repletos de nuances, nos quais interesses políticos, econômicos e ideológicos influenciam diretamente a produção das notícias.
Referências:
CHRISTENSON, Scott. How Verbs & Adjectives Frame the Israel-Iran Conflict. 15 jun. 2025.
ALIM, Syahirul; EFFENDI, Yusli; WAHYUDI, Agus. Framing The Iran-Israel Conflict: A Comparative Analysis of Al-Jazeera and BBC News Coverage in April 2024. Journal of Islamic Civilization, 6(2), 166–180, 3 fev. 2025.
SALSABILA, Nada. Language Bias on Tweets among Different Groups over Israel-Iran Conflict. 3 ago. 2024.
O Conselho Deliberativo do #Grêmio irá se reunir na próxima quinta-feira (5). Entre as pautas, será votado a questão de saída da LIBRA e à @forte_uniao e ao Condomínio Forte União (CFU).
Também será deliberada proposta para alienação de percentual dos direitos comerciais do Brasileirão entre 2025 e 2074, incluindo direitos de transmissão.
Miguel Monsalve e Cuéllar aproveitaram o período de folga para curtir o Carnaval no Rio de Janeiro.
O elenco do Grêmio volta aos trabalhos amanhã, no CT Luiz Carvalho.
Já esqueceram que o Braithwaite chegou de férias, no pós-enchente, com um ARREMEDO de elenco e fez 10 gols e 2 assistências em 14 jogos.
Mas lembram muito de quando ele jogou em outro ARREMEDO, lesionado, no sacrifício, com um técnico pior e praticamente de volante/meia.
E o James Rodriguez? Um contratinho de um ano + produtividade, um salário que dê pra pagar? Tem copa do mundo batendo na porta ai e ta livre no mercado...
@dutragremio_