A IL está a caminho do melhor resultado de sempre em eleições legislativas.
Em todo o país, o voto na IL é o voto forte da convicção, da confiança, da responsabilidade, do reformismo, da competência, da coragem e da ambição.
Mas em Leiria, Faro, Coimbra, Braga, Porto, Aveiro, Setúbal e Lisboa é também o voto que pode eleger mais um deputado liberal. E mais um deputado liberal faz toda a diferença.
Se queres diferente, vota Liberal.
Desta vez é Liberal. Vamos acelerar Portugal!
Em Cuba, tem havido sucessivos apagões há mais de um ano, incluindo um de 4 dias, em outubro. A resposta do governo tem sido restringir o consumo, acusar os EUA e reprimir os protestos da população.
Tudo isto seria evitado se a rede elétrica cubana fosse públic... Ah, espera!
Esta foto anda por aí a circular, portanto uso-a para um momento instrutivo e pedagógico para a nossa esquerda autóctone (eu sou assim, magnânimo).
Tirei-a há 14 anos, ainda o Marcelo não tirava selfies. Ainda nem havia Marcelo presidente. Foi em Praga, estavam -10ºC e precisava de algo para me aquecer. Havia uma loja no centro de Praga que vendia vários tipos de chapéus, desde ushankas a budenovkas e gogois. Esta ushanka tinha o símbolo da USSR, o que achei engraçado (era bastante mais novo, logo tinha desculpa para não ter juízo).
Saí da loja. Comecei a levar com olhares bastante reprovadores, sobretudo de pessoas mais velhas. Um disse qualquer coisa em checo, que obviamente não compreendi, mas não seria certamente simpático a avaliar pelo tom. Um rapaz que andava ao nosso lado vem ter comigo e explica-me que ali, país que já foi comunista, ninguém gosta muito de referências à união soviética ou ao comunismo. Pergunta-me de onde sou. Respondo-lhe Portugal. Ele diz que não sabe se Portugal já foi uma ditadura comunista, mas que usar aquele símbolo ali era o equivalente a usar uma suástica nazi. Compreendi. Passados uns anos, também o Parlamento Europeu compreendeu. Em Portugal, há quem ainda não compreenda.
😱 Salários baixos em Portugal: o que os Patrões não querem que tu saibas
“A única forma de aumentar salários? É fácil, é aumentar os salários. Não há outra forma de aumentar os salários.”
— Paulo Raimundo, Filósofo e Ex-operário Português
Em nome da responsabilidade cívica e do compromisso para com o serviço público, hoje escrevo um texto difícil que pode afetar ex-clientes e patrões que no passado decidiram contratar os meus serviços para otimizar os “Custos com pessoal” — despedir, contratar, ajustar as políticas salariais e definir programas de incentivo — e contar-vos tudo sobre o que realmente se passa nos bastidores. Entre estes clientes estão pequenas e médias empresas industriais, grandes empresas do PSI-20 e multinacionais espanholas, francesas e alemãs.
Regra nº 1 (do Capitalismo): maximizar o valor para os acionistas, a médio e longo prazo, através de uma gestão eficiente dos recursos e da busca contínua por rentabilidade e crescimento (hoje em dia, já há várias versões desta regra, escolham a que vos fizer dormir melhor à noite)
Regra nº 2: nunca te esqueças da regra nº 1
Tradução: pagar o mínimo possível a todos os colaboradores — incluindo ao CEO — garantindo o máximo de produtividade e retenção/atração de talento
Leram bem, “pagar o mínimo possível”. As empresas mais bem geridas (as grandes e muito grandes) levam esta regra muito a sério e investem milhões de euros todos os anos em consultoria e recursos internos especializados para:
· Despedir trabalhadores cuja produtividade não justifica os custos salariais;
· Encerrar departamentos, fábricas e balcões que não geram lucro suficiente para cobrir os seus gastos operacionais;
· Definir sistemas de incentivos e bónus salariais que proporcionem um retorno substancialmente maior do que o seu custo (e.g., salário emocional 😂);
· Acompanhar continuamente a taxa de retenção, avaliando os custos totais de contratação e formação de novos funcionários;
· Definir grelhas salariais de forma a atrair e reter o nível de talento e qualificações necessárias a cada função;
· Encontrar o melhor CEO do mercado e negociar o pacote salarial mais baixo possível.
🗣️ “Oh gregório, isso é em Portugal. Lá fora os patrões pagam bem, olha vê o mapa que partilhaste”
Permitam-me introduzir um conceito que parece não ser amplamente conhecido entre os portugueses: o mercado de trabalho.
No mercado de trabalho, há dois fatores que influenciam os salários: a oferta de talento e a procura das empresas por esse talento. Quando temos talentos raros e altamente especializados — como em tecnologia, medicina ou gestão executiva — e um número significativo de empresas à procura dessas habilidades específicas, cria-se um cenário de grande concorrência. Essa concorrência eleva os salários, porque as empresas estão dispostas a pagar mais para garantir que os melhores profissionais escolhem trabalhar para elas e não para os concorrentes. Contudo, nunca esquecer que existe um limite superior nessa disposição em pagar mais, que está diretamente relacionado com a produtividade esperada para a função!
Por outro lado, para funções que exigem qualificações básicas — aquelas que um grande número de pessoas consegue realizar — e onde há uma oferta abundante desses profissionais, mas apenas um punhado de empresas a contratar, os salários são naturalmente mais baixos, frequentemente encostados ao salário mínimo decretado por lei. As empresas têm muitas opções e, portanto, não precisam competir para atrair e reter esses trabalhadores.
O equilíbrio entre esses dois extremos — raridade do talento e número de empresas à procura desse talento — é o que molda a estrutura salarial em qualquer economia. É uma interação contínua de oferta e procura.
☭ Cheat sheet labor market:
➖talentos e ➕empresas = salários ⬆️
➕talentos e ➖empresas = salários ⬇️
🗣️ “Oh gregório, não percebi nada... Por que é que os salários em Portugal não sobem? Não é porque temos maus patrões?”
Balhamedeus, não... É porque temos falta de patrões!
Temos a geração mais qualificada de sempre, mas o mercado de trabalho não acompanhou esta evolução — faltam-nos empregos que estejam à altura das suas capacidades. A falta de oportunidades, sobretudo nas áreas tecnológicas e outros setores de valor acrescentado, leva a que empresas estrangeiras captem facilmente a atenção dos nossos jovens. Muitos são atraídos para o estrangeiro com promessas de melhores salários, enquanto os que ficam acabam por ter de se conformar com a primeira proposta de trabalho que aparece.
Portugal não é o primeiro país a enfrentar este problema. Os países do Leste Europeu, depois de anos de comunismo, viram-se a braços com uma população altamente qualificada, mas sem um tecido empresarial desenvolvido. A solução, em teoria, é simples, e passa apenas por criar condições favoráveis agora para as empresas de amanhã.
Primeiro, é essencial aliviar a carga fiscal sobre os trabalhadores para permitir a acumulação do capital necessário para arriscarem abrir empresas. Segundo, é preciso deixar as empresas crescer, reduzindo a carga fiscal sobre as empresas e os encargos com o trabalho. Terceiro, é imprescindível a existência de um sistema judicial que garanta rapidez e eficiência nas transações comerciais e na resolução de litígios. Quarto, consolidação de um quadro político estável que assegure aos empreendedores que os sistemas fiscais e judiciais se mantêm consistentes e previsíveis a longo prazo. E por fim, é essencial expandirmos além-fronteiras; apenas através de empresas portuguesas com presença multinacional poderemos criar empregos e salários que superem as limitações do nosso pequeno mercado nacional.
Montenegro: Vai convidar os ex líderes do seu partido para a campanha?
PNS: com todo o orgulho
Montenegro: vai convidar o Sócrates?
PNS: oh oh oh
😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
📈 10 DESAFIOS AO PSD PARA UM PORTUGAL COM FUTURO
Mais ambição para transformar Portugal.
O voto que muda Portugal é o voto na Iniciativa Liberal.
#PortugalComFuturo
O que preocupa a @LiberalPT: que os 71,6% que ganham menos, ganhem mais
O que preocupa o BE: que os 0,86% que ganham mais, não ganhem mais
Tirem as vossas conclusões 🤷🏻♂️
Os debates civilizados – como o de Rui Rocha com Luís Montenegro – e em que se discutem ideias têm muito menos minutos do que aqueles em que os berros imperam. É pena.
📈Precisamos de mais empresas portuguesas a ter lucro e que as empresas que temos tenham muito mais lucro
Ultimamente, temos visto manchetes a relatar lucros diários de 10 e 20 milhões, das grandes empresas nacionais, como se tratasse de números astronómicos ou obscenos. Quando, na realidade, este número nos devia envergonhar. Num país com 10 milhões de habitantes, gerar-se 1€ ou 2€ de lucro por dia, por habitante, é um indicador preocupante e que reflete bem a pobreza do povo português.
Num país desenvolvido, como a Dinamarca, uma só empresa gera três vezes mais lucro que todas as grandes empresas portuguesas juntas.
A empresa é uma das maiores farmacêuticas do mundo, a Novo Nordisk, e, vejam só, os dinamarqueses não a pretendem nacionalizar, bem pelo contrário. Esta empresa já é amplamente detida por cidadãos dinamarqueses, incluindo fundos de pensões que investem significativamente na economia nacional, assegurando assim reformas estáveis e sem a dependência de imigrantes não-qualificados.
Sim, porque todas as empresas na imagem em anexo são PÚBLICAS. Não pertencem ao estado, mas não são privadas, não são detidas exclusivamente por um par de acionistas ou por uma família. São empresas públicas que qualquer um de nós pode adquirir. E, em Portugal, ninguém adquire porquê? Porque dão pouco lucro e têm nenhum ou quase nenhum crescimento. Um português inteligente investe o seu dinheiro em empresas americanas ou europeias, que têm retornos, historicamente, muito melhores.
Relativamente aos trabalhadores, a perspetiva de serem simultaneamente acionistas sofreu um desgaste considerável em Portugal, em grande parte devido às repercussões da crise financeira de 2008. Em contrapartida, em países com economias mais sólidas, a distribuição de ações como parte da remuneração é uma prática recorrente, que se revela vantajosa tanto para a entidade empregadora como para o trabalhador. Este modelo de remuneração é reflexo de uma gestão estratégica que visa alinhar os incentivos dos empregados com os objetivos da empresa, criando uma simbiose onde os sucessos financeiros da organização se traduzem diretamente em benefícios para a sua força de trabalho.
Por último, a noção de que lucros elevados são equivalentes a salários reduzidos e exploração laboral é um mito que se desvanece perante a análise estatística e o raciocínio lógico.
A verdade é que o sucesso financeiro de uma empresa está intrinsecamente ligado à qualidade e ao empenho dos seus trabalhadores, e a excelência tem o seu preço. Talento e qualificações elevadas são ativos valiosos e, como tal, bem remunerados. Existe, de facto, uma relação direta e positiva entre a remuneração dos colaboradores e a lucratividade das empresas. Esta dinâmica é observável no tecido empresarial português, onde entidades como a EDP se destacam por oferecer, por exemplo, um salário mínimo 50% superior ao salário mínimo nacional e um salário médio mais de duas vezes superior ao nacional.
Em suma, é do interesse de todos - sejam acionistas, trabalhadores ou pensionistas - aspirar a um tecido empresarial com empresas mais rentáveis e lucrativas.
@marcogarcia1977@habituemSE@mariaescaja Hoje há mais divórcios, os agregados familiares são mais reduzidos e nas cidades do litoral a população aumentou contrariamente as zonas do interior.