"For two decades, the U.S. entertained illusions about what might be accomplished with Russia, a reluctant partner, while remaining oblivious to opportunities in Ukraine, a far more willing one," writes @AVindman. https://t.co/M6XkqgDmc4
Sob qualquer ponto de vista, Sánchez já superou Viktor Orbán. No entanto, há uma diferença importante: o PSOE carece das maiorias abrumadoras e convictas que sustentam o poder na Hungria. O que aí vem não será bonito. É um dia será necessário edificar de novo as instituições.
O melhor discurso de 10 de Junho será sempre este. Entendedores entenderão.
Viva Portugal
“ Ó Pátria Mãe
Por ti dou a vida
Há sempre alguém
Que não te quer perdida
Ó Pátria Mãe
Reza a Deus por nós
Há sempre um alguém
Nunca estamos sós”
The DHS narrative on X simplifies the Los Angeles ICE raid protests as law enforcement versus "criminal illegal aliens," missing key nuances. Many protesters are U.S. citizens or legal residents, not foreign criminals, expressing solidarity and cultural pride through Mexican flags, not disloyalty. The raids target not just criminals but also community members like workers and parents. California's sanctuary laws and Governor Newsom's opposition highlight state-federal tensions, with the National Guard deployment seen as an overreach. Both sides escalate tensions—protesters with violence like Molotov cocktails, and authorities with tear gas. The debate reflects deeper divides on immigration and identityThe DHS narrative on X simplifies the Los Angeles ICE raid protests as law enforcement versus "criminal illegal aliens," missing key nuances. Many protesters are U.S. citizens or legal residents, not foreign criminals, expressing solidarity and cultural pride through Mexican flags, not disloyalty. The raids target not just criminals but also community members like workers and parents. California's sanctuary laws and Governor Newsom's opposition highlight state-federal tensions, with the National Guard deployment seen as an overreach. Both sides escalate tensions—protesters with violence like Molotov cocktails, and authorities with tear gas. The debate reflects deeper divides on immigration and identityThe DHS narrative on X simplifies the Los Angeles ICE raid protests as law enforcement versus "criminal illegal aliens," missing key nuances. Many protesters are U.S. citizens or legal residents, not foreign criminals, expressing solidarity and cultural pride through Mexican flags, not disloyalty. The raids target not just criminals but also community members like workers and parents. California's sanctuary laws and Governor Newsom's opposition highlight state-federal tensions, with the National Guard deployment seen as an overreach. Both sides escalate tensions—protesters with violence like Molotov cocktails, and authorities with tear gas. The debate reflects deeper divides on immigration and identity.
Bruxelas , ontem. Num chamado "Festival da Resistência" actores encenaram ataques a israelitas , gritaram "do rio até ao mar" e desvalorizaram o 7.10.
Ninguém se indigna com a morte de um israelita ou de um judeu, black lives matter, gay lives matter, jews lives do not matter .
Na hierarquia da indignação global , os reféns de Israel incluindo os bebés Bibas nunca passaram de notas de rodapé. Não houve Michelles Obama a a fazer campanhas no Instagram como com as raparigas Chibok raptadas por terroristas islâmicos do Boko Haram. O laço amarelo dos reféns foi proibido pela Eurovisão.
Sinagogas foram incendiadas, vandalizadas - fosse uma mesquita a gritaria que seria "islamofobia" e seguir-se-iam as entrevistas a activistas de esquerda e jornalistas "independentes"- israelitas e judeus foram perseguidos em Universidades de elite - até podiam ter votado nos socialistas israelitas ou ser membros de uma organização pró-coexistêcia, não interessou , carregam o "pecado original" de serem judeus (embora poucos saibam o que a palavra realmente significa em termos étnicos, históricos, culturais, religiosos), 15 judeus foram incendiados Boulder. Ninguém se indignou.
O ódio veste novos uniformes. Keffiyehs. Não calça botas militares. Doc Martens.Fala a língua do Islão e da "libertação do imperialismo" enquanto nega aos judeus o direito à sobrevivência. Intenção genocida disfarçada de solidariedade. E as pessoas aplaudem.
O anti-semitismo é pop. As tshirts de Rima Hassan custam de 55 a 85 euros. "Palestination" tornou-se um negócio. Milhões de mortos nos mais de cem conflitos que ocorrem actualmente, não são notícia.
Ninguém confiaria na AlQaeda, no Isis, tudo o que era dito pelo Hamas foi tomado como verdade absoluta.
O libelo ( mentiroso ) das 180 mil vitimas lançado pela Lancet ( que os autores desmentiram dizendo que era um modelo matemático que poderia ocorrer ou não. Não ocorreu e nem Hamas se atreveu a inflacionar de tal modo o número de vítimas) levou a artigos punjentes de opinião. O mesmo com a mentira da ONU das 14 mil crianças em 48 horas. O dano estava feito. Goebbels desceu às redações, às redes sociais e aos partidos políticos.
Alguém que faça black face ( pinte o rosto de negro) é chamado intolerante.
Um insulto homofóbico gritado no campus é imediatamente ( e bem ) denunciado.
"Sionista" é dito com um sorriso de escárnio, e a multidão aplaude.
Dizemos nunca mais ao racismo.
Dizemos nunca mais ao ódio queer.
Mas para os judeus, dizemos: "O contexto importa".
Sempre que um judeu é morto, a conversa desvia-se para a geopolítica. Não é dor. Não é horror. O contexto torna-se uma cobertura. O corpo ainda não foi sepultado e já há quem diga "E Gaza?". Os reféns israelitas são culpados pela sua dor, algo a colocar numa nota de rodapé entre gráficos interseccionais. "Nunca mais" está a tornar-se "que maçada".
Em alguns espaços, nos media, na Academia, a ideia de um mundo sem judeus — cultural, espiritual e fisicamente — espreita por trás dos slogans que rimam.
Um Médio Oriente "descolonizado" significa um Médio Oriente sem judeus. Um espaço progressista puro significa um judeu silencioso. Ninguém o diz. Mas está lá.
Nos dias que correm levantar a voz para defender Israel ( que não se confunde com o seu governo) , ou os judeus é impopular ( as minorias ruidosas e a "rua arábe" nas cidades europeias assusta cobardes e calculistas) , é correr riscos.
"Um segundo Holocausto moral está a acontecer.
Não com campos de concentração. Com manchetes. Com publicações. Com silêncio.
É assim que começa. Não com botas. Com encolher de ombros".
As Gretas deste mundo estão a vencer a guerra das percepções . Hoje o facismo de salão não é o do NSDAP ( partido nazi alemão) é o da aliança entre a esquerda performativa, a extrema esquerda e o islamo-fascismo.
A Antifa ( movimento antifascista alemão ) é dos poucos movimentos de esquerda a ter a clareza moral e a denunciar esta aliança. Como foi possível o Holocausto ? Estamos a viver uma experiência imersiva.
Que orgulho tantos apoiantes de terroristas juntos.
1. A viagem é financiada pela IHH, organização turca com ligações à Al Qaeda , Irmandade Muçulmana e Hamas , é proibida em vários países europeu e nos EUA por ser classificada como terrorista.
2. A bordo vão: o Tiago. ( brasileiro ) que foi ao funeral do Nasrallah.
Fonte : https://t.co/kEXq3uMDUF…
Huwaida Arraf que nega a existência de Israel .
O Zaher “jornalista” do Al-Hiwar TV da irmandade muçulmana e de acordo com o parlamento britânico membro das Hamas-Izz al-Din al-Qassem Brigadas ( braço armado do Hamas) .
Fonte : https://t.co/zgzCgdpBBX…
A BBC fez asneira da grossa, uma vez mais, mas teve a decência de a corrigir ( embora um desmentido nunca tenha o impacto da “notícia”). Por cá alegremente continua-se a pagaguear a mentira e com isso a alimentar o anti-semitismo.
Não foram as IDF que disparam, foi o Hamas.
Os media deviam ter o triplo do cuidado quando tratam este conflito e não usar levianamente palavras como “genocídio”. Note-se que nem o TPI acusa Israel do mesmo.
Um sobrevivente do Holocausto e outras 11 pessoas ( judeus ) foram ontem atacados con dispositivos incendiários e ficaram queimados com gravidade. O FBI fala em crime de ódio.
A explicação da BBC :
O Hamas roubava a ajuda humanitária e escondia-a em armazéns para a revender ou ceder aos seus.
Só hoje o Hamas já matou a tiro 5 palestinianos que tentavam obter comida.
A subnutrição que existe é única e exclusivamente responsabilidade dos terroristas.
Já agora continuo a aguardar um pedido formal de desculpa do Tom Fletcher pela mentira das 14 mil crianças em 48 horas.
Por falar em 48 horas , soube-se nas últimas 48 horas que a Francesca Albanese que se fez passar por advogada e especialista em direito internacional não tem a qualificação necessária para exercer advocacia. Se ela mente em relação ao currículo para obter o lugar regiamente pago na ONU acerca de quê mentirá mais ? Pergunta retórica .
Um dos mais antigos mosteiros cristãos do mundo vai ser encerrado no Egipto por pressão da Irmandade Muçulmana. O cristianismo está a ser expulso paulatinamente dos seus locais de origem perante o silêncio global.
A Grécia já protestou junto do governo egípcio.
O perigo de começar uma guerra é poder perde-la. O Hamas estava convicto que com o apoio do Irão e seus proxies iria destruir Israel e conquistar toda a Israel para um estado palestiano, isto constava nos documentos do Hamas.
Onde estão os países árabes ? A assobiar para o ar desde o iníciz
@carlos_jb_paz@Francisco_xxL Os aparelhos partidários do PS e da AD estão absolutamente desconectados com a sociedade. A extrema esquerda tornou-se política boutique. O Tavares anda a vender pão de supermercado com mais de 24 HRS, que esperam?
@carlos_jb_paz@Francisco_xxL Os aparelhos partidários do PS e da AD estão absolutamente desconectados com a sociedade. A extrema esquerda tornou-se política boutique. O Tavares anda a vender pão de supermercado com mais de 24 HRS, que esperam?
While the BBC’s factchecking team claims “no evidence” Israel hit a Hamas command center under the European Hospital, @WSJ actually did the journalistic work of finding that’s exactly what Israel hit.
A ex-líder bloquista a justificar amplamente a razia das últimas legislativas rumo à irrelevância. Uma das melhores entrevistas dos últimos tempos por @acarvalhoramos
Se provas faltassem para a duplicidade gritante dos media nacionais na cobertura do culto de ódio Hamas e no conflito israelo palestiniano elas chegaram retumbantes com o silêncio atrás sobre o assassinato duplo em território americano. O antissemitismo é forte por cá
Aqueles que publicaram sem se retratar a mentira das 14 mil crianças, a mentira do hospital ( que afinal foi atingido por um míssil do próprio Hamas ) e muitas outra as mentiras servidas pelos propagandistas de Gaza são responsáveis pela morte de qualquer cidadão israelita e pelo crescendo exponencial do anti-semitismo.
São “humanistas” selectivos.