BOLSONARO MANDA SUA DEFESA PARA O BRASIL
Cerceado no teatro montado pelo STF ele enviou este arrazoado para as redes sociais antes do início do espetáculo montado por Alexandre de Moraes:
1. Trata-se da maior perseguição político-judicial da história do Brasil, motivada por inconfessáveis desejos, por vaidades e por claros interesses políticos de impedir que eu participe e ganhe a eleição presidencial de 2026.
2. Jamais um ex-presidente da República do País teve sua vida pessoal, financeira e política devassada de maneira vil e implacável como acontece comigo – sem encontrar uma única prova de qualquer ato ilícito de minha parte. Na devassa pessoal, fiscal e financeira não encontraram um único vestígio, mínimo que fosse, de corrupção.
3. Minha família foi perseguida, investigada e tripudiada nos meios de comunicação, sem dó nem piedade. Hoje tenho um filho que é obrigado morar nos EUA tal o nível de perseguição que ele sofre. Somente a fé em Deus e o apoio da família e dos amigos é que mantiverem de pé.
4. Me acusam de um crime que jamais cometi – uma suposta tentativa de golpe de Estado. Conversei com auxiliares alternativas políticas para a Nação, mas nunca desejei ou levantei a possibilidade da ruptura democrática. As mudanças nos comandos das Forças Armadas foram feitas sem problemas. Sempre agi nas quatros linhas da Constituição. Sempre!
5. Me afastei do País após a eleição porque entendi que seria o melhor para todos, inclusive para o candidato adversário. Não estava aqui no 8 de janeiro de 2023 e, no mesmo dia à noite, postei uma mensagem repudiando os atos violentos cometidos por aqueles que exerceram o direito legitimo de protestar, sem violência, como foi o caso da maioria dos manifestantes.
6. Todo o processo Jurídico contra mim é uma aberração jamais vista! Investigações demoram seis anos, sem prazo de previsão de término. Pessoas são presas e coagidas a fazer delação premiada para salvar suas famílias. As defesas são cerceadas, as investigações correm em segredo de Justiça e realizadas prisões arbitrárias.
7. A avaliação de uma denúncia contra um ex-presidente da República é feita por uma Turma do Supremo Tribunal Federal e não pelo plenário da Corte. Na banca de julgadores, dois conhecidos desafetos meus e um terceiro elemento que foi advogado do meu adversário eleitoral em 2022!
8. O relator do processo é, ao mesmo tempo, vítima, investigador e julgador de sua própria causa – outra aberração, uma verdadeira “jabuticaba judicial”, impensável e inimaginável em verdadeiras democracias e num pleno Estado Democrático de Direito.
9. As ditas “provas” de acusação se baseiam numa única delação premiada! Na verdade, em onze versões de uma única delação premiada, que foi modificada ao longo dos anos por pressão dos inquisidores e suas permanentes ameaças à integridade física, moral e familiar do delator.
10. Registro que desde a primeira versão da delação, os investigadores, o magistrado e a PGR a consideraram como “A VERDADEIRA”, “A INQUESTIONÁVEL” para a comprovação dos supostos “crimes cometidos”, status que mudava a cada novo depoimento corretivo. Qual seria, então, a verdadeira delação? A primeira? A última? Todas ou nenhuma delas?
11. Houve um total cerceamento da defesa! Soubemos das onze versões da delação premiada pelo seletivo vazamento da imprensa. As investigações ocorreram em segredo de Justiça e quando os documentos delas foram apresentados à defesa não houve acesso integral as mídias que as compunham.
12. O pequeno prazo para a defesa analisar mais de 1.200 páginas é uma afronta ao direito de defesa! A estratégia da acusação foi a de encaminhar um calhamaço de informações, com pouco prazo para análise das “provas”, que estão incompletas. A celeridade do processo, uma vergonha, como tem mostrado a mídia.
E é a isso que chamam de Justiça?
13. Não estava em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023, não foi encontrada nenhuma referência em meus celulares sobre a organização da manifestação e mesmo assim querem, injustamente, me vincular aos atos daquele dia, que teriam a intenção de “depor” um governo eleito.
14. Me acusam disso, mas não promoveram nenhuma investigação mais profunda sobre a postura do general Gonçalves Dias, ministro-chefe do GSI do novo governo, homem de confiança do presidente recém-empossado, filmado indicando a saída dos invasores do Palácio do Planalto, conivente com os “atos de vandalismo” no local.
15. Sou acusado ainda de promover uma tentativa de “golpe de Estado” sem qualquer prova. Durante os quatro anos do meu governo foram realizadas duas eleições com milhares de candidatos, mais de três dezenas de partidos de diversas matizes sem um único incidente grave! Todos os eleitos tomaram posse.
16. A democracia prevaleceu! Não houve golpe de Estado, o candidato adversário tomou posse, sai do País, não estava aqui no dia 8/1 e mesmo assim tentam me condenar. Sabem que se eu disputar a eleição presidencial de 2026 serei vitorioso e colocarei, novamente, o Brasil no rumo certo.
Confio na Justiça!
O helicóptero do destino
Era uma tarde opaca, sem sol nem nuvens – apenas aquela claridade entediada que faz a cidade parecer suspensa no tempo. E foi nessa hora que o helicóptero tombou do céu como um pássaro abatido. Não houve suspense, apenas uma súbita ausência de som. Um silêncio que precede os fatos decisivos, como o soluço que antecede o pranto.
O filho de Alckmin morreu. Assim, com a impessoalidade cruel que transforma tragédias pessoais em notas de rodapé na história. Para a maioria, foi apenas um acidente. Para outros, uma coincidência estranha demais para ser verdadeira. Afinal, há tempos as coincidências vêm guiando os passos do Brasil como um maestro sinistro.
Dois tiros no escuro
Antes de o helicóptero despencar, houve dois atentados a mando do PCC. Dois atentados, duas tentativas de apagar um nome, um sobrenome, uma herança política. E, depois de falhar duas vezes, o destino trocou as armas por hélices. A morte veio pelo ar, como se quisesse ser definitiva, sem ruído de tiros ou manchas de pólvora.
Mas a tragédia tem seus detalhes sórdidos. A perícia que deveria trazer respostas foi falsificada, e o perito condenado. Um ponto final escrito com letras de areia, pronto para desmoronar ao primeiro sopro de verdade.
A política do silêncio
No dia em que o filho de Alckmin caiu, o PSDB também despencou. A luta pela auditoria das urnas eletrônicas foi arquivada, engavetada, esquecida. A palavra “fraude” virou um eco proibido nos corredores do partido. A nova palavra de ordem foi “impeachment”. De Dilma, claro, como se a troca de uma cabeça fosse resolver o câncer no corpo inteiro.
Mas o que parecia uma manobra estratégica tinha algo de desesperado, de rendição. A morte do filho de Alckmin marcou o início de uma nova era: o silêncio. Um silêncio cúmplice, medroso, pactuado em reuniões fechadas e olhares furtivos.
O fiador invisível
Agora, o Brasil vive sob a tutela de uma narrativa improvável. Falam de uma tentativa de golpe que não foi tentativa nem golpe. Alexandre de Moraes, sempre teatral, resumiu o caso com o cinismo de quem já não precisa disfarçar: foi uma “tentativa de planejamento”. Algo que não ocorreu, nem poderia ter ocorrido, mas que serve como pretexto para encher celas e calar vozes.
No fundo, tudo isso é um teatro, mas não um teatro vazio. O palco é o Brasil, os atores estão na coleira do PCC, e o texto vem de longe. Moraes e Alckmin não são protagonistas, mas figurantes de luxo no roteiro escrito pelo Foro de São Paulo, com a China como produtora executiva.
Braço Armado e a Mão Invisível
No Brasil atual, o crime organizado não é apenas um desvio; é o braço armado do sistema. E a China, silenciosa como o helicóptero que caiu, é o fiador desse projeto. Um fiador que financia, orienta e garante que o roteiro será seguido à risca.
Há quem diga que o Brasil está à beira de um abismo. Mas a verdade é que o salto já foi dado. O que resta é a queda – longa, silenciosa, inevitável.
E talvez, um dia, alguém encontre no chão os destroços de um país que foi entregue, peça por peça, às mãos de seus algozes. Até lá, seguimos vivendo sob o peso do silêncio, fingindo que tudo isso é só uma sequência infeliz de coincidências. Como se o destino, sempre ele, não tivesse assinado cada detalhe dessa tragédia com a precisão de um cirurgião.
@Marcian24878143 @TiagoCeacero @NewsLiberdade Complete a frase, amigo:
"... porque oSupremo Tribunal tem jurisprudência consolidada no sentido de não caber Habeas Corpus contra ato de ministro no exercício da atividade judicante."
@NewsLiberdade Nesse caso, Dias Toffoli cometeu CRIME DE PREVARICAÇÃO. Alexandre de Moraes cometeu vários crimes, cedo ou tarde, a justiça virá sobre ele e terá de pagar por todo o MAL que tem causado à sociedade. A queda do iluministro é iminente e levará consigo a CASTA do Judiciário.
Posso estar errada, mas agora a defesa do Mauro Cid, pedirá as gravações dos depoimentos dele e irá escancarar o "modus operandi" e fará um mega estrago. Confirmará tudo que ele disse.
Delação de réu preso é tortura, segundo o próprio 57F. Bomba relógio ativada, Mauro Cid, irá desnudar a operação, a Pe EeF e o dono do Brasil.
Anotemmm 👍🏻
lula da silva foi à Etiópia para falar para plateias dóceis. Mesmo quando confrontado com a mídia vassala, basta uma pergunta honesta, que se perde em asneiras e deixa entrever sua índole perversa, sem princípios, como no caso da jornalista do El País, que o encurralou quando comparou o ditador Nicaraguense Ortega a Angela Merkel . Pois bem, o descondenado foi passear na Etiópia para falar platitudes sobre a África para gáudio dos racistas afrincanistas incrustados em seu governo, mas aproveitou a plateia islâmica, a começar do 1º. Ministro Abiy Ahmed, para destilar seu anti semitismo, sua velha admiração pelo bigodinho, e falar barbaridades sobre o holocausto e tolices sobre genocídio em Gaza. O que o descondenado não falou é que Ahmed é o responsável pelo massacre da etnia Tigre', por violência direta e por fome, já que impediu a chegada de ajuda humanitária, tal como o Hamas, que rouba da população civil. lula da Silva já está abaixo da denominação anão diplomático.
🚨BOMBA - Um Hacker com o nome de Zestyx64 conseguiu acessar alguns contratos da choquei!
Neles, mostra o valor e as empresas que fizeram a “publi”
Veja os contratos a baixo🧵
Óbvio que o tal app de bloquear celular tem um objetivo primário diferente do alegado, tem que ser muito ingênuo pra não perceber o que está por trás disso.
Mas vamos supor que não, que realmente eles quisessem ajudar pessoas a bloquear celulares roubados. O sucesso nesse caso seria um alto número de downloads e um baixo número de bloqueios.
A esquerda está vibrando com uma estatística que mostra pro resto do mundo como se rouba celular no Brasil. Sinal completamente trocado. Burros demais.
🚨GRAVE!!!
LULA quer calar a verdade sobre as vacinas contra o COVID-19.
Presidente da República quer tornar crime informações oficiais da Vacina contra a COVID-19, em um claro esforço para silenciar vozes críticas.
Siga o fio e entenda...🧶
https://t.co/dGlYCQZHDU
Mais uma morte súbita de um jovem homem, diante dos nossos olhos.
O cantor gospel Pedro Henrique, veio a óbito aos 30 anos nesta quinta-feira, 14 de dezembro, durante um show em Feira de Santana, que estava sendo transmitido ao vivo.
A morte foi confirmada por meio de uma publicação feita pela sua gravadora, a Todah Music, nas redes sociais.
Pedro Henrique tomou 3 doses da injeção da Pfizer, a primeira inoculação aconteceu em setembro de 2021 e a última foi feita em agosto de 2022.
Diante destas informações pedimos ao Ministério Público uma investigação de nexo causal.
Não podemos continuar assistindo a uma epidemia de mortes súbitas entre adolescentes, jovens e adultos enquanto a Ministra da Saúde @nisia_trindade continua afirmando em Lives com o presidente da República que a injeção da Covid-19 não causa miocardite e pericardites, ignorando os efeitos adversos que estão escritos na própria bula da Pfizer, além de afirmar que são seguras e eficazes.
Quem irá se responsabilizar pela morte precoce de Pedro Henrique?
Deixo aqui meus sinceros sentimentos a família de Pedro Henrique. Que Deus os conforte.