Vamos comparar?
PROPOSTA DE LULA:
Escala: 5x2 (40 horas semanais)
Salário Mínimo: R$ 1.621
PROPOSTA DE FLÁVIO:
Escala: Negocia com o patrão
Salário Mínimo: R$ 7,37/hora trabalhada
Na proposta de Flávio, um trabalhador que trabalha 40h na semana, 160h no mês ganharia R$ 1.180 no mês.
No modelo de Flávio, o trabalhador perde mais de R$ 500 de salário e pra chegar ao valor atual só trabalhando na escala 7x0.
Vocês estão prontos pra isso?
ninguém mais acredita nesse papinho de “tirar o PT” ou “acabar com a corrupção” não, irmão
admite logo que você só é um filho da puta mal caráter mesmo, fica menos feio.
🇧🇷 Lula critica “tesouraço” proposto por Flávio Bolsonaro:
“De onde vai ser esse corte? Eu não conheço ninguém da elite que tenha coragem de cortar dos ricos. Ele sempre corta dos pobres.”
O juiz Francisco Tojal Dantas Matos, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), denunciou ter sido vítima de xenofobia em um restaurante de hotel em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Segundo o magistrado, o episódio ocorreu na terça-feira (6), quando ele estava na capital gaúcha para ministrar uma palestra sobre violência de gênero na infância e na adolescência, na Escola da Magistratura.
De acordo com o relato do juiz, a situação começou quando uma atendente sugeriu o prato típico à la minuta. Por não conhecer a refeição, ele pediu informações sobre o que era servido. Um homem que estava em uma mesa próxima teria reagido com deboche, questionando sua origem por desconhecer a comida regional. Em seguida, conforme a denúncia, o cliente passou a xingá-lo e tentou associá-lo a um grupo político.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Tojal afirmou que a hostilidade estava relacionada ao seu sotaque e à sua origem nordestina. O magistrado também relatou ter ficado paralisado diante da abordagem e temido que a situação evoluísse para agressões físicas.
TJPE repudia discriminação
Em nota, o Tribunal de Justiça de Pernambuco manifestou solidariedade ao magistrado e repudiou manifestações de xenofobia, preconceito e discriminação. A Corte destacou que Tojal estava no Rio Grande do Sul para uma atividade profissional relacionada ao enfrentamento da violência de gênero.
O tribunal defendeu a apuração dos fatos pelas autoridades competentes, com respeito aos procedimentos legais, e reafirmou o compromisso com os direitos humanos e o combate à intolerância.
“O Tribunal ressalta, ainda, que a diversidade cultural e regional constitui uma das maiores riquezas do Brasil e que nenhum cidadão deve ser alvo de constrangimento ou hostilidade em razão de sua origem”, diz o comunicado.
A Associação dos Magistrados do Estado de Pernambuco (Amepe) também manifestou solidariedade ao juiz e defendeu a investigação do episódio. No Rio Grande do Sul, a Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) e a Escola da Ajuris repudiaram a hostilidade relatada e ofereceram apoio ao magistrado.
Vídeo: Reprodução/Redes sociais