Sempre que estiver manipulando equipamentos ou substâncias perigosas, como ácidos, poeira, soldas, etc, utilize óculos de proteção, evitando vapores, fagulhas e contatos acidentais de objetos e substâncias com o globo ocular.
O primeiro reflexo da criança é esfregar, os dos pais é tentar tirar. Mas movimentos bruscos e imprecisos podem estender os danos desses pequenos invasores nos olhos, então sempre busque um médico o mais rápido possível.
Crianças não tem noção do perigo que correm, fazendo com que muitas vezes elas se sintam atraídas por locais e objetos perigosos. Tenha um local seguro para armazenar remédios, produtos de limpeza, ferramentas e utensílios que possam causar danos às crianças.
A vacina evita doenças que podem causar deficiência visual. Sarampo, meningite e varíola são doenças que podem causar danos permanentes, e até morte. Evitar a cegueira é apenas um dos benefícios de manter seu filho com as vacinas em dia.
Se o bebê tiver olhos muito grandes, que lacrimeja intensamente ou apresenta manchas, procure um médico capacitado e realize exames oftalmológicos. Catarata infantil, glaucoma congênito e retinopatia da prematuridade podem levar à cegueira, mas também podem ser curados.
Doenças como rubéola, toxoplasmose e sífilis podem causar cegueira ou visão subnormal no feto. Deficiência de vitamina A na gravidez também pode causar cegueira nas crianças. Por isso, ser acompanhada por um médico em todas as etapas da gravidez é essencial.
Algumas condições se desenvolvem devido a genética, devido a doenças contraídas ou mesmo acidentes. Nesta nova série de posts VOISS, daremos dicas de como evitar riscos à visão. Fique com a gente e acompanhe!
E o mais importante, tenha empatia. Ofereça ajuda ao invés de se impôr. A insistência pode acabar causando uma situação desconfortável.
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Conviver com uma pessoa com deficiência visual exige certos cuidados. Por exemplo: não deixe portas entreabertas, mantenha os corredores livres e sempre avise quando mobílias forem acrescentadas, retiradas ou mudadas de lugar. O ideal é ter um espaço amplo sem muitos objetos.
Para conversar com uma pessoa com deficiência visual, não é necessário gritar, falar mais devagar ou por intermédio de seu acompanhante. Elas podem ouvir muito bem. Às vezes, até melhor que você.
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Se você estiver com uma pessoa com deficiência visual em um evento em lugar desconhecido, situe-a discretamente em relação a distribuição dos objetos e das pessoas presentes e apresente-a a pessoas interessantes, para que ela também se divirta.
Orientar uma pessoa com deficiência visual requer exatidão. Use direções claras, como daqui a uns 10 metros, e não "logo ali" ou "lá na frente". E lembre-se, não adianta apontar a direção certa.
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Se notar algo inadequado na aparência de uma pessoa com deficiência visual (roupas do lado do avesso, zíper aberto ou sapatos diferentes), avise-a discretamente, como você faria com qualquer outra pessoa.
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Para ajudar uma pessoa com deficiência visual a se sentar não é necessário muita coisa. Basta colocar a mão dela sobre o braço ou encosto da cadeira.
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Quando encontrar uma pessoa com deficiência visual sozinha, sempre se identifique ao se aproximar delas e evite brincadeiras do tipo "adivinhe quem é".
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