@freire_roberto Como chegamos a este ponto? Parece a história do sapo sendo lentamente aquecido. O que diriam as lideranças políticas, ativas, do passado sobre este tipo de coisa?
After much research and experience, I suggest these 4 books for anyone starting their journey in mathematical research. Each of these books has helped shape my own understanding, and I hope they will do the same for you.
1. How to Read and Do Proofs by Daniel Solow.
Master the essential skill of proofs with this accessible guide.
@vanessahauf De qualquer forma, e sou professor da USP há 33 anos, penso que podemos e devemos combater regras injustas. Mas o ponto de cobrar presença foi bem explicado no twit do meu amigo @NewsRelevant5. Alunos que se auto sabotam. Isso é fato comprovado.
For anyone curious about nonlinear dynamics and chaos, including students taking a first course in the subject: My lectures are freely available here. https://t.co/y5n3S9nXCx
Neste ano comecei a separar livros antigos que eram do meu avô, vendo o que me interessa e o que vai para doação. Então me deparei com uma relíquia de família. Um livro muito útil na época:
No ambiente acadêmico, ocorrem muitas injustiças, principalmente com quem se dedica de fato, muitas vezes preteridos para dar lugar (os melhores postos) aos "espertos", com mais contatos políticos. No entanto, o que vale mais na vida finita que temos? Ganhei o dia hoje: (1/2)
As a mathematician, I am deeply fascinated by the Riemann Hypothesis, a 150-year-old unsolved & "Millennium Prize Problem". In this thread, I'll break it down in a simple way for everyone to understand. 🧵👇 #RiemannHypothesis
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State Capitalism in Private Markets: Mission Creep
Governments relish mingling in markets. Yet, if past policies are any guide, taxpayers are being shortchanged, argues Sebastien Canderle.
https://t.co/JgP1hDqbbT
Finding the Upanishads (Vedanta) fascinating as they don't push doctrines but encourage personal exploration. They illustrate a profound connection between the universe and consciousness, suggesting everything is a manifestation of a single, universal soul. This idea not only respects individual belief systems but also aligns with a scientific mindset, promoting the idea of creating and innovating in harmony with the world around us. It's about growth, understanding, and the joy of discovering the interconnectedness of life. #Upanishads #Consciousness #ScienceAndSpirituality
A polarização já capturou as interpretações sobre a controvérsia Elon Musk x Alexandre de Moraes. O que está em discussão, do ponto de vista da democracia, nada tem a ver com Musk ser dito de extrema-direita, apoiador de Trump, sabe-se lá se anarco-capitalista, libertarista ou defensor de uma impossível liberdade irrestrita, racista ou supremacista. Nem tem a ver com as origens de Alexandre de Moraes, com suas ligações pregressas com dirigentes do quase-extinto PSDB e agora estar alinhado ao PT ou com o fato de ter sido indicado ao STF por Michel Temer. Envereda-se por essas alegações para reduzir tudo ao jogo bipolar extrema-direita x esquerda, reacionários fascistas x progressistas, golpistas x defensores do Estado de direito, bilionários imperialistas nos EUA x defensores da soberania nacional do Brasil, apoiadores da liberdade de expressão x proto-ditadores que querem extingui-la; para resumir: bolsonaristas x lulopetistas. Assim fica fácil não responder as questões. Se Musk é bolsonarista (e tudo mais que não presta) ou se Alexandre é petista (idem), então estão resolvidas todas as questões.
Mas as questões que realmente importam não estão respondidas. São, basicamente, as seguintes. O império da lei em uma democracia se traduz pelo império das instituições encarregadas de aplicá-la? A soberania popular em uma democracia pode ser exercida por alguma instituição considerada soberana? Existem entes soberanos em uma democracia? Os indivíduos em uma democracia são cidadãos ou súditos de um poder tido por supremo? O STF é chamado de suprema corte porque não há nenhum outro tribunal acima dele a quem os cidadãos possam recorrer, ou porque é um poder supremo mesmo? E há mais questões conexas. A democracia se reduz à obediência às normas que regem o Estado de direito e, por decorrência, às instituições encarregadas de fazer valer tais normas? Estado de direito é a mesma coisa que democracia? Por último, cabe a um tribunal ou aos seus membros assumir um papel militante em defesa da sua concepção de democracia (sobretudo quando essa concepção não foi referendada pelo voto dos cidadãos)? Em nome dessa defesa da democracia membros de um tribunal podem acumular as funções de investigar, acusar e julgar, constitucionalmente assinaladas a poderes distintos e independentes?