It's about forgiveness and unconditionally love. It's about give the best of yourself to another. Hug her. Take of her. It's about do everything you could to protect and take care.
Às vezes, parece que a gente não tem dimensão do risco que está correndo. O que Flávio Bolsonaro está fazendo não é uma simples movimentação eleitoral. É a continuação do projeto golpista que levou o Brasil à tentativa de golpe do 8 de Janeiro.
Ele está oferecendo o país aos Estados Unidos em troca de ajuda para chegar ao poder e, sabe-se lá, permanecer nele até quando.
Quando pede a Donald Trump que adie medidas contra o Brasil para depois das eleições, está pedindo interferência estrangeira no nosso processo eleitoral. Está dizendo: não faça isso agora porque está me prejudicando; espere eu ganhar.
Quando promete retirar o Brasil do Mercosul, entregar o Pix e o nosso sistema de pagamentos aos interesses norte-americanos, ele não está defendendo o país. Está negociando a soberania nacional em troca de vantagem política.
E existe algo ainda mais grave: quando fala em derrubar os ministros do Supremo, está falando em destituir a mais alta Corte do país.
Não se trata de criticar decisões. Destituir a Alta Corte, acabar com sua independência ou submetê-la à vontade de um governante significa destruir a separação entre os Poderes e romper a ordem constitucional. Isso tem nome: golpe de Estado.
Não existe democracia sem uma Justiça independente. Não existe Constituição quando um governante decide retirar os ministros que não obedecem ao seu projeto.
Por isso, não dá para dizer: “Deixa ele sangrar. Deixa ele derreter”. Não podemos transformar uma ameaça de golpe em piada ou estratégia eleitoral. Foi banalizando a extrema direita que chegamos ao 8 de Janeiro.
Flávio Bolsonaro é tão golpista quanto o pai.
Ele está nos Estados Unidos assumindo compromissos como se representasse oficialmente o Brasil. Mas ele não é presidente e não tem autorização para negociar o futuro do país com Donald Trump. O que está fazendo é prometer interesses nacionais em troca de apoio político.
Essa carta não trata apenas do que ele faria caso vencesse. Ela tenta convencer o governo dos Estados Unidos a agir de uma maneira que favoreça sua candidatura. Isso é pedir interferência estrangeira nas eleições brasileiras.
O projeto dessa família não é simplesmente vencer uma eleição e governar por quatro anos. É chegar ao poder, destruir as barreiras institucionais e criar condições para nunca mais sair.
É atacar o Supremo, controlar a Justiça, enfraquecer o Congresso, destruir as regras eleitorais e rasgar a Constituição.
A gente não pode repetir o mesmo erro. Defender a democracia significa denunciar quem conspira contra ela e exigir que seus atos sejam investigados.
Isso não é responsabilidade apenas da esquerda. Todas as pessoas que acreditam na democracia, na Constituição e na soberania nacional precisam reagir.
E também precisamos eleger um Senado progressista. Um Senado dominado pela extrema direita pode ser usado para perseguir ministros, atacar o Supremo, destruir direitos e facilitar um novo projeto autoritário.
O que Flávio Bolsonaro está fazendo é gravíssimo. Nunca existiu, na história recente do Brasil, uma família política tão disposta a agir contra o próprio país para conquistar e manter o poder.
A família Bolsonaro atenta contra a soberania nacional, contra a Constituição e contra a democracia brasileira.
A gente precisa parar de banalizar essa ameaça antes que seja tarde demais.
SOBERANIA NÃO SE NEGOCIA
TARIFLÁVIO TRAIDOR DA PÁTRIA
A primeira manifestação do Cristiano Ronaldo após a convocação para a seleção de Portugal foi compartilhar a lista dos convocados.
A primeira manifestação do Messi após a convocação para a Argentina foi postar a bandeira do país.
A primeira manifestação do Mbappé após a convocação para a França foi uma foto vestindo a camiseta da seleção.
A primeira manifestação do Neymar após a convocação foi divulgar uma casa de cassino online.
Fim.