Hoje o movimento pró-vida no Brasil perdeu uma de suas mais brilhantes e valentes vozes. Faleceu Andreia Medrado Serrano, professora, consultora educacional, esposa, católica convicta e uma das mais engajadas lideranças na luta pela vida, pela família e por uma educação livre de ideologias. Conheci Andreia Medrado em meados da década passada, quando participamos juntos de ações em defesa da vida, da criança e contra a imposição da ideologia de gênero nas escolas. Sua lucidez, clareza de argumentos e firmeza de convicções nos inspiravam na missão evangelizadora.
Andreia Medrado Serrano era uma conselheira sensata, generosa e fiel aos princípios cristãos. Seu trabalho não era movido por vaidade, mas por missão. Nas lives, palestras, encontros presenciais e virtuais, ela sempre manifestava uma fé vibrante e uma inteligência refinada. Foi assim também quando participamos do programa Desdoutrinando, com Cristina Graeml, em novembro de 2023, denunciando as ameaças embutidas na CONAE 2024. Era incansável.
Ela combatia com argumentos, com estudo e com doçura. Tinha a rara capacidade de dizer verdades duras com serenidade e sorriso no rosto. Nunca perdeu a ternura, mesmo diante de dissabores e perseguições. Com sua didática firme, ajudou centenas de famílias a entenderem os riscos da infiltração ideológica na educação. Como católica, estava profundamente unida aos Corações de Jesus e Maria. E é essa fé viva que agora nos consola na dor.
Educadora de vocação, era coerente, porque ensinava o que vivia, atuava na política com elegância e espírito de serviço. Esteve em Brasília, em Câmaras Municipais, Assembleias legislativas, nos gabinetes, nos eventos, sempre com a mesma disposição: defender os inocentes, promover a dignidade humana e testemunhar a verdade. Era uma daquelas almas raras que Deus envia para iluminar e fortalecer os que lutam pelo bem.
Soubemos hoje que ela não resistiu a uma infecção generalizada, após dias de luta contra uma pneumonia grave. Segundo relato de pessoas próximas, chegou a apresentar melhora, mas teve uma parada cardíaca e partiu. A notícia nos atingiu com dor. Ainda tínhamos muito a aprender com ela. Mas Deus, em sua providência, sabe o tempo certo da nossa missão. Ela combateu o bom combate.
Que sua memória inspire novas educadoras, mães e cidadãs a não se calarem diante da mentira. Que seu exemplo ecoe em cada sala de aula, em cada lar, em cada coração que anseia por justiça e verdade. E que seu exemplo continue a inspirar as novas gerações, especialmente os que aceitam defender os pequeninos.
Que Nossa Senhora a acolha em seus braços maternos.
Notei esses dias, numa conversa com um amigo, como é difícil não falar mal de ninguém.
É claro que algumas coisas têm de ser evitadas a todo custo: a divulgação de faltas alheias, quando secretas — especialmente se graves; a divulgação de quaisquer coisas secretas, sobretudo de mensagens privadas, que hoje é coisa frequente (“exposed” e fofocas com “dossiê”); a imputação de faltas supostas, que além de difamação, é calúnia; e de forma geral toda falação que possa causar prejuízo à pessoa, como espalhar por aí que sofre de distúrbios mentais, ou outras coisas que possam tirar-lhe a simpatia alheia, porque a boa fama é um bem precioso. Há anos que peço aos sacerdotes: preguem contra a fofoca; digam em termos claros que essas coisas são graves, e levam ao inferno.
Mas em certos casos, que chegam a ser muitos, a própria pessoa espalhou aos quatro ventos seus pecados, ou até anda pecando em público, e orgulhosamente, e dizendo que não é pecado coisíssima nenhuma, e inclusive que é virtude; etc. etc. E aí, como é que se evita falar mal dela? Seria venial, dizem os teólogos; e, embora cada pecado venial seja um mal infinito, o medo do Purgatório e o amor a Deus da maioria dos fiéis dificilmente basta para impedi-los de comentar que Fulano parece louco, que Sicrano é um canalha, que Beltrano fez isto ou aquilo.
Lembro que na sala de jantar do palácio de Sto. Agostinho estava escrito: “aqui não se fala mal de ninguém”, e que, quando uma visita violava o preceito, o santo bispo costumava apontar para a frase na parede. Certamente havia quem tentasse falar mal de algum maniqueu, ou de outros inimigos públicos do santo, e certamente sua atitude era a mesma. Como resistia? De onde vinha tanto amor ao próximo, que mesmo diante da maldade e injustiça pública, não se permitia dizer uma palavra de condenação para além do estritamente necessário? Será possível chegar a tamanha ordem interior só pelo esforço ascético? Ou será preciso um coração como o de Agostinho, completamente tomado pelo Espírito Santo?
De uma ou de outra forma, seja isso de bons homens ou só de santos, parece-me certo que não se chega lá pela via do temor e pela busca da “perfeição”, no sentido algo farisaico em que os iniciantes tomam essa palavra, mas apenas por um incremento cada vez maior da caridade, que é amor de Deus e a Deus, mas também ao próximo; e que, conforme cresce, enfraquece o desejo de justiçamento, a indignação, e o substitui por compaixão, misericórdia e desejo do bem.
É verdade que muitos mascaram seus pecados como amor cristão, e violam os direitos do próximo, e o difamam, com um ar cínico de piedade, dizendo: “estamos preocupados com ele; por isso divulgamos seus pecados e defeitos, sejam eles reais ou imaginários”. Mas esse é o amor mundano, que procura o próprio bem, e inclusive obter fama de piedade, às custas do próximo; a verdadeira caridade sabe a diferença entre aparentar compaixão, e mostrar compaixão; entre amar, e fingir amor; entre ser santo, e gostar de parecer santo. Quem dera a tivéssemos todos! Entristece-me pensar que seja coisa tão rara, e tão difícil de conseguir, que dificilmente encontremos um amigo verdadeiro, que nos faça como Sto. Agostinho e nos indique, por algum sinal, que o que fazemos não está bem.
Hora de descobrir quem realmente ganha dinheiro com mentiras, choro e morte, e não é só a choquei, são os cabeças da pirâmide 👇🏻
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🔴Aleteia encerra as atividades de seu site em português. Segundo o grupo o site foi encerrado por dificuldades financeiras, o site continua editando em outros idiomas. Vários sites e canais católicos tem encerrado as atividades desde o ano passado.
@rodrigopacheco Senhor Presidente do Senado Rodrigo Pacheco, NÃO PEMITA q o aborto seja descriminalizado no Brasil atropelando o Legislativo. É necessário urgentemente barrar o julgamento da ADPF442 no judiciário. Por favor, faça uma coletiva urgentemente manifestando a oposição do Parlamento.
@EduardoGomesTO Senador, por favor faça valer os votos de todos os tocantinenses e toda a preocupação de seus eleitores com o cenário atual e vote em Rogério Marinho para a presidência do Senado. Por favor ajude a salvar o nosso Brasil, não nos decepcione. #PachecoNão
@profdorinha Senadora, parabéns por essa nova etapa agora no senado. Por favor, faça valer os votos de todos os tocantinenses e toda a preocupação de seus eleitores com o cenário atual e vote em Rogério Marinho para a presidência do senado. Para o bem do nosso povo e do Brasil. #PachecoNão
A coisa mais normal quando explicamos esses obstáculos de temperamento é a pessoa por eles atingida responder que, ainda assim, prefere continuar do mesmo jeito. O homem escolhe seu caminho; e chega o dia em que tem de prestar contas — de suas escolhas e das consequências delas.
O voto impresso acoplado à urna eletrônica foi aprovado há mais de 10 anos pelo Congresso. O STF derrubou. Em 2015, Dilma vetou. Em 2021, ministros do STF barraram a discussão e acusaram todos que pediam mais segurança de “golpistas”. Pq estão tão agressivos com apenas perguntas?
É sério que não está tendo cobertura jornalística séria do que estamos vendo nas ruas? Fato é fato, independente de opinião.
Acho que o jornalismo tradicional está perdendo pra ele mesmo, pena!